Divagações de Martinha

Logo das Divagações.

Ho Ho Ho

Jingle Bell’s! Iepaaaaa….é natal, tempo festivo, aqui na minha city também é tempo chuvoso…delícia….altas batidas no trânsito, engarrafamentos monstruosos, super filas, bancos necas de funcionamento, tudo parado…tudo mesmo. Os shoppings ficam insuportáveis, os mercados ficam intransitáveis, os estacionamentos ficam …bem…eles ficam…lotados e cheios de dinheiro do povo contribuinte…eita beleza…

Mas enfim…cá estamos nós…em uma divagação natalina…afinal, estamos na véspera de Natal, certo? e quem de nós aqui, leitoras compulsivas e vorazes, nunca se deparou com algum livro cuja história se passe neste período? Eu mesma já li vários…tanto bons quanto ruins. Tanto sensacionais, quanto medianos…livros mega maravilhosos, livros florzinhas…quem nunca se enfiou debaixo do edredom quentinho, com um livrinho na mão e leu um romance fofo natalino? Normalmente os livros floridinhos, aqueles singelos das bancas de jornais, trazem histórias cuti cuti com o tema bem batido: mocinha ganha um bebê, ou adota um bebê ou, encontra um bebê ( whatever…mas tem que ter um bebê no lance…) e o bonitão que descobre o verdadeiro sentido do Natal…e o milagre se faz na vida daquelas pessoinhas e tals….e viva…!!!!

Eu li Natal Mortal da J D Robb e foi mara! e olha que o título pode ser meio sinistro, ainda mais na época festiva, mas é apenas um mero caso de assassinatos que ocorrem no Natal…e o assassino …bem…se veste de…papai Noel…é isso…contei…mas é um livro bem legal…eu amo o Roarke! ( acho que vou fazer uma camiseta! se existe o lance Team Edward e Team Jacob, porque não Team Roarke? ). Ah….eu curto a Eve Dallas também…se ela tivesse uma pagina no face eu curtiria de boa…hahahahahah…

Bem…a Lynsay Sands tem livrinhos escritos no período natalino, a Judith McNaught fecha com chave de ouro a historia da Whitney com um amigo francês maravilhoso que se apaixona por ela e tal…bem…ela escreve um conto em que este amigo, que todos torcem para ficar com a mocinha, acaba encontrando o verdadeiro amor…no período do natal…não é à toa que o livro de chama Milagres…ahhh, que fofo…

A Diana Palmer escreve uma história bem fofa da Gracie Marsh e do Jason Pendleton, no livro Impiedoso. A Gracie, tadinha nunca pode comemorar o natal por causa de um pai bruto e abusivo, daí ela é adotada e na família dos Pendleton ela acaba se tornando uma psica em decorações festivas para o natal.

Nos Cárpatos temos um livrinho Natalino, no Castas também, nos Dark Hunters…enfim…o Natal está presente no nosso universo literário. Eu confesso que não entendo porque as autoras de livros sobrenaturais, cujos temas centrais são seres completamente a parte do universo cristão, escrevem livros que se passam no natal…mas tudo bem…isso só vem a calhar com o que eu quero dizer na verdade…

Eu tô zoando, mas tem muita gente que não curte o natal, sabia? Meu irmão mesmo é um deles. Sei lá porque. Eu gosto. Acho uma época linda. Mas como muitos eu me perco muitas vezes no verdadeiro significado da data. O natal é comercial. É cult. É capitalista. E não estou colocando idéias insanas na cabeça não. Percebam que tudo gira em torno do  velhinho barbudo e numa roupa super discreta. Mas divaguem comigo: se a figura do Papai Noel veio de lugares remotos e distantes, e frios e polares…uma roupa de cetim vermelho seria o suficiente para aquecer o bom velhinho? hummmm…..eu acho que não….a não ser que a cor vermelha, por ser quente faça todo o trabalho térmico….hehehehhe…

 

image

Eu nunca quis sentar no colo do velhinho aí…o máximo que fiz foi tirar uma fotita lateral…hahahaha….mas enfim…eu não critico quem curte o lance natalino ou estimula os filhos a acreditarem no barbudão. Eu cresci com meu pai escondendo os presentes na manhã de natal e eu e meus irmãos, cabeças de bagres, acreditávamos tolamente…

Meu husband diz que se recusa a fazer meus filhos acreditarem no papai Noel porque ele rala kinen um condenado o ano inteiro, compra um presente massa e quem leva a fama é o véi? hahahahahahah….

Lá nos “Feice Bruiks” da vida está rolando altos arquivos mega confidenciais com papis noelis sarados e gostosos e apetecíveis aos olhos…os coments são sempre os mesmos: esse eu queria pra mim! Ô, lá em casa ! Cai da minha chaminé! Me acorda na manhã de Natal? ou…pode passar a noite de natal comigo?… Eu morro de rir…

hs_wallpaper_1680x1050

Mas eu quero encerrar esta divagação falando com vocês seriamente. Ninguém nunca se lembra do verdadeiro sentido da data. Ninguém se lembra do aniversariante. O natal é vermelho e verde, cheio de luzes coloridas e piscas piscas ululantes, presentes nos mais variados embrulhos, árvores enfeitadas, fartura comestível e a cidade com clima festivo e alegre. Mas e o parabéns? é pra quem mesmo? Ah, tá!…para aquele menino que nasceu na manjedoura, em meio aos animais, sem luxo algum. Aquele, que anos depois entregou sua vida numa cruz por nós. Um nome eterno. Reconhecido ao longo dos anos, marcado como símbolo histórico, A.C e D.C. Estou falando do C. O Cristo. Ele, que nasceu no dia 25 ( supõe-se, mas a data fixa é incerta…), e dele vem o nome natal. De natalidade. De nascimento. Cada ano, quando comemoramos o nascimento de Jesus, comemoramos estarmos vivos aqui e agora. Comemoramos a vida. A data é uma celebração da vida.

Vejam bem…Martinha também é séria, né? Não sei qual a religião de cada uma de vocês, e entendam que minha idéia não é reportar nenhuma específica, seja você cristão ou não você conhece esse nome e conhece e comemora essa data. Mas para os Cristãos presentes, vale lembrar que o sentido do natal é esse. O do nascimento de Jesus Cristo. Que possamos comemorar essa data muitos anos ainda à nossa frente. Que possamos aproveitar as oportunidades a cada dia. E que sejamos pessoas melhores não só nesta época do ano, mas em todos os dias que virão no próximo ano. Até o próximo Natal.

 

image

Feliz Natal a todas as Lilithianas e Martinianas de plantão!!!

Bjuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

0 comentários:

Postar um comentário