Eu tô Selvagem hoje...

Minhas Divagações de hoje vão pra ela: a injustiçada do vale literário. A autora que deveria ganhar o posto de Amazonas do Centro-oeste. A fofínea que sempre divulga as amigas de coração, nunca exige nada em troca e simplesmente tem uma das almas mais puras que já conheci nesse meio. 
Mari Sales. Vulgo, Maricota. Só eu posso chamá-la assim... é pq ela é tão gostosinha que rima o nome Mari com ricota, que é um queijo finérrimo e elegante. Uma autora muito delícia de ler, fácil de digerir e apetecível à dieta meio light.
Maricota escreveu uma série que eu, particularmente, já peguei forte. E digo peguei forte no sentido amplo da palavra, pois tive o prazer de revisar as versões finais que estão disponíveis no Amazon. Basta conferir se meu nome consta na ficha catalográfica e verão que não estou mentindo... hehehehe...

Logo, eu sou meio que dona do Doc, do Victor e do Lorde. Desculpem aí.

Então... a viadinha escreveu um universo MC. MOTOCICLISTAS fodões. 

*Mas ela não se ateve a isso. Não, senhoras e senhores... essa cabrita foi mais longe. Ela criou, no primeiro livro, uma mulher para disputar o posto de PREZ do SELVAGEM Moto Clube.

A Valentine é tipo fodona, daquele naipe de guria que não engole muito as coisas, daí ela vê o pai definhando em uma doença que vai levá-lo embora em breve. O pai é, até então o presidente do MC referido. 

A guria na verdade mora em outra cidade, mais afastada do pai, com quem sempre teve uma rusga, mas quando percebe que ele está mal, resolve dar uma chance a uma possível reconciliação. 

Ela chega ao MC do papa e tadaaaaaaaam... dá de cara logo com o médico gostoso que cuida do paizão. O Doc. EEEEITAAA, homi delíciaaaaaaaaaa... pelamor de qualquer coisa. Pegava fácil. Certeza. Tanto que peguei. Deixava ele me aplicar injeções de hora em hora. Aplicar compressa, dar comprimidos na boca... o que ele quisesse. Hehehhehe...

Enfim... ele também é membro do Moto Clube e tem o maior respeito ao pai da Valentine. 

E pasmem... a maioria dos membros do Clube sempre achou que Valentine, herdeiro do Prez, fosse um macho. Imaginem o choque brutal quando eles testemunham a chegada de um mulherão à bordo de uma motoca. 

Bom... está montado o palco aí. 

O pai da Vale ( intimidade) diz a ela que a presidência do MC será dela. Eitaaaaa.... mas alguns membros não concordam de jeito maneira. Claro, bando de machos fedorentos, que cheiram mais a gasolina do que tudo, cigarro ( tudo bem que nem todos fumam...), graxa, perfume barato das vadias do clube e outras coisas inomináveis que prefiro nem comentar.

É óbviooooooooooooo que pinta um clima bem intenso entre a Valentine e o Doc. Preciso falar sobre isso?

Claro que não.  Por favor, né? Eu shipei o casal desde o início... se a Mari tivesse feito uma treta monstro, eu era capaz de caçar essa rapariga e dar na cara dela com um livro de capa dura.

Enfim... o mais legal de tudo? Tramoias. 

Dentro do MC tem uns malas sem alça que não aceitam Valentine como presidente. Porque obviamente o Vice-pres quer assumir a poha toda. E o cara é um pau no rabo, porque arma um paranauê louco lá, dá um bafafá, envolve outro MC, manooooooooooo... põe ação nisso. 

Há controvérsias de algumas leitoras que acham que a Mari não deu uma nuance dark e apelativa ao MC. Não explorou detalhes daquele 1% da bandidagem e os fez com características de Sons of Anarchy.
Cara... eu totalmente amei. Selvagem Moto Clube é o tipo de clube que eu entraria de boa, tomaria um trago de coca-cola com Greygoose e olharia pra lateral, pra ver se tinha um motociclista filezudo à toa... Aproveitaria e daria uns tabefes nas kengas, porque odeio as vadias desses clubes. Tipo... ódio mortal mesmo. 
Beleza... o livro termina com Valentine no poder. Ela assume a parada e tals.

*Daí Maricota parte para o livro 2, onde vai explorar o livro de outro MC, dessa vez do Aranhas Moto Clube. Aí, mano... vocês vão conhecer o Victor Aranha. Que vai tecer uma teia melindrosa ao seu redor e fazer vc gostar dele, mesmo sabendo que ele é meio mau-caráter e já praticou atos ilícitos. 

Só que o cara tipo nem tá mais a fim daquela vida. Ele está meio que cansado e tals, já o irmão mais novo dele, tá entrando de sola no mercado negro e se afundando nas merdiiiiieeeenhas criminosas. Se envolveu com gente tosca e tals. 

Nesse ínterim, ele precisa da ajuda de uma advogada fodona e vai atrás da Rachel, amiga da Valentine. 

Bom... tenho um estranho caso de ódio com essa viada.

Não sei explicar. Xinguei muito essa mocinha enquanto estava revisando. Um estranho caso de ódio enrustido. Pode ser que tenha algo a ver com o fato de que eu estava querendo o Victor pra mim... e ele estava totalmente na dela. Sei lá... isso se chama inveja? Não. É porque ela estava meio que refutando o coitadinho que só tinha amor pra dar. 

Oxi... que palhaça. O cara lá... todo querendo se aconchegar com a criatura do pântano... e a mulher se esquivando. Vontade de pegar o sapato Loubotin dela e enfiar no ouvido esquerdo pra retirar pelo direito.

Enfim... o romance engata. A ação também. O irmão do cara se mete numa encrenca monstruosa, com gente do mal. Ocorre um sequestro muito doido. É aquele clima de tensão. 

Mocinho termina com mocinha no final, obviamente, porque se fosse o contrário o que aconteceria? A Mari apanharia tanto que nem lembraria o nome com o qual foi registrada em cartório. E aqui, vejam bem... hehehehe... eu, essa que vos divago, sou agraciada lindamente com um personagem pra chamar de meu. Ops... ainda não foi um macho alfa, mas o personagem é tipo... hummm... como direi... EU! Yay! Porque a Mari fez uma Martinha muito fodona, presidente de um MC ( tô crendo que sou a presidente porque sou fodona assim... opa... eu não, ela... a personagem...). Mas veja... tem os cabelos roxos e é toda zoada. Mano... muito eu. Hahahhaahha... única realidade que não bate. Não piloto uma moto sinistramente massa como a dela. 

*Por fim, Maricota nos presenteia com o último dos romances dos Motoqueiros delícia. Dessa vez, o Piratas Moto Clube. Porque a Mari não é fraca. Ela foi lá e criou logo três MCs. Espera. Quatro. Não se esqueçam da Martinha. Ela é líder da Vênus MC. Um Moto Clube composto em sua maioria por mulheres massa demais...

Aí, aqui temos a outra amiga do trio Valentine, Rachel e Nina. Essa última é sócia de uma empresa de segurança e faz a proteção ao irmão da amiga Rachel, Richard, cujo qual apelidou de Lorde. Ele é um advogado influente, como a irmã, e no livro anterior, do Aranhas MC, teve o escritório detonado, estava em perigo, por conta do caso contra o vilão sinistro que a Mari criou.

Pois bem... essa Nina, toda marrenta, curte o maior crush pelo Lorde, digo, Richard. Este, por sua vez, é uma alma meio perturbada, já que muitas vezes é dado a ataques súbitos de pânico e fica fora de si. 

Então... Nina é uma loira sexy e atrevida que opera à base de adrenalina. E ela quer o Richard. Porque tem certeza de que ele vai agitar altos hormônios do prazer no seu corpinho.
Richard é relutante... porque ele não acha digno... Nina não dá mole... cai matando.

Os dois se pegam.

E mano... vou ter que dizer... tu vai pensando que o Lorde é um lorde fraco e na verdade ele é... UAU. Toma-lhe Estamina, mano.
Vejam bem... Lorde testemunhou, no seu livro, o assassinato do presidente do Piratas Moto Clube. O cara tava lá de boa na lagoa, tranquilo no mamilo, suave na nave... fazendo um cooper na night. Aí, pêi! Ele vê uns caras dando cabo da vida do "homi". 

O bichinho corre para dar um socorro, mas não adianta... o véi morre. E pá... eis a confusão. Vem uma cambada de Piratas motoqueiros ( meu Deus... Maricota conseguiu reunir duas fantasias em um só invólucro... piratas são emanam aquela aura sexy... motoqueiros, então??? Suei...). Eles já chegam achando que o Richard fez aquela monstruosidade. Óbvio que não. O segurança dele foi testemunha ocular da coisa toda. 

Só que o cabra antes de morrer ainda tinha que jogar o peso da responsa nas costas do Lorde. Mandou que ele assumisse o Moto Clube. 

E o Richard fez: Oooooi??? Comassim?

Veja... Richard é um gentleman... de ternos e gravatas e sapatos Ferragamo. Perfumes caros do tipo Acqua de Gió. Mano... não perfume de Graxa dos cafundó. Sacaram? 

Mas ele tem um senso de honradez e resolve assumir a pendenga pra descobrir quem matou o prez dos Piratas. 

E aí a merda explode. Literalmente. Espera... não que o vaso tenha entupido e explodiu enqaunto estava sendo usado, nem nada.
Mas rola uma explosão no clube, morre uma gal ( galera), bate um furdúncio louco... tá todo mundo em risco.

Acionam os Moto Clube parças pra dar uma assistência e auxílio para o caso de uma eventual briga entre membros e apoio necessário. 

Mano... a Mari criou um enredo muuuuuito casca... tipo de filmes de ação. Uma engenhosidade primorosa. 

Dei o Tocantins inteiro pra ela, porque uma salva de palmas estava pouco.

Nesse meio-tempo eu apenas dei uns cascudos na Nina. Porque eu meio que queria usurpar o lugar daquela viadinha.

Eu sou um pouco possessiva com os machos, perceberam? Me senti uma vadia de clube, quando o que mais quero é ser uma Young Lady.... E sai pra lá com essa alcunha de OLD LADY, mano, porque eu nunca aceitaria um termo desses... e eu lá sou OLD? POoooorra... tá faltando essas mocinhas de livros se revoltarem e abrirem um requerimento... que exijam ser chamadas de YOUNG LADY. Pronto. Opa. Eu dei essa ideia genial. Vou fazer o registro dessa marca pra garantir que ninguém mais a utilize... hehehehe...

Enfim... a Nina aceitou uma situação que o Lorde a fez passar com muita tranquilidade, quando, se fosse eu, dava uma voadora e chave de perna com gancho de direita e esquerda e torção no saco pra finalizar. Depois me levantava linda e bela e ainda dava um cuspidão, soltando uma frase épica: 

- Não quer me assumir, KIRIDOOO... tem quem queira. Vou ali dar pra geral, certeza que vou ter uns manos batendo na minha porta me implorando pelo revival e pelo direito de exclusividade.

Gente... eu gosto de um macho que já chegue junto e fale: MINHA.
K-gay se tem gente que se irrita com essa possessividade toda... eu mesma, só posso dizer que me tremo todinha. Arrepio até os cabelos do carpete.

Enfim... Nina foi meio passiva-bestaloide nessa hora. Depois teve um outro momento onde ela voltou à infância sutilmente e fez uma pausa para a birra do tipo: "não quero... não vou... não quero... não... não..." E eu quase entrei no computador pra poder dar umas sovas na moleca, mas me contentei em deixar comentários no arquivo de revisão da Mari com pérolas like: 

"Lorde, larga essa muleh e vem pra mim, meu filho!"

Hahahhahah... eu sou psica nesse nível. 

Okay...

Tudo tem que dar certo no final. Porque senão o livro não poderia se chamar romance ( e não estou falando do gênero romance como um todo, e sim como o estilo de leitura para mulheres...), onde mocinho conhece mocinha, rola um fling lindo, os dois se apaixonam lindamente, rola um conflito épico, bombas explodem ( porque é Mari Sales), conflitos se estabelecem e pá! Tudo se ajeita e rola um beijaço épico de torcer as entranhas e dar cólicas intestinais quando você acaba... porque você quer um pouco mais.

E está aí. Agora estou esperando o MEU livro. Porque quero saber quem eu peguei, afinal. É necessário que Mari faça um macho alfa belíssimo pra mim e que eu seja suntuosamente fabulosa. Tenho dito.

Mas eis que digo que ... não obstante eu ter sido uma profunda apreciadora dessas obras e de outras da Mari, tendo atuado como revisora, posso dizer que ela é uma autora completa. Escreve com sagacidade, com inteligência além da conta, com o toque de erotismo que os leitores gostam, com diálogos épicos, com emoção. Doses certas de drama e ação. 

É o tipo de leitura que você se diverte. 

E não bastasse isso, a autora é uma linda e une essa beleza toda ao lado blogueira, sendo uma das maiores incentivadoras da literatura nacional. 

Ela indica livros de todas as autoras, faz marketing, divulga pra cá e pra lá, lê, compra, compra de novo e dá para as amigas, compra outra vez e sorteia... Avalia.

E cheguei onde queria chegar.
Mari não pode ter seus livros avaliados no Amazon, porque a plataforma "identificou" um comportamento pernicioso, como se todas as avaliações fossem fakes ou de alguma forma fabricadas para promovê-la. 
OI? 
Espera... é como se ela estivesse infringindo normas e diretrizes expressas, e se outra avaliação de parentes, amigos, conhecidos, afiliados ou funcionários, fosse detectada, ela seria banida de publicar no Amazon.
CARA.... COMO ASSIM????
Quer dizer que o autor tem que ser um ser inalcançável aos leitores, porque se ele der margem a qualquer perfil de relacionamento, ele estará manipulando as avaliações? O autor tem que ser um tremendo recluso? Um FDP grosso e brutal que nem faz questão de contato com o público que o lê? 

Esse é o tipo de autor que o Amazon quer para sua plataforma? Jura?
Porque o fato da Mari ser extremamente meiga e acessível a torna uma pessoa querida no meio. E vejam que triste ela ter que ir a público, no perfil pessoal dela, para pedir que NÃO AVALIEM MAIS OS SEUS LIVROS... por medo de ser banida de um lugar onde se encontrou, onde achou uma fonte de renda que complementa as finanças da família.

Nós autores lutamos tanto para que avaliem nossos livros... para que isso seja um termômetro para que outros leitores nos queiram... e olha a via de contramão que ela teve que passar.
Somos obrigados a ler avaliações que denigrem nossas obras, avaliações de perfis fakes que são usados para detonar quem está no ranking, avaliações que aparecem apenas com o intuito de foder com a autoestima do autor... e isso o Amazon não vê. Onde estão as normas e diretrizes? 

É muito triste essa realidade. 

Muito triste ver uma pessoa tão bacana que tenho o prazer de chamar de amiga, mesmo não conhecendo pessoalmente, se isolando das redes sociais, porque está completamente arrasada com esse golpe infundado que foi dado.

Por quê? E honestamente... isso parece muito coisa de denúncia. Sei lá. De alguém que foi especificamente apontar que talvez os livros dela tenham sempre os mesmos leitores? FODA-SE. Será que não poderiam ser leitores que leram o livro 1, 2 e 3? E gostaram tanto que quiseram avaliar? Será que não são leitores fãs da autora, que acompanham o trabalho dela? Isso os torna menos avaliadores por quê? 

Cara... juro que não entendo.

É por essas e outras que sinto muitas vezes vontade de voltar a ser apenas a Martinha, a divagante. Para me concentrar em ler, tão somente, e divagar, podendo falar as asneiras que gosto de falar e pronto.

Mas havia um sonho que ardia na minha alma. Que começou antes mesmo de eu ser blogueira e divagante. 

Então eu fui atrás desse mesmo sonho. 

E vejo que Mari foi atrás do dela. E nunca esperou tomar uma lapada como a que tomou.

E isso desestabiliza, gente. Posso dizer a vocês com toda a certeza do meu coração... a pessoa pode ser a mais bem-resolvida do planeta... mas ainda assim, quando algo desse nível acontece, há uma rachadura que se instala na autoconfiança que levamos anos para tecer.

Críticas doem? Pra caralho. Mais do que vcs pensam.

Mas asseguro a vcs que o que mais dói é receber um golpe de um lugar que você menos espera, em um momento da sua vida que tudo o que vc mais queria era um colo e aconchego.

Eu queria morar perto da Mari, nesse momento. Pra poder dar o colo que ela precisa. 

Vai meu apoio cibernético.

Porque eu amo essa garota. De todo o meu coração. 

Então... Maricota... força na peruca. O Brasil pode ter parado os caminhões por causa do aumento do combustível, tudo pode parar e faltar... Se precisar... acho que nós, autores, devíamos, sim, manifestar de alguma forma, o repúdio a este tipo de atitude. Enviar email, tentar entender, que seja, chegar à gigante KDP, nem que seja no Exterior. Qual é a política de ação que eles vêm desempenhando? Pelo que pude perceber, outros autores também estão sendo açoitados dessa forma.

É triste isso.

Mas deixo aqui minhas Divagações como forma avaliativa, sim, das obras de Mari Sales. E foda-se... trabalhei nas três.Tenho ligação com a autora e se acho que vale a pena demonstrar o meu apreço aos seus livros e histórias, por que devo ser tolhida de fazer?

Viram porque eu tenho um Moto Clube só meu? Hahhahahahaha...

Bjuuuu




Enquanto houver Dante

Ah, maçãs... maçãs nunca mais serão as mesmas depois desse livro... Você olhará para uma maçã e pensará nele... no Dante. Não no Dante Alighieri, por favor... mas no Dante, Dante... o personagem goxtoso do livro Enquanto houver tempo, da Paola Scott.
Paolete foi a primeira autora cobaia ( ainda bem que não a do tipo que matam no final da experiência... ) da The Gift Box como editora. Ela abriu o ano de 2018 com o livro, já rompendo o calendário com um livro lacrador e de fazer qualquer pessoa suspirar pelos cantos, tentando descolar uma maçã pra comer às escondidas... Eu fiz isso. Assumo.

Aqui temos o Dante, um executivo muito atarefado e cheio de trabalho que só pensa naquilo: trabalho. Nossa... como vocês têm a mente poluída, credo. Dante só quer trabalhar, trabalhar. E vê sua vida transformar-se em um inferno... inferno de Dante... quando sente a queimação. E não uma queimação singela, caros leitores... nada de azia ou refluxo gastroesofágico... não... a queimação aqui é pura e simplesmente de um infarto que resolve dar um murro no coração do homem pra dizer:
Ooooo, vagabundo! Ou tu para um pouco o ritmo, ou vou fazer greve geral, valeu?

Dante dá uma parada. Fica com medinho. Treme nas bases. Quase raspa aquela barba sexy dele. De última hora, a irmã o convence a pegar um ar puro nas paragens de Santa Catarina... um hotel fazenda, resort mega luxus, pra ficar tipo num momento zen, com a natureza... pensando na vida, ao invés de pensar na bolsa de valores, dinheiro, gastos exorbitantes e tchururu.
Passeio vai, passeio vem... Dante dá de cara com a Gaia. Eeeeita... já pega logo a mulher de nome diferentão.
A bicha é cheia de atitudes, manda nos paranauês, e é dona do quê? do quê? Do sítio que produz e abastece as cercanias com... maçãs suculentas e cheirosas...
E puta que pariu... Paola Scott judiou nesse livro. Ela citou cada nome de comida e doce feito com maçã, que meus amigos... eu juro que tudo o que eu mais queria era pegar um voo pra Curitiba e, primeiro: dar na cara da Paola. Segundo: ir para o tal resort pra ver se achava algo com essa culinária suculenta da qual ela tanto fala no livro.
Não fiz nem uma coisa nem outra.
Mas como vou encontrar com a loira em junho, ainda está valendo a promessa de estapeá-la. A não ser que ela leve alguma coisa de maçã pra mim... aí pode ser que eu a perdoe... Posso pensar no caso...
Enfim...
Gaia é a amazona do pedaço. Dá uma carona intensa no lombo do cavalo para o Dante. Uma cavalgada. MENTES IMUNDAS! Ela dá carona no lombo do cavalo! Se vocês pensaram outra coisa, vão agora, imediatamente, pedir perdão de joelhos, porque significa que a mente de vocês precisa ser purificada...
Credo. Né possível que tudo o que eu falo tenha uma conotação assim... Valei-me, Senhor. Livrai-me dessas companhias que só pensam indecências... Hhahahhaha....

Tá... cavalgada vai, cavalgada vem... os dois fazem uma amizade maneira... que floresce em... não. Vocês iam dizer maçãs, né? Não. Floresce num beijaço de fazer revirar os olhos, contorcer as entranhas a tal ponto que você lê a cena e chega a pensar que está com cólica menstrual... Juro. Tive que me abanar por uns dois minutos. 
Foi uma pegada tão forte que confesso que cheguei a sentir a comichão da barba áspera...
Para quem não sabe, o modelo que ilustra a capa do livro da Paola, o que dá vida ao Dante, não é ninguém menos que Franggy Yanez. Logo, ilustrem aí o que quiserem...
Pensem no Dante e na Gaia... fazendo gaiatices... hahahahahha... Meu Deus,... meu trocadilho foi tão hilário que eu explodi em risos sozinha. Desculpa, gente. Foi show essa. Confessem. Até a Paola vai rir. Certeza.

Enfim... gaiatice vai, gaiatice vem... os dois se embrenham entre os lençóis... porque alooooouuu... não seria romance se não tivesse um momento intenso e ardente entre o casal... aquele instante de química transcendental... explosivo... que faz caboooom. E eles se pegam lindamente.
Mas chega a hora do Dante voltar para São Paulo. Vixi... falei que ele era de SP? Não? sorry... esqueci.
Então... ele vai. Mas fica borocochô. É compreensível.
Mas ele tem planos. Quer voltar para o seio de sua amada. Não o seio, parte do corpo... diga-se de passagem, onde ela tem uma tattoo de??? Maçã. Mas o seio, o lugar de convívio.
Mas então o que a Paola faz?
A Paola faz o impensável. Ela solta a poha do Nicholas Sparks híbrido com John Green de dentro dela e causa uma reviravolta sinistrêsca dentro do livro e quando o Dante volta... é um auê.
Gaia não é mais a mesma gaiata de antes. Porque ela precisa se recuperar de uma doença que a Paola, a autora, resolveu incubar dentro dela. AUTORA DO MAL.
E chega o epílogo e você pensa por um instante ou dois que terá que assassinar Paola Scott com suas próprias mãos nuas, ou quem sabe furar seu olho com a caneta com a qual ela dá os autógrafos que tanto amamos... Mas... 
Meu Deus... a vontade passa. Porque você percebe que ela simplesmente se supera a cada livro. A todo instante e arrasa em mais um romance absurdamente lindo de ler.
Posso dizer que revisei esse livro? Revisei. Com o maior orgulho. 
E acho que a The Gift tem que se orgulhar também de ter estreado com brilhantismo com este romance lindo e encantador.

Dante ama Gaia. Eu amo Dante e Gaia. E amo maçãs. E amo a Paola. Pronto. Falei.



Usem muito

Sim, sim... Rhys... por favor! Me liga! Vou usar seu número de telefone como meu número de emergência... hahahaha...
Acho que começo minhas Divagações e o povo não entende nádegas, né? Tudo já começa meio doido...

Então deixa eu explicar melhor... Eu e Rhys Cole temos um lance intenso. Nós nos embrenhamos por um período e ficamos juntos, ele e eu, eu e ele. Estou falando do personagem do livro da Kimberly Knight, Use-me, o lançamento do mês de março da The Gift Box. 
O mocinho, Rhys Cole é tipo... um gato. Porque se não for pra ser gato, nem me chama. Por favor. Hahahahaha...
Gente... vamos assumir aqui e agora. Livros de romance são fantasia pura. Você vai fantasiar com um homem feio? Vou te dizer uma coisa que me brochou total certa vez... estava eu lendo um livro da Diana Palmer, da série Homens do Texas ( não me perguntem qual era porque não saberei...)... e sim... eu leio Diana Palmer... adoro um cowboy xucro que só ela sabe fazer tão bem, com tanta maestria. 
Okay... lá estava eu lendo e pá... Didi descamba na descrição do personagem e fala que o cara é feio. What? Oiiii? Meu cérebro entrou em polvorosa e quase fez aquele som do "quein, quein, quein, quein..." sabe? Quando uma coisa mela? Hahhahaha... Tipo... tinha tudo pra ser uau... e pá.... bleeee,... vem esse som da frustração. Não vou saber reproduzir cacofonicamente, mas acho que vocês captaram, né?
Vejam bem.... eu imaginei o cowboy da Marlboro, gente. O gato... o elementar... que se mistura à paisagem e praticamente é um ser único com o cavalo. Aquele homem com o chapéu Stetson e a calça jeans Wrangler megacharmosa... seeeexy... botas... maxilar talhado no mármore... nariz afilado... dentes perfectos ( apesar do uso excessivo de nicotina...)... Enfim... esse era o cowboy da minha imaginação. Aí ela mela meus sonhos e fala: ele era um homem feio. Whata a fuck?
Fiquei arrasada uns dois dias.

Enfim... tenho rancor absoluto quando as autoras narram a feiura dos mocinhos. Juro. Podem me chamar de fútil. Sério. Olha... se tô lendo um lindo de ficção é porque estou querendo viajar num mundo de fantasia. Lá, todo mundo é bonito, forte, com bíceps e tríceps malhado, abdome trincado, enfim... o cara é um modelo Calvin Klein. Armani. Hugo Boss. Qualquer coisa dessas. O cara representa o sonho de consumo molhado das mulheres. E não vou colocar só a ala masculina. Eu viajo nas mocinhas também. Gosto de projetá-las bonitas e tals... na minha mente... ali é um mundo perfeito.
Pooooha, Martinha... quer dizer que ninguém pode ter nenhuma imperfeição? Claro que pode. Mas até a imperfeição, aos meus olhos, esteticamente, é calibrada. 
Ah, e não estou falando do Z, dos Adagas Negras, okay? Ali ele é um vampiro ferido, judiado, uma alma marcada com o rosto eternizado em uma cicatriz. Mas qual é a descrição inicial dele? Hein? Que ele é gêmeo do Phury... que é o quê? Lindo. Logo... é o que impera nos livros, gente. Desculpa aí.

Minha nossa... me senti muito fútil meeeeeeeeeermo. Mas acho que tentei passar o que se passa na minha mente. Não sei se todo mundo é assim, mas enfim. Tentei ser verdadeira na minha opinião.

Tá... voltemos ao Use-me. O Rhys Cole é um gato. GATO. Mas é um cara normal. Não no normal do cara que mora ao lado, porque na boa... eu nunca morei ao lado de um apresentador de TV, locutor esportivo, que fosse ligado ao Hóquei e tivesse aquela aura de jogador gostoso. Então por aí você já tira...
O Rhys é isso tudo. Ele queria ter sido jogador profissional, mas uma eventualidade qualquer o impediu. Daí ele acabou migrando para o jornalismo esportivo, pois ficaria ligado ao esporte que tanto ama. 
E tá. falei dele.
Agora falemos de Ashtyn Valor. 
Ela também é jornalista, só que é tipo uma Fátima Bernardes jovem pacas. Tipo, apresenta o jornal noturno e é gata pacaralho. Viu? Mulher gata tb. Filezuda. Tão filezuda que arranjou um stalker mega assustador. Daqueles de ficar mandando buquês de rosas e recados toda semana. Uma salva de palmas pra Ashtyn aqui nesse momento, que não se tocou em nenhum instante que isso era meio doido.
Tá... aí começa o paranauê.
Ashtyn tava toda feliz com o namorado deselegante e meio tosco. Mas o mala sem alça pega e dá um pé na bunda dela. Mesmo ela sendo gata, hein? Viu? Mulheres gatonildas também levam chifre...
Oooopa... e homens gatos também!
Em que mundo estamos, gente??? Que a mulher simplesmente resolve botar galha no Rhys, na cama deles?
Então... a namorada vagaba do Rhys faz isso. E ele chega e flagra tudo. Só faltou ele filmar. Sério. Assistiu a coisa toda e bateu palmas no final.

Foi hilário. 

Daí... o que os dois fazem? Vão afogar as mágoas e beber num boteco próximo de casa. Estão lá... enchendo a cara... Uhuuuu...
E toma lá de cá, pá... os dois se esbarram. E...
Calma... eles não se embrenham nos lençóis imediatamente. Mas trocam figurinhas. É fofo. Tiram selfie. Postam no face. Marcam os coleguinhas. Tipo pra esfregar na cara dos ex-namorados filhos da puta que agora estão em outra...
Rola uma bitoca crazy e pasmem... os dois moram no prédio um em frente do outro. Coincidência absurda e providencial.
Rhys dá o telefone pra Ash e fala: "Gaaaata... sempre que quiser me usar... me use..." 
Ah, não... pera... isso foi ele postando um comentário no post do facebook... hahahaha ... onde tava a foto dos dois.
Isso gerou um burburinho louco. Azamiga da Ash querendo saber de tudo, tipo: Caaaarrrra... miga! Tu tá pegando o Rhys Cole, aquele deeeeeusoooo? 
Tipo isso. Hahhahahah... pareciam adolescentes, mas são mulheres bem maduras.

Eis que passa uma semana e os dois se reencontram. No Bar. O fígado deles passa bem, obrigado. Mas é lá mesmo que o casal de pombinhos resolve arrulhar e finalmente arrancar fora a coceira que estava "coçando". 

Vão para a casa de quem? Vixi... não lembro... não sei se dela, ou dele. Só sei que era uma rua de distância.
Rola uma pegação loooooooooka e intensa. Uuuhhh... chega deu calor em relembrar...
Daí tem início uma "coisa" entre os dois. Nada definido em rótulos. O importante é que estão se pegando. Um dá um telefonema tipo: "e aí? quer me usar hoje?" Hahhahah... algo do tipo... E pá... "Use-me... use-me à vontade..."
Viu de onde saiu o título do book? Muito peculiar... o verbo ficou perfeitamente aplicado.
Anotem aí... CUPCAKES nunca mais serão vistos com olhos inocentes outra vez. Never more. Rhys cagou a imagem pueril desses saborosos bolinhos... agora até eu fico meio constrangida de falar que quero comer um cupcake porque penso imediatamente no cupcake da Ashtyn e poha... isso bagunça minha cabeça...


Tá. A vagabunda da ex namorada do Rhys resolve que traiu porque tava enfastiada, mas se arrependeu. Quer o perdão. E começa a perseguir o cara.
Então junte... o stalker da Ashtyn... a perseguidora de merda do Rhys.
É uma treta loka.
Nesse meio-tempo, a Ashtyn é chamada pra um encontro, mas como os dois não têm nada acertado, tipo, não é um namoro, salvo um fling com "benefícios" de tirar a cosquinha vez ou outra, o Rhys fala pra ela ir e tals ( depois ele se xinga de burro pra baixo... mas tudo bem). 
E a Ash vai. E Mano... aí é doido... porque calha que o encontro dela é tipo... um cara muito loooooko das ideias. ( Alerta de staaaaaaalkeeeeeer....)
E ela consegue escapar a tempo, vai pra casa do Rhys e pá. Rola um fling entre eles onde o Rhys fala:
"Okay, chega dessa palhaçada. Vamos acertar os esquemas aqui. Só eu te pego e vice-versa. Cabô esse esquema de aceitar encontros com estranhos. Sou teu macho. Tu é minha muleh."

Uuuuuhhhh... subiu um arrepio pela minha coluna vertebral. Serião.
Tá... começa o lance intenso dos dois... Você acha que tá tudo indo às mil maravilhas... mas ledo engano, caros leitores...
Algo assombra e ronda esse casal. 
Num passeio de final de ano, os dois saem e dão de cara com o ex da Ashtyn. E pá! O filho da puta nada mais é do que grande bully da vida do Rhys. O cara que perturbou a infância dele, que o espancava na escola por pura maldade.
E aí o maldito quando vê que a Ash está agora com o Rhys, fica meio que possuído. E passa a ser um perseguidor.
Então... uh-la-lá... tooooome perseguidores nesse livro!
O stalker da Ash enfim surge! ( vixi... acho que ele já deu as caras tem tempo...) Numa cena fantástica e aterrorizante e recebe o destino merecido.
A perseguidora ex do Rhys recebe a lição dela e vaza...
E o ex da Ash... ah... esse filho da puta faz uma merda épica que vai culminar em todo o desfecho eletrizante do livro.
Quando você respira. Você perde o fôlego de novo.
Juro. 
É tenso. Emocionante.
Não posso contar tudo. Eu sou a Maria- Spoileta. Conto tudo, se deixar. 

Mas o que posso dizer é que Kimberly Knight é magistral em criar personagens tão cativantes e reais que você pensa que realmente eles existem. Você chega a duvidar, por um instante apenas, se não é fruto de sua imaginação apenas o fato de estar lendo um romance de ficção e não "casos da vida real". 
Rhys é tão verdadeiro em seus sentimentos, suas ações, emoções... que você se apaixona por ele de imediato. Ele é o mocinho alfa, mas que sente medo. Que sabe que é mortal. Que sabe que não adianta se enfiar na frente de um cara armado pra ser o fodão da parada, porque ele vai levar bala e vai morrer, com certeza, então... ele admite que sente medo e que pode dar merda se ele tentar ser muito heroico.
Achei isso lindo.

E vou dizer porque crushei forte com esse livro... porque eu traduzi e revisei. Hahahhahah... Então Peguei o Rhys duas vezes... Peguei de novo. E peguei... e peguei e continuo pegando. 
E foi um processo maravilhoso traduzir esse livro da Kimberly. Eu me diverti horrores com ela, durante as altas madrugadas, quando surtava com algum momento tenso e ia perturbar... porque também faço isso... eu perturbo o autor e vou vibrar com ele por conta de alguma cena épica...
E Rhys e Ash me deixaram em polvorosa.
Em alguns momentos quis estapear a Ash... mas sou meio assim com mocinhas. Elas me irritam profundamente às vezes. Hahahhah... Mas nada que desabonasse a mulher. Os dois foram perfeitos juntos. 
O livro é fantastique... Vale a pena ler.

Juro pra vocês. Hóquei nunca mais será o mesmo. 
Rhys Cole vai morar na sua mente. E pedir um pedacinho do seu coração.






Bjuuu



O café quase intocado

Ai, que delícia... vou falar de café? Claro que não. Até mesmo porque nem tomo, pois não posso. Sou quase uma viciada em abstinência... apenas sinto o cheiro agradável e pronto... tenho enxaquecas adoráveis. Daí... usei a referência do café num livro que escrevi, apenas sentindo o cheiro... mas sem nunca poder tomá-lo efetivamente.
Pois bem....
Apenas um café. Ops. O livro é Apenas um toque.
A autora é uma fofa... MS Fayes... conheço pessoalmente. Gente boa pacas. Serião.
Mas enfim... vou falar do livro dela, não dela. Hahahhahaah...

Eis que o livro tem uma capa fabulêsca que dá margem para zoações épicas como mudanças bruscas de título como: Apenas um copo... Apenas um gole.. Apenas um... whatever. 
Mas chama-se Apenas um toque por um motivo. E não, não estamos falando do exame de toque de próstata, caros amiguinhos de mente poluída. Estamos falando daquele momento do toque singelo e doce entre duas almas que pá! Tomam choque... e não, não estamos falando de choque porque pegaram na tomada ou fio desencapado... estou falando da eletricidade latente do Amooooooor...
Foda-se. Insta Love... whatever. Povo taxa assim atualmente, né? Adorei esse termo. Nunca tinha ouvido. É coisa adolescente? hehehhehe. Curti pacas.
Mas enfim... rolou a faísca espocante entre os dois.
Maaaaaas... antes que tudo acontecesse, Adam, nosso elegante macho da espécie que ostenta a capa do livro, o ser elementar que está parado àquela janela imensa e garbosa com vista para uma Manhattan fabulinda, foi tomar um café. Na capa ele está afogando as mágoas num copo de uísque, que fique claro. Ele não está tomando um café ralo num copo de requeijão, por favor... Hahahaha...
Adam estava passeando pela floresta de pedra em Wall Street. Precisava respirar. Desceu do carro elegante com motorista próprio e apenas informou ao cara:
- Vou ali tomar um café naquele agradável estabelecimento.
E foi.
Lá... eis que surge pululando como a Fada Sininho, com um sorriso doce e sapeca, servindo aos clientes com candura, mesmo que esteja exausta. Mila é uma fofa. 
Daí o povo lê e já pensa: eiiiita, porra... lá vem a mocinha pobrinha. 
Eeeei... vamos ser felizes... eu até podia, ops, a autora até podia ter feito uma mocinha bem de vida, mas que graça teria? Bem, na atual conjuntura, claro. Há livros e livros. Certo? Calhou que nesse enredo, o fato da mocinha ser a atendente que encantou o rapaaaaaaz é o que deu o motivo para que ele voltasse ao estabelecimento no outro dia. E no outro. E no outro. 
Adam ficou na admiração por alguns meses, como um cliente qualquer. Não como um creepy stalker como muita gente poderia pensar. Ele apenas gostava de observar a forma como Mila tratava as pessoas, com gentileza, educação, atenção. Não havia maldade ou lascívia em seu olhar especulativo. Ele a admirava ao longe. Sempre pedindo um café e um brownie. Claro que ele malhava depois pra queimar as calorias. Graças as céus a autora não especificou de que maneira era esse gasto... se era com outras mulheres ou não. Ufa.
Enfim... eis que certo dia ele cria coragem e pá. Chama Mila para um encontro. 
Oooooooiiiii.... mano... Mila olha para o exemplar da Vogue Men Magazine e pensa: Wadarréu? O que um homem desse porte quer fazer comigo? 
Gataaaas... sejamos realistas... homens bonitos sabem que são bonitos. Isso é um fato consumado e atestado. Eles sabem e têm plena consciência de seu poder de conquista. Sabem o efeito que causam nas calcinhas das mulheres. Por favooooooor...
Óbvio que a Mila pensou: esse cara, gato desse jeito, com esse terno e sobretudo, cachecol galante, um perfume sexy ( porque vou dizer... o cheiro do café não conseguiu disfarçar o cheiro gostoso do cangote dele quando ela passou e abaixou um pouquinho para aspirar), olhos magnéticos, boca arrasadora... dentes perfeitos, músculos fantásticos ( e aqui ela se perdeu e divagou longe...)... óbvio que esse homem deve ter um quilo de mulheres atrás dele. Que deve estalar os dedos e ter todas que quiser. E por que o interesse em mim? Uma simples batalhadora do café? Que lhe serve os brownies do dia a dia?
Veja lá... Mila não tem problemas de autoestima. Ela se acha bonita, mas tem plena noção de que existe um abismo social entre eles. 

Mano... qualquer mortal veria isso. Eu já passei por isso, porra. 

Enfim... Adam recebe uma leve rejeição, não tão brutal quanto Mr. Darcy, mas não desiste. Ele engendra um esquema para que Mila entregue alguns doces em seu escritório. E muitos devem ter pensado... pobrezinha... a pobre Chapeuzinho indo ao encontro do Lobo Mau.
Hahhahaha...
Não, caras amigas. Adam é um lorde. 
Calhou que no dia em que ela foi, Mila estava se sentindo péssima. Uma forte gripe ( ainda bem que não era a H1N1) havia acometido seu corpo a deixando combalida. 
O choque de vê-lo atrás da mesa imponente, associado com o vírus insidioso dentro de seu corpinho acabou fazendo com que ela tivesse um pequeno mal-estar no local. Geeeeente... eu adooooooooro mocinhas que desmaiam nos braços dos mocinhos! Acho isso lindo! Épico. Emoção pura! Tão vintaaaage!
Sempre quis dar uma desmaiada nos braços do meu husbie, mas uma: sempre calhei de desmaiar longe. Bosta. Duas: Tenho medo do infeliz não me carregar adequadamente e fazer como as cenas dos livros, e acabar me depositando no chão, aí cagou a imagem romântica toda na minha mente. Bosta dupla.
Então, melhor eu desmaiar quieta no sofá mesmo. Hahahhahahah...
Pera... acho que a Mila desmaiou no sofá. Foi isso, produção?
Enfim... Adam viu seu estado periclitante. E cuidou de sua saúde como um gentleman. Chamou a doc da empresa, pagou os remédios. Levou a mocinha pra casa.
No dia seguinte, ainda foi vê-la, para averiguar se estava bem.
E aí teve início. Ele deixou claro que o movimento de xadrez do dia anterior apenas tinha sido o início da partida do amooooor. Porra... o cara tava fisgado, gente. Mila é que é lesada e demorou a ver.

Foi um lance rápido. Alguns dias de amor lindo e frenético. A descoberta dos momentos ardentes e sem febre do vírus. Hahahahha... O toque referido. Esse... Apenas o toque das peles. Ah, que lindo. Foi explosivo. Fez um booom. 
Daí o Adam pegou o vírus da Mila. Obviamente. Daaaah... Vamos pensar. O cara trabalha pra caralho. 
Estava com a imunidade baixa. Estava há meses mudando a rotina e sem tomar café em casa, no apartamento luxuoso, porque queria tomar o café na delicatessen onde Mila servia. Daí... ele pegava friageeeem... e ainda trocou uns fluidos loucos com a mina que tava dodói. Pronto. Gripou.

O que a mocinha faz? O que toooooooda boa mocinha deveria fazer, porra. Vai cuidar do macho dela.
Mas eis que surge um entrevero no meio do caminho. Um puta mal-entendido na versão puta mesmo. Uma socialite puta macabra nojenta e do mal. Que se acha a rainha da cocada preta e fala uma asneira pra Mila.
Vamos lá. Em tese, Mila está com Adam há poucos dias. Os dois tiveram um envolvimento relâmpago. Por mais que já se "conheçam" há alguns meses porque ele sempre está na deli, o relacionamento realmente só engatou depois. 
Então... muita coisa poderia estar oculta. Como o que a viada loira ( nada contra as loiras, gente... a autora disse que na hora estava sem escolha de tinta da cartela de cores da Koleston...) contou à Mila.

Mila saiu em uma desabalada carreira e fugiu. Sumiu. Desapareceu. Escafedeu-se. Ouviram a música dos anos 80 do Blitz? Praticamente ouvi em minha mente agora... "perdi meu amor... no paraíso..." Desculpa... divaguei. Hahhahaha...

Tá. Onde eu estava ?
Okay.
Eis que entra no babado Jeremias, Maconheiro sem-vergonha que organizou a roconha e apareceu por lá. Puuuuta que pariu! Mentiraaaaaaaaaaaaa... hahahah to zoando. Mas apareceu o Vic. Amigo da Mila. Um fofo. Mas meio surtado das ideias e com uma preocupação monstro de que algo de mal pudesse acontecer com a amiga.
Os dois têm uma história de vida, um passado conturbado ( nada romântico), e muita coisa se desencadeia por conta disso. 
Mila atende ao que Vic fala e com medo de não ter forças suficientes para lidar com os sentimentos que a perturbam, vai. Vai embora. 

Uma pausa para um respiro aqui.
Bebi água.
Masquei um chiclete.
Muita gente sente rancor da mocinha durante a leitura. Eu considero o seguinte... nos coloquemos no lugar da pobre. Okay? Ao menos por um instante. Pergunte-se se fosse você, o que faria. Tudo bem... muita gente diria que agiria de maneira diferente... mas o que é mais legal no esquema aqui é que é um livro. Ficção. Se não tiver uma reviravolta, uma ação abrasiva, o livro não tem mote. Não tem gancho para uma cena que puxará outra.
Então... Mila precisou tomar uma atitude drástica.
Que culminou na imagem da capa do livro. Num Adam pensativo, triste e arrasado. Com um copo de uísque.
Tadinho.



Mano.
Rola o paranauê básico que adoro nos livros. A-do-ro. 
Mocinha pá! tem um segredo. O tempo passa. O tempo voa. Mas a poupança Bamerindus já nem está numa boa...
Quase dois anos depois... tcharaaaaaaaaam... eis que os dois se reencontram. 
E uaaaaau.
Bastou APENAS UM TOQUE. Pra que os sentimentos despertassem todos de novo.
Mas precisou rolar todo um lance de perdão nesse meio-tempo. Adam precisou perdoar Mila pelo sumiço. Perdoar por manter o segredo épico que escondeu. Mila precisou SE perdoar por ter visto que agiu como uma idiota infantil. Viu? Ela mesma assumiu.
O importante é que ela teve peito e coragem para admitir os erros. E ele teve amor suficiente para perdoar e retomar aquilo que sempre achou que foi seu: o amor dela. 


Olha... Essa é a história do livro.
Clichê? Probably. Porque o mundo do romance, sem os elementos clichês não seria nada. Teria que ter sangue, morte, separação eterna e fim lamurioso para que não fosse clichê.
Admiro os autores que sabem escrever um romance e ainda assim conseguem abordar elementos FORA do clichê, maaaaaas... se você analisar intrinsecamente, TODOS os livros terão as pontas elementares do universo clichê que permeiam o imaginário das leitoras. 

O que surpreendeu foi que muita gente associou o Adam ao Sr. Grey. WHAT? Comassim? O cara nem tem um quarto da dor, não usa algemas, chicote, não tem perversões sexuais, não é kinky, não tem tara, e, pasme... não chega com um contrato na cara da mocinha. Ah... mas ele é alfa e dominador. Sim. Mas não é DOM. Existe uma diferença enoooooooooorme entre um conceito e outro. 
O macho alfa que assume a liderança, preza pelos cuidados, segurança, conforto e na hora do sexo faz questão de satisfazer a mocinha com tudo de si. Ele é o alfa. Domina com a essência, para que ela saiba que é sua fêmea escolhida. Porra... mas isso é muito animal. Credo. Mano... vamos lá... MR. DARCY é um alfa. Por favor... quem nunca viu isso é cego. Ele pode ser um lorde, whatever... mas é alfa. Do fio do cabelo elegante à ponta do sapato. Não é à toa que interferiu na vida da Jane e do Mr. Bingley, não é à toa que chegou na Elizabeth e já foi falando "tô caído de amor por você, mesmo você não sendo de berço..." Oiiiii... 
Militares, MCs, Mafiosos, Bad boys, roqueiros, policiais, CEOs, cowboys, jogadores, VAMPIROS, shifters, aliens... a caralhada toda dos mocinhos que habitam nossos livros são Machos alfas.
Basta observar.

Mas... Adam meio que irritou algumas leitoras. Hahahha... com suas atitudes muito... sei lá. Ele levou um suco pra Mila, porque ela estava doente. Ele deu o remédio pra ela por causa da febre. Ele quis ter certeza de que ela estava se cuidando. Fez o jantar pra ela... meu Deus... que atitude impensada desse homem. Ele foi muito Grey.

Vamos ao meu momento divagante aqui. Ramuh lá... EXISTE VIDA ANTES DE CHRISTIAN GREY.
Digo, existem referências aos mocinhos antes da existência do Grey...
Hoje todo mundo compara a ele. Tipo... é CEO? Nooossa... mas fez igual ao Grey.
Não, gente...
Essa fórmula clichê referida de mocinho rico, milionário, bonitão etc, versus mocinha menos abastada, jovial e batalhadora é uma fórmula explorada já dos idos anos 80, 90... de romances de Banca, Julias, Sabrinas, Biancas. 
Minha formação literária florzinha vem daí. As referências até mesmo para escrever as cenas românticas são daí.
Não de Christian fucking Grey ( nada contra...). 
Já divaguei sobre a Trilo dos 50 Tons. Já parodiei 50 Tons... Mas vamos lá... why? whyyyyyyy... por que eu teria que ficar focada na concepção de um macho, que na verdade foi concebido embasado nos que já existiam antes dele?

Sacaram? 

50 Tons é um puta clichê também... porque usou referências dos livros de bancas... nooooossa... e ainda usou o plot de fanfic do casal badalado do momento à época, Edward e Bella, de Crepúsculo. Oooohhh...
CEO rico, cheio da grana e atormentado... mocinha universitária tapada e desengonçada. 

Crepúsculo é clichê porque usou fórmula de outros livros com amor entre vampiros e humanos, com a diferença que Stephenie Meyer inovou na parada e colocou adolescentes na jogada. 
Vá ver a série Dark Hunters, da Sherrilyn Kenyon, quando começou a ser escrita. Antes dos anos 90.

Qualquer livro de viagem do tempo também é clichê porque se baseou na fórmula de Outlander... de Diana Gabaldon... que começou a ser escrita há mais de 20 anos. 

E porra... pasmem... Diana Gabaldon usou uma fórmula de viagem no tempo de Hannah Howell... autora de romances históricos... Caracas...

Viram? Clichê é isso. Usar elementos que já existiram, que existem, que habitam o imaginário literário, que preenchem as fantasias das leitoras, criando histórias a partir dali... com roteiros distintos. Aí cabe ao autor realmente delinear um roteiro diferente, mas os elementos básicos estarão lá. Isso é fato consumado.

Divaguei.

Só pra dizer que sim... Apenas um Toque é um romance florzinha. Com elementos clichês. Há um milionário, mas não... ele não é DOM. Não é abusivo, mas é alfa. E há uma mocinha mais carente de finanças e com uma história de vida familiar estranha. Mas é batalhadora. Estuda, tem boas notas e trabalha. Gente como a gente. E por que não? Como é fantasia... calhou que essa mocinha fez revirar os olhinhos do bonitão de Wall Street. Ele não levou a moça pra dar um voo por cima das copas das árvores no cangote dele, nem mesmo num monomotor.. asa delta, foda-se... whatever... hahahha... mas ele pode dar um certo luxo e regalias que ela nunca antes imaginou ter. 
Juro pra vocês que livro deveria servir apenas pra isso. Fazer o leitor ter um momento de viagem cósmica e se divertir. Pensar por um instante: "caracas... quisera eu ter a facilidade de um jatinho..."

Pronto. Só isso. Nada mais do isso. 



 Então... se você curte um romance despretensioso... com cenas sexy e nada gráficas, apenas sensuais e não ardentes nos zói... é uma leitura que talvez te agrade. Vá preparado para sentir alguma irritação com a mocinha. Mas depois você estenderá o perdão a ela. Certeza. E vá preparado para momentos de tensão... porque a autora deu uma aloprada sinistraaaaaaaaaaaa do meio pro final. Hhaahahahahhah...

Como diria o meme do momento... é pra te deixar "impactada"...


50 Tons de Sacanagem

Vou dar meu veredito final. Fechar um ciclo. Dar um tchau na história. Fechar a gaveta e dizer um au revoir, mon amour para a Saga Grey. E quando digo isso, estou falando no sentido da febre virulenta da espera épica e quase doentia ao longo desses anos. Já pararam pra pensar em como somos guerreiras e pacientes? Mais guerreira ainda é a esposa do Jamie Dornan... tenho que tirar o chapéu e a roupa ( no bom sentido) para essa moça... Eu não poderia estar no lugar dela. Mesmo que muitas de nós desejasse isso, duvido e aposto 20 dólares como a maioria daqui sairia correndo para o consultório do terapeuta no momento em que visse seu marido gostosão dando um pega "técnico" na Dakota "sem-sal" Johnson. Desculpa aí... mas ela pra mim, precisa de uma pitada de Sal do Himalaya e algumas gotas de tempero extra-forte, ginseng, raiz braba, pimenta do reino, vermelha, cascuda, whateeeeever... pra dar gosto. 

Okay... lá fui eu. Alone. Sozinha. Sem o balde de pipocas. Enquanto eu aguardava um resultado de exame, fui para o shopping, como quem não quer nada... passei na frente da sessão do cinema.... também como quem não quer nada... e lalalallala... olhei a sessão... Dava tempo. Comprei. Olhando por cima do ombro. A moça do lado estava comprando também. Sorrimos delicadamente uma pra outra, quase fizemos um High Five, tipo: "Grey, né?" Hahahahh... Foi difícil escolher o assento, não porque estava cheio, e sim porque todas tiveram a mesma ideia que eu: pegaram a parte de trás, e as pontas. Merda. Enfim... segui meu rumo e e fui para  meu lugarzinho. Desliguei o celulóide... taquei meus óculos na cara, me perguntei "por que sapoha não foi 3D?" Hahahha... seria engraçado... pensa... o chicote do Grey vindo na sua direção e vc dando um salto olímpico na cadeira, pensando que era contigo... Uuuuuiiiiii...

Começou. Agoooora começa, realmente, o meu momento divagante. E por favor, não levem para o lado pessoal. Quando eu divago, eu observo elementos que me chamam a atenção e ficam registrados no meu cérebro hiperativo, logo, viram motivo de risadas entre meu grupo de neurônios loucos. Daí eles confabulam e só sai zoeira. Então, gente... não é que eu vá falar mal... eu apenas vou... hum..hum... zoar.

Já começo como Dilma, a ex-presidenta do país e suas frases óbvias: "Vamos começar do começo, porque é começando que a gente começa."
O filme já parte do casamento. Nota dez para a estilista porque ficou um garbo sensacional. Senti uma inveja fresca e sutil do modelito, pensei: Pooooxa... bem que o meu podia ter ficado moldado assim...
Eu tive que dar uma risada porque os peitos da Dakota são caídos... desculpa, gente. Mas são. Nada contra os peitos pequenos, poxa... os meus são. Inclusive, minha heroína de romance favorita de todos os tempos se chama Eve Dallas e o mais legal nela é sua descrição física e o fato de ter pouco peito e mesmo assim ter faturado o gostosão do Roarke. Então... peitões não garantem, necessariamente, os ricaços literários. Anotem isso, por favor. 
Okay...

Daí vamos à cerimônia... e mano. O que era aquilo? Por que raios Anachata estava envolta em uma tela-mosquiteiro? Tá, eu sei. Era o véu. Mas, honestamente, pra mim parecia mais um mosquiteiro desses que a gente usa quando está no Nordeste e as muriçocas avançam loucamente, daí a gente tem que dormir quase como uma rainha, ou quase como um bebê... protegido do ataque mortal dos pernilongos famintos. O único que pensei foi que Anastácia estava protegida por um mosquiteiro contra o "pênislongo" mais temível de todos: Christian Grey. Hahahahahhaha... caracas... eu ri sozinha do meu pensamento louco no cinema. Daí guardei pra compartilhar com vocês, porque compartilhar é preciso. Anote: Divagar é preciso.




Okay. Casaram. Foi aquele mimo. Sorriso daqui, pá de lá. Ana deu aquele sorriso tosco diante do luxo do avião de Christian... praticamente vi os cifrões espocando ali. Daí foram para a França. Fizeram passeios turísticos. Foi fofo. Nice. E tô falando o nome da cidade, não a palavra em inglês nice, que se lê "naice"... 
Se teve uma coisa que me irritou magistralmente no terceiro livro Cinza foi esse período encubado da lua de mel. Porque uma cena em específico nunca me saiu da cabeça. O momento em que Christian dá uma pulseira ( acho) caríiiiiiissima pra Ana e ela meio que surta, porque é muito cara e tchururu. Aí a viadinha vai numa viela e compra a poha de uma tornozeleira fubanga, pra garantir as origens humildes e tals. Wadarréu??? Mano, não quer H. Stern, Vivara e nem Pandora, vai na Morana mesmo então. Oxi. Ou na Feira da Torre aqui de Brasília. Pede pro Grey te dar algo da banquinha que fica de frente a uma que vende rede. É preço baixo garantido.

Enfim. Ana faz a cena topless. Tosco. Christian dá o troco. Nada de chupões. No livro tem. Hahahahah... Dakota tava realmente à vontade mostrando os boobs pra todo mundo, né? Valei-me. Eu estava muito grata que fui sozinha e sem meu marido. Credo. Ia fazer o mano comprar pipoca quase que o filme todo pra tirá-lo da sala. Ou refrigerante. Balinha. Até dar a ideia pra ele ir fazer xixi, eu ia. Enfim...

Voltam a Seattle. Tudo começa. Chatice da viadinha de manter o nome de solteira, ao invés de Grey. What a fuck? Casou, vai com tudo, fia. Não tem essa de "quero manter minha individualidade"... Repararam que o autor que ela ia lançar é o lobinho do Teen Wolf? Eu reparei... hihihih...

Todo mundo de olho no guarda-costas da mina. Sexy. Algumas cenas tórridas daqui. Outras dacolá. 
Lembram que falei da irritação que tive com a cena da pulseira no livro? Porque no livro ela nunca foi compatível com a cena do carro, o R8, o mesmo carro que ela pede pra dirigir. Anachata se irrita porque ganhou uma pulseirinha de nada, mas "pede" um carro pro Grey ( no livro tem). E ele dá! Ueeeeeun... E ela reclama do preço? hein? hein? hein? Nope, ladies and gentlemen. Ela não reclama. Ela fica exultante. 

Enfim... cena da perseguição. A mina devia ter recebido umas 390 multas ali, por direção perigosa. Dirigia um carrinho tosco o livro 1 inteiro, mas daí entra num carrão e pá. Já pisa o pé. Tá bom, Cláudia. Sentá lá...
Cena do sbrubles dentro do carro apertado. Maaaano... cês repararam como o carro é rebaixado e compacto? Como esses dois conseguiram fazer aquilo? Eu tive câimbra só em imaginar a cena. Digo, tentar ME imaginar na cena. Sério. Gemeção daqui, dacolá. Pá.

Vamos lá... momento onde quero dar um consolo pra esposa do Jamie. NÃO EXISTE SAPOHA DE BEIJO E PEGADA TÉCNICA CARALHO NENHUM!!!!  Pronto. Desabafei. Maaaaano... o Jamie, digo, Grey. digo, Jamie, deu uma mordida nos mamilos enrugados da Dakota, digo, Anastácia, digo, Dakota. Fuuuuuck! Literalmente, quase. O quê? Sério. Só com doses de tequila, vodca, caipirinha e Valium misturado com Dormonid pra poder esquecer da mente a imagem do MEU marido carcando os boobs de outra indivídua. 
Ainda bem que não sou casada com um ator de cinema, requisitado, venerado, desejado, cobiçado... whatever... por quase meio milhão de mulheres. É muito tenso isso, minha gente. Sério.

Daí temos a cena onde Anachata dá uma pirraçada épica e vai pro boteco, mesmo o marido pedindo pra não ir. Faltou um diálogo intenso ali. Jack filho da puta está na espreita, achei a cena corridaça, Grey chega puto e Anachata acorda no dia seguinte com um pijama que mais se parece com a roupa de uma arrumadeira de hotel. Juro. Cês repararam? Nada de camisola sexy, babydoll estiloso. Não. Era um pijama azul escuro com lapela que juro pra ti... parecia uniforme de algum serviçal. Meus neurônios começaram a rir e um falou pro outro: "Ué, a arrumadeira estava arrumando o quarto e resolveu tirar um cochilinho rápido na cama do patrão?" Rolou uma gaitada épica no meu cérebro povoado e eu anotei isso, mentalmente, pra divagar pra vocês. Aposto que ninguém reparou. Tentei caçar uma foto na internet, mas não achei.

Daí, Grey fica putinho e rejeita a mocreia no chuveiro. Esse foi o momento em que todas as safadas do mundo esperavam que a câmera baixasse um pouco mais, para que desse um zoom abaixo do V do rapaz, mas... heheheh... só bunda, pessoas. Jamie estava bem comedido. Hahahah... Nada de arbusto épico dessa vez. 

Cena de Aspen. Momento do sorvete. Minha nossa senhora das calcinhas fervidas em ácido. O que foi aquilo? E não... não tô falando que foi sexy. Meu lado divagante ficou rindo porque fiquei pensando no sabor do sorvete... com pelos pubianos. Vamos lá. Passar sorvete no tórax do boy magya tem que funcionar somente quando o cara tem mania de depilar tudo. Senão, você leva pra dentro da goela uma parcela irrisória de pelos, né não? A mina passou no mamilos do Grey e nhac... tinha pelo ali, que eu vi. Daí foi descendo. E UOU... tinha pelo ali na linha do caminho do pecado... E UOU... cadê a esposa desse cidadão? Pra dar uns gritos??? TEM UMA MOÇA AFUNDADA NO COLO DO TEU MARIDO!!! Pode não estar fazendo nádegaaaas, mas tá lá. Meeeeu... se chegar perto do ombro do meu, eu já parto pra cima... imagina no território do quadrilátero do sul?  
Aí, Grey retribui o favor e passa o sorvete na mina... sabor... baunilha com limão. Porque imagino o azedume que a mistura deve dar. E manda ver. UOU! MIGAAAA...TEU MARIDO, AQUELE ATOR FILHODAPUTA TÁ COM A CARA ENFIADA NAS PARTES PUDENDAS DA DAKOTA FUCKING JOHNSON!!!  Terapia. Eu precisaria de terapia. Já tô precisando só por me condoer pela mulher do Jamie. 

Okay. Cena da gravidez. Acho Jamie Dornan andando uma graça. Mas é motivo de graça mesmo. Ele tem um gingado engraçado. Daí eu morro de rir. E chegando bêbado... pode ser que o filme dublado tenha sido uma bosta e a dublagem não colaborou, mas achei uma... bosta. Hahahah... Mas enfim... Pra não dizer que não gostei de tudo, gostei da parte em que ele enfia a cabeça dentro da blusa da Anastácia. Só. 
Eu sou muito analítica. Assisto e fico imaginando as filmagens da poha toda. Sacam? O filme deixou de ter o encanto ou a magia do cinema pra mim. Eu fico projetando e pensando em quantas pessoas estão no estúdio de gravação, as luzes, se o ar-condicionado tá ligado, daí tá frio, daí por isso os bicos dos peitos da Dakota estão entumescidos. Hahaha... se bem que não deve ser muito difícil ficar "rígido" com o companheiro de cena, certo? Ui... hahahahah... Mas aí penso... será que o "companheiro", vulgo, amigo de baixo, do Jamie se levanta para dar um oi? Será? E, se ele se levantar, será que a mulher dele bate nele em casa? 

Eu acho que por isso muitos casamentos entre artistas são malfadados. Pensem... tentem se colocar no lugar deles. E deixem de ser safadas, porque estou imaginando vocês se colocando no lugar da Dakota tomando uma carcada "técnica" do Jamie. Tô falando pra vocês se colocarem no lugar da esposa dele. cacete... esqueci o nome dela e tô com preguiça de procurar na internet... Sorry. Ah, lembrei... Amélie? Amelia? Putz... Amélia é que era mulher de verdade... heheheh...
Podem falar que é técnico à vontade. Pra mim é o escambáu. Tá encostando pele com pele, mano. Sai pra lá. Tá roçando... tá friccionando. Pelamor...

Ah, outra coisa que reparei... Gia, Mia, Sia... valei-me... o que há com nomes com apenas três letras? Gia, a arquiteta maníaca e sem noção que merecia levar um esquadro no meio da bunda. Mia, a irmã que ficou parecendo um guaxinim drogado enquanto estava amarrada pelo Jack, o cara de drogado possuído. E Sia, a cantora, porque teve música dela nos 3 filmes, acho. ADOOOOOORO! Hehheheheh... Por isso meu cérebro registrou.

Enfim... cenas finais. Corrido. Achei tosco. Mas o mais tosco de tudo. Como uma criatura consegue entrar na poha de um banco com uma arma no cós da calça? COMO? COMOOOOOOO? Que merda de banco é esse? Não piso nunca mais lá! Vou cancelar minha conta corrente, porque sério... que perigo. A mulher entrou na maior, com a arma ali... como quem não quer nada... na cintura da calça. Aham... como se uma arma não fizesse volume... Aham.... Mano... nem sendo a Sra. Fucking Grey... não justificaria a segurança do banco ter permitido... cadê os sensores e alarmes dessa merda de banco? Hahaahahha... Cadê a porta giratóriaaaaaaaa com detector de metal??? Pra mim essa merda apita se eu tiver com dez centavos no bolso, mas pra Sra. Grey não apitou com uma arma???
E pelamor... que facilidade pra conseguir 5 milhões de dólares. O dia que precisei pegar 1 milhão foi uma luta. Juro. Tive que assinar um monte de papel, esperar mais de uma hora, deu tempo de fazer as unhas e tal. No final, saí de lá com o money, mas enfim... vem cá... 5 milhões cabem em uma sacola daquele tamanho só? Não teve um lutador que precisou de uma van pra levar uma grana pra casa? Deve ter sido mais, né? Tá bom. 5 milhões é pouco mesmo. 

Okay. Ela vai pra área do perigo. Assim. Na maior. Kinen filme de terror quando a mocinha sabe que naquele quarto tem um puta monstro, mas mesmo assim a kenga entra. ( Nesse momento meus olhos estão revirando igualzinho ao da Anastácia... ). E toma duas bolachas na cara. DUAS BOLACHAS. Vulgo, dois tabefes. Dois tapas bem dados. Tá... a mão do cara é pesada e tals. Mas, maaaaaano... não é pra tanto aquele ferimento do lado direito do rosto, com direito a olho roxo e tudo. Eu pensei... oxi! Onde ela levou um bumbão que eu não vi??? Caraaaalho... foi um baita roxo medonho. Achei que a mina ia sair em coma da cena do crime. Credo. Tudo bem que adoro uma cena tensa e cheia de emoção, com direito a hospitais... mas... uou... dois tapas, pra quem leva surra de cinto, e ficar com aquele olho roxo ali? Uma lascada sinistra na face? Aí vão dizer que foi na hora da queda no chão. E ela caiu com o olho em cima de uma pedra, foi? E que tabefe foi aquele pra abrir um rombo medonho na boca assim??? No máximo daria uma afta bem glamorosa no dia seguinte.

Mas enfim... essa sou eu... divagando. Hahahhahaahah...

É isso. Teve direito até a cena epílogo. Awww...

Mas achei corrido. Como muitas de vocês. Mas fechou o ciclo. Pronto.
Fizeram até flashback com Ana se lembrando de todos os momentos anteriores dos filmes... aquilo ali foi uma puta jogada de marketing pra fazer a gente ir catar os dois filmes pra assistir de novo e nunca deixar morrer na memória. Mas... pelamor... Cês reparam que Jamie Dornan estava bem franguinho no início e já terminou como um Galo, digo, galã? Isso se chama EVOLUÇÃO do dinheiro bem investido. 

É isso. Prometi que ia divagar. Não me taquem pedra, please. Não tenho culpa se minha mente opera em outra frequência. Uma mais desregulada que a da maioria... mas juro que não faço por mal...

Desculpa aí os spoilers, se não tiverem ido assistir... Heheheh...
Não se sinta mal se você tiver amado. Eu não detestei. Só acho que não merece um Oscar, nem Grammy, nem nada. Capaz que leve algum Framboesa de Ouro porque o povo nos States é sacana pacas... mas... paciência... os atores estão aí pra se jogar mesmo.

Gosto do Jamie como Grey... mas ainda acho que o bichinho fica constrangido na interpretação do DOM Pica das Galáxias mor. Em momento algum consigo vê-lo como um puta dominador, como alguns outros personagens de livros que já li. Mas, enfim... essa é minha opinião. Acho o Grey... fofo. Hhahahahha...

Não gosto da Dakota. Não consigo gostar. Pra mim ela nunca vai ter cara de uma garota de 22 anos, pelamor. Só os dentes dela já denunciam a prática da cigarrilha diária... fora as ruguinhas, que nem eu, na minha idade, tenho. Nem aquela franja conseguiu dar o ar de jovenzinha pueril. E ninguém nunca vai demover essa ideia da minha mente. Eu tenho uma Anastácia mental. CABÔ.

Não gosto da EL James. Acho que em todas as minhas divagações sobre 50 Tons eu falei isso. Não me perguntem o porquê, mas não gosto. Sorry. 

No mais... estou na dúvida de qual filme gostei mais. Talvez tenha sido do segundo. Enfim.

É isso aí.


Bjuuuuuuuuu... e uma cintada na bunda de vocês. Do Christian Grey. Hahahhaha... 



Os Vampiros, digo, Vanírios

Xô falar... nem sei porque cargas d'água eu tenho umas manias meio lokas. Entre tantas que cultivo ( manias loucas, digo eu) está o fato de que adoro reler algumas séries marcantes e empolgantes. Mesmo que eu tenha 9.786 livros na fila pra ler. Mesmo que eu fale que vou conseguir ler aquele livro que está encalhado e que falo que vou ler desde o início do Século XXI. Enfim... Algumas séries entranham dentro da gente e pah... quando tu vê... está com a bicha de novo na mão. No iPad.

Uma das séries que todo ano passa pelo controle de leitura anual é a série Vanir, da Lena Valenti. Eu nem sou lá dessas leitoras mega ultra power aficionadas em livros sobrenaturebas e de vampiros chupa-sangue, hein? Eu tenho algumas que leio, mas de boa. Tá lá... tchururu. Pronto.
Agora, Vanir exerce um fascínio muito tosco e incompreensível que até hoje não compreendi, mesmo tendo lido a série umas três, quatro vezes.
É claro que tenho meus preferidos, então releio somente aqueles que realmente aquecem meu corpo sexy. Heheheh... se é que me entendem.

Então vamos lá... eu já divaguei sobre os Vanir. Uma puta sacada da Lena. Um bagulho tão inteligente que você lê e fica... caracaaaaaaa, mano. O que será que essa mulher fumou, cheirou, injetou ou whatever pra conseguir fazer essa viagem astral muuuuito looooka aqui?

Veja lá... Lena criou um universo interessantíssimo que muito nos interessa. Eu sei que fui repetitiva no verbo interessar, mas os caras realmente são bem interessantes. Hhahahah...

Ela escolheu o panteão nórdico pra embasar uma história muuuuuuito loka, onde você lê e fica... mas maaaaano... será? Odin, Freya, que loucura é essa, meu? Será? Será que tem essa cidade na Inglaterra? Esse trem na Escócia? Será que existe sapoha de Valhala? Asgard? Será?

Esqueça toda a concepção de Odin que você tenha na mente. Ainda mais depois do gostoso do Thor, o filme. Desde onde sabemos, Odin compõe uma figura meio tosca e caquética, tipo a cara do Anthony Hopkins, apesar que o ator deu uma vida bem garbosa ao cara, mas enfim... o Odin aqui da Saga é um pouco mais ajambrado...

Esquece esse Odin. Vamos rejuvenescer com Jeunesse.



Vou pensar nele como um Ragnar um tikin mais velho... okay?

Pronto... Mitologia Nórdica: Vikings, Odin.


Porque veja lá...  é uma zorra aqui, minha gente. Pra quem ama mitologia nórdica é um prato cheio, mas vá com a mente aberta e sem ficar preso às concepções do que você já conhece, porque tudo é licença poética, criado e recriado para dar um mundo de fantasia aos leitores. E a Lena conseguiu.
Figura de Freya que achei na internet.

Daí a treta toda começa pelo seguinte.

Odin sempre foi a fim da Freya. Ela sendo a deusa da sensualidade, a Resplandecente, resplandecia geral e meio que queimava a retina dos machos todos. Daí até o Loki era meio doidão por ela. Esqueçam que Odin não é o papa do Loki, tá? Mas rola um conflito muito doido, Loki continua sendo um sem-vergonha trapaceiro que sempre quer passar a perna em todo mundo e quer dominar o MUNDO. Poha... Super clichê. Mas é massa.
Consigo visualizar Freya como Charlize, e Lena meio que se baseou nela.


Enfim... onde eu tava? Ah, tá... Odin.. a fim da Freya. Mas o Odin é um tapado, casou com a Frigg... que faz jus ao nome e é meio frígida... então Odin meio que se fodeu. Bom, ele meio que fodeu o panteão todo também.

Odin é o deus dos Aesir. Freya a deusa dos Vanir. Tá sacando de onde veio o nome da saga? SAGA VANIR. Ou seja, quem manda na poha toda é a Freya. hahahah... Go, girl!

Odin criou os cabra machos muito doidos na Terra Média ( nada a ver com o Senhor dos Anéis), o Midgard, chamado Bersekers... suuuuuper gostosos. Porque mano... é livro de mulherzinha... se não for pra ter homem sobrenatural gostoso, nem leio. Além disso, ele ainda tem uma equipe suuuuper bacana que fica de guarda em Asgard, chamados de Einherjars... difícil pra carái falar o nome desses felas, mas eu falo. Hehhehe... só não sei se tá certo... Enfim... esses colegas aí com o nome difícil pacas são os guerreiros que morrem em batalhas honrosas na Terra, daí quando morrem, olham para o céu e encomendam a alma para uma Valquíria... Eeeeeitaaaaaa.... olha a treta começando.

Freya criou as Valquírias... as bichas são aquilo tudo que a gente sempre imagina mesmo. Descem o cacete, não têm medo de nada, têm o corpo malhadão, são piteuzudas, e pegam os caras gatos. Oooopa... mas a Freya disse que no Asgard pode tudo... menos perder a virgindade. Olha que sacanagem! Por isso elas sempre chamam a Freya de deusa puta.

Certo... a Freya criou uma raça que mora de bobs na Terra... os Vanírios... eles são meio que... vampiros... mas num lance meio Cullen, porque eles não chupam sangue humano, saca? Eles só se alimentam com a chupação de transfusão sanguínea com seus companheiros de vida... Ooooohhhh... E são chamados Cáraids... E não tô falando Caráaaaai... É Cáaaaaraid. Parece... mas não é a mesma palavra. Hahhahaha...

Enfim. Rola um esquema muito doido. Quando um é cáraid do outro, acabou. Nem ligação telefônica tu tem direito mais a fazer, mano. Os caras leem a mente um do outro, sabem até quando um tá com gases, com enxaqueca. Um não pode ficar longe do outro, sob o risco de ficarem debilitados e morrerem de inanição e falta de Sbrubles ( vulgo, seeeexo). Enfim.. é uma droga... imagina? Tu não pode nem ir ao spa, de boa... ficar lá à toa, arrumando a unha? Olhando uma revista, instagram... passa a foto de um macho e você olha, pensa em algo, o Cáraid na hora manda a mensagem mental:

"Que porra é essa que você tá pensando aí? Quem é esse Christian Grey que eu vou descer o cacete agora e arrancar as bolas e fazer descer pela goela?"

É bem nesse nível, okay? os caras são machos alfas muuuuito enciumados e doidos. Doidos meeeermo.
Então... A Lena tem algum problema que precisa ser terapeutizado ou que foi mandado terapeutizar e soltar através de seus livros. Algo muito a ver com início de relacionamento sexual abusivo.

Deixa eu explicar pra vocês. A Lena é uma escritora fantástica. Eu costumo dizer isso quando um escritor escreve bem pra caralho, escreve algo que te irrita pra cacete, mas você não consegue largar e quando vê, tu continua lendo. Com um balde enorme de pipoca do lado. Porque você quer acompanhar a treta épica que vai rolar.

O que incomoda muita gente e faz com que muitas leitoras desistam já no início, porque irrita mesmo as feminazis, é porque TODOS os livros, absolutamente TODOS, sem escapar um, começaram com o relacionamento do casal principal à base de sexo à força, vulgo, estupro de alguma forma. TODOS. Sem tirar nem por.

Enumerando por livro:

* O livro de Jade

Caleb, o Vanírio gostoso acha a humana Eilleen ( que na verdade é Aileen ) e pra dar um castigo fodido nela, resolve tirar a virgindade dela na marra. Ele não esperava era que a mina fosse uma híbrida de Vanírio com berseker, que fosse filha do melhor amigo dele que ele estava vingando e que fosse virar sua cáraid. SE FODEU. Por quê? Porque uma vez que rola a vinculação carnal, com troca de sangue e tchururu, o outro fica dependente, como um viciado, saca? Se ele não consome, ele fica loucão. Daí, capaz até de se lançar no sol pra tostar e morrer chamuscado, ao invés de pegar um bronze, ou se vender pro Loki.
Obviamente que o cara, digo, Vanírio, depois faz tudo para conseguir o perdão da mina.

* O Livro da Sacerdotisa

A Ailleen, agora toda feliz com o Vanírio Caleb, morava na Espanha, daí ela vai pra Inglaterra, e leva uma amiguinha humana, a Ruth. Na treta que começa, um berseker gostosão acaba ficando puto com a Ruth, por alguma razão que não venho a me recordar agora e resolve sequestrá-la e mantê-la presa na cabana de caça dele. Ele meio que sonha que vai ter uma profecia muito doida onde a mina vai dar cabo da vida dele, algo assim. Pois bem... certo dia... para castigá-la... o que Adam, o berseker gostosão faz? Toma a mina a pulso. Na marra. Pra dar uma lição. Se fodeu... porque calhou que a Ruth é a Kone dele. Lembra que os Vanírios têm Cáraids? Suas cara metades? Os bersekers têm Kones... que fofo. Parece a comida japonesa, né? Mas não é...
Bem... rola a maior mágoa épica e tals. Ruth é na verdade uma puta sacerdotisa ( eu disse puta sacerdotisa, não sacerdotisa puta, hein?) e exerce uma função muito importante para deter o Ragnarok... Por acaso eu falei que todos eles estão tentando deter o Ragnarok? Que é tipo o fim do mundo, onde o pau vai quebrar e tals?
Rola o maior perdão e os dois ficam juntos, depois que Ruth quase bate as bolas.

* O livro da Escolhida

Esse é o livro que eu mais gosto. Já perdi as contas de quantas vezes eu li. Eu tipo amo mesmo esse casal. Aqui temos a Danna, que é uma espécie de escolhida, irmã do Caleb, Vanírio do primeiro livro. Então... ela é Vaníria. Moh gata e tal. Ela sempre foi a Cáraid do Menw, Vanírio gostoso, celta, Curador, mas que por causa de uma trama do destino, acabou causando uma mágoa no coração dela, quebrando assim os laços de companheiros. Danna renegou Menw por mais de 2000 mil anos. Eiiita mágoa forte da pega! Pois bem... Menw chega em um ponto em que começa a ficar louco mesmo por estar sem a companheira dele e resolve que vai virar vampiro do mal. Daí todo mundo fala p Danna ir lá resgatar o boy e tal. Liberar o perdão... fazer as pazes e tchururu. Ela vai. O Menw, pra castigar a mocinha, que fez uma merdinha recente, resolve que vai fazer o quê? Tomar a mina à força. Como forma de castigo.
Eita, ferro.
Captaram?
Sexo e sangue. Sangue e sexo. É basicamente o que move esses dentuços.
Preciso falar que depois que o pau quebra rola o perdão e os dois pombinhos ficam felizes?

* O Livro de Gabriel

Aqui entramos em outra dimensão... começa a treta com os Einherjars e Valquírias descompensadas. Temos aqui o Gabriel, que era humano, amigo da Aileen e da Ruth. Ele morre numa batalha campal, no livro da Ruth, creio eu. Aí a alma dele é encomendada pra Valquíria mais fofínea do Asgard, a Gúnnr. Que calhou ser filha meio bastarda do Thor, o deus do Trovão. Ou seja... a mina é fofinha... mas é poderosa pacas.
Okay... o Gabriel era doido pela Danna... a Vaníria do Menw... mó rolo.
Bem, eles recebem uma missão que têm que fazer e tals. E saem as Valquírias e Gabriel, o einherjar, que virou Engel, líder dos fodões de Asgard, pra fazer o babado.
No meio do treco, pinta o maior clima entre ele e a Gúnnr, a Gunny, mas ele é reticente. A primeira cena deles não é com "estupro", mas depois dos dois estarem juntos, tem um momento onde o Gaby fica puto e mesmo a Valk dizendo que não, ele abusa da bichinha. E o que acontece? Xô contar, porque eu conto mesmo. Quando as Valkírias fazem aquilo com seus einherjars elas desenvolvem asas tatuadas que no ato sexual se projetam. É moh lindo... imagina... os dois atracados... na cópula.. e voando... pra mim parece uma vez que vi um casal de muriçocas se pegando e nunca mais esqueci a imagem, mas tudo bem. Voltemos. Só queeee... o seguinte... quando quebram o coração do companheiro, as asas congelam. E mano... nessa cena, as asas da Gunny congelam. O Gaby quase fica louco... porque ele não entende o que tá rolando... tenta pedir perdão... é uma treta. Até conseguir ele rala, viu?


* O livro de Myia

Aqui temos um Vanírio japonês, gostosão, samurai, com uma Valquíra loooouka e boca suja. A Róta. Que nome, gente. QUE NOME Ë ESSE? Róta? Enfim... paciência. Bem, aqui tem uma mágoa louca no passado, porque o Myia morreu, MORREU, era pra ter subido pra poha do Asgard, porque se encomendou pra Róta, ela ficou toda arrumada de camisola valquiriana lá, esperando pelo macho e ele subiu? Subiu? Não. Sei lá que treta que rolou que ele não subiu. E ela fica puta. Ela perde a Rota. Hahahhahaha... eita... olha aí o nome... será? Hahahahahh...
Enfim... durante a missão deles rolam altas discussões entre os dois, crises de ciúmes épicas, um marcando o outro sem saber, ele chupando o sangue e ficando viciado ( lembra que ele é Vanírio?) Róta fazendo merdinha, sendo sequestrada. Nesse lembro que a cena dos dois é violenta e cheia de raios voando.
Todo mundo achando que a Róta vai trair o mundo todo e se aliar com Loki, aí ela vai fazer um lance escondido, Myia fica puto, dá uma sapecada ninja nela e quase faz um harakiri com o membro em riste... é um trem doido.
Preciso dizer que rola um perdão épico?

*O livro do Alquimista

Esse é o livro que eu menos gosto. Só li uma vez e nunca mais. Não criei empatia com a mocinha. O mocinho até que desce, mas enfim. Não bateu. Nos primeiros livros, o vanírio Cahal, que é irmão do Menw, é sequestrado. Ele é torturado, maltratado, quase cozido, fritado, estripado, whatever. E uma das cientistas filhas da puta acaba sendo, por um infortúnio do destino ( mentira, foi a autora que quis assim mesmo) sendo a cáraid dele. QUE SACANAGEM. A mulher detonando o bichinho e ela é a companheira dele. O que ele faz quando conseguem livrá-lo do cativeiro? Leva a mulher e dá um pau nela. Literalmente. Dá um castigo épico e além de carcomer a muleh de todo jeito, ainda transforma ela em Vaníria na marra... na frente de todo mundo, Ui.
Enfim... acaba que rola o maior amor e tals.

* O livro de Ardan

Genteeeeeeee... esse livro foi um dos mais esperados... Porque o Ardan é tipo um Escocês gostosão, meio que inspirado no Kal Drogo, o Aquaman, saca? Jason Momoa Ardan gostoso... então, vc lê e imagina o cara... hihihi... é doido isso. A mocinha é a general das Valquírias, e ela tinha um relacionamento íntimo e amoroso com o Ardan, no Asgard. Ele era o Einherjar dela. Até que a Freya manda a Valquíria desterrar o bichinho. Tipo, ele ser obrigado a descer p o Midgard e ficar vagando. E ela é obrigada a renegar o amor deles. Planos da Freya. Ela faz isso. E as asas dos dois congelam. Lembra que falei das asas? Os einherjars também têm asas, ta? Don't forget that.
Enfim... Ardan virou um fechadão e sem amor... dono de um clube de Dominação e BDSM. Uiiii... ele é um Dom daqueles que deixa o Christian Grey no chinelo. Que faz todas as submissas gritarem "me pega, me pega", tals... Aí na tal missão as Valquírias na Terra acabam levando o grupo para as terras escocesas, domínio do... ARDAN. E mano... ele quer vingança contra a Bryn. Ele quer que ela ARDAN no inferno, saca? E ele exige que ela se torne a escrava pessoal dele. E humilha a general na frente de todo mundo! E ele tem o domínio de duas palavras que podem tirar todo o poder da Valquíria, por isso ela se submete, mas sem querer se submeter. Ou seja, ela é submissa, sem ser submissa, e ele nem submetendo está, muito menos metendo. Se é que me entendem. E esse homem judia dela. Sacaneia. PUTAQUEPARIU.
E tem as cenas mais detonantes do mundo. Porque ele venda a guria e fala que quem vai arrebatar a virgindade dela é um dos einherjar que luta com ele. E que odeia ela com força. Porque foi desterrado junto com o Ardan e também ficou sem a Valquíria dele, logo, teve as asas congeladas.
Enfim... O Ardan arma uma cena onde fica apalpando uma humana na frente da Bryn, e coloca o outro einherjar pra dar uns sapecas na Bryn. Mas na hora H, ele não consegue. Porque, a Bryn, mesmo tendo magoado o coração dele, ainda é a companheira dele. E é ele quem tira o selo da valquíria. Mas a bichinha grita a palavra segura pra ele parar e a palavra segura que ele deu pra ela era "foda-me". Quando ela grita, ele fica louco. Ao invés de parar, ele faz é finalizar o ato. Ou seja... estupro. Certo? E ainda pior... ela fica pensando que foi outro. Isso quebra o coração da Bryn. No dia seguinte, numa batalha campal muito louca, pra defender a gal ( galera) ela faz um sacrifício dela mesma... uma farvel furie. E pah. Morre. Vira purpurina. Estátua de cristal. Anna da Elsa em Frozen... whatever.
Maaaaaanooooo... cena mais top de todas na face da TERRA! Eu leio e releio milhões de vezes e sempre é a mesma emoção. Ardan quase pira! Adooooooro! A gente quase taca a pipoca no iPad! Tipo: Tooooooma, seu filho da puta! quero ver chorar agora! Nisso a gente limpa a meleca e lágrimas que estão escorrendo loucas e avança na leitura... e é lindo. Óbvio que tudo dá certo no final, a Freya dá um jeito e tadaaaaaaaaaaam... Bryn volta. E faz o Ardan comer pó pra conquistar o perdão dela.

Preciso dizer que... não, né? É o segundo livro que mais gosto.

* O livro de Noah ( Foi escolhido meu marido literário da Saga)

Aqui temos um berseker gostosão, superfofo e gente boa. Ele bate um fling em um dos livros acima, com a Nanna, uma Valquíria que é responsável por recolher os guerreiros que morrem nas batalhas. Ela é intocável. Se algum homem tocar nela, ela sofre o castigo de Freya, então, o Noah fica doido pra dar uma pegada de leve, mas ela é arisca e escapa. Quando ela recolhe o corpo do Noah, ela fica toda feliz, pensando: Yaaaaay... ele morreu! Agora é meu! Vai virar meu einherjar! Uhuuuuuu...
Só que o Noah milagrosamente acorda. Pah. Em pleno voo. Do nada. E toca nela. E pahhhh... a mina é eletrocutada... toma um 320 Volts muito doido e fica zureta. É desterrada e obrigada a ficar na Terra. Tem que cumprir uma missão. O Noah é um mistério, foi escondido na Terra por ser alguém especial. Na verdade, quando chega ao final, descobrimos que ele é... uau... se eu contar, perde a graça. Hahahhah...

Enfim... uma das formas de ativar a profecia que vai começar a se cumprir é liberando energia sexual quando arrebatam a virgindade de uma inocente. A Nerthus, mãe da Freya, manda que Noah arrebate o lacre. Arranque o selo. E pah. Ele faz. Com dor no coração. Ele reconhece na Nanna a companheira de vida dele, a Kone, mas ela não. Enfim... rolam mágoas e tretas. Porque... vamos combinar... ele fez na marra, mas fez. Porque foi mandado, mas não deixa de ser uma cena onde o sexo foi usado pra sobrepujar a mulher, saca? 

Enfim... os dois morrem. É lindo. Hahahah... oxi. Cês vão ter que ler pra saber como termina. Só digo que o cara é o cara.

* O livro dos Bardos

Aqui temos o livro da Daimhim, uma Vaníria barda que estava no mesmo lugar onde o Cahal foi abusado, torturado, massacrado, esmilinguido. Ela e o gêmeo, Carrick, sofreram o pão que o Loki amassou, entre outros guerreiros crianças que foram sequestrados. Ela acaba se tornando uma guerreira corajosa e tem uma função importantíssima pra tentar deter o Ragnarok. Ela e o irmão bardo. O mocinho dela é o Steven, um berseker amigo do Ardan, da Escócia. Ele conversava com a Daimhim pela internet e pintou mó clima, mas não deu pra marcar um Tinder, porque... alooooou... o pau tá quebrando e o mundo tá acabando, né? Eu só tô falando dos mocinhos gostosos. Não falei nada das criaturas horrendas que aparecem pra lutar contra eles. 
Enfim... o dom dela e do irmão gêmeo, que calhou de descobrir uma companheira em uma Vaníria japonesa, só vai ser ativado, se eles tiverem o selo da Freya, o Comharradb ( é uma poha assim... cacete... esqueci como escreve) ...E a Nerthus, mãe da Freya, que já tinha feito o Noah dar um cata na Nanna na marra, fala pro Steven, o berseker com moicano, e a Aiko, a japinha, de que eles precisam "seduzir" e fazer os migos supergêmeos ATIVAR, terem 3 trocas sanguíneas, com chupação de sangue e... dar. Hehehhe...
Só que lembra que falei que os dois foram abusados e torturados? Isso inclui sexualmente. Então... eles nem podem imaginar ninguém chegando perto das partes pudendas deles. A Nerthus dá uma pílula pra que eles usem com os irmãos, pra "facilitar" a aceitação do ato. O que isso é diferente da droga do estupro, eu não sei. Mas tudo bem... acaba que a treta rola, o mundo tá acabando. O pau tá quebrando. Precisa que esse povo dê. Até que Aaaaaahhhhh! Enfim... eles liberam o bagulho e tadaaaaaaaaam. O dom salta à vida. 

*O Livro do Ragnarok Parte 1 e 2

Chegou o Rag. O pau tá quebrando. Loki tá dando uma suuuuuurra no guerreiros. Cada um está tentando chegar ao ponto onde a Daimhim está, porque ela precisa ler um maldito livro. Mano... por favor... o PAU TÄ QUEBRANDO... aí a Freya pega e só falta mandar a guria colocar um fone de ouvido, acionar uma musikete e ler. Poooo... eu sou viciada em ler, mano... mas com a treta épica acontecendo, no mínimo eu estaria me escondendo, cara. Não lendo. Ou, no mínimo,. se essa fosse a minha missão, eu acionaria a versão leitura turbo, ultra dinâmica... pra terminar logo sapoha. Mas a guria para... olha... dá uma chorada... e eu do lado de cá! LEIA, MINHA FILHA, PELAMOR DE DEUS, LEIA!

Aqui nesse livro vai rolar um mix porque um Vanírio que deu início a toda a treta na verdade foi encontrado vivo. E vai em busca da Cáraid dele. Tipo... o mundo tá caindo, mas ele quer o pacote de sangue dele. Ele vai atrás da Jade. Se ligou no nome da moça? Hein? JADE. Título do primeiro livro, mesmo que nem seja ela a mocinha do referido. Só que ela é a mãe da Aileen, e o Thor ( que não é o deus do Trovão) é o pai. 
Por conta de uma treta louca a mulher era dada como morta, e apagaram toda a memória dela. Nem lembra que tinha filha. nem que tinha um companheiro. Aí o Thor fica louco. Na hora que consegue levar a mina pra caverna, ele além de chupar o sangue na marra ainda faz o quê? Dá um cata na mocinha, pra ver se aciona as memórias dela e ela volta a lembrar dele. Vamos nos atentar que no primeiro encontro dos dois, ele também a estuprou. Esqueci de falar, a Jade é berseker, ou seja, de outra raça, nada a ver com os vanírios... eles foram os primeiros a gerar o ziriguidum e pah... saiu a híbrida. Aileen... que catou o Caleb... e deu-se início a toda a Saga Vanir.
Enfim... treta vai, treta vem. Os dois começam a recordar coisas. E mandam que eles vão até onde o pau tá quebrando pra ajudar na missão da barda. O Thor tem que levar um capacete pra mina, pra isolar os ruídos pra ela poder ler em paz... ( zoei.) ...

Vou falar num misto do Ragnarok 1 e 2, porque ele foi dividido em dois tomos porque a Lena é sacana. Ela queria fazer todo mundo roer as unhas à espera do desfecho. Como eu sou legal, já conto tudo numa tacada só.
Olha que massa?
Enfim... mano. Aqui todo mundo morre. Geral. Serião. O pau come. Literalmente. Porque, vou dizer uma coisa pra vocês... essa série é muito doida porque o mundo pode estar desabando, o fogo destruindo, a greta rachando a Terra, os bichos ruins comendo os humanos... mas o casal in love do livro sempre vai fazer uma pausa e escutar uma música romântica, tipo Barry White, Antena 1, daí eles falam: Perae, produção! Xô tomar um sanguinho aqui e trocar um CHI, um CHÁ, um CHO, com a minha companheira, porque nem sei se será a última vez, então... temos que aproveitar...
E lá vaaaaai energia sexual no planeta. Orgasmos múltiplos. A coisa loooouca. Uuuuuuuuuuh. Juro que tenho medo de uivar ou morder meu marido depois que releio esses livros.

Enfim. TODO mundo MORRE. Sorry. É guerreiro atravessado por espada daqui. É guerreiro tostado de lá. É guerreiro despencando dacolá. É guerreiro explodido...
Vamos dar uma salva de vaias paras as valquírias e seus einherjars que resolveram fazer uma "saída pela direita" e tacaram um foda-se fazendo um farvel furie comunitário. Paaaaaaaaaaaaah! Explodiram uns cadikinhos de inimigos daqui, outros de lá, mas se explodiram junto. E o que aconteceu? Deixaram os outros ALONE... na batalha sanguinolenta. 

Enquanto isso... você fica assim... onde estão os outros? Mano... tem uma trupe... dentro de um navio chiquetoso, mó lindão, tipo Viking, que eu associei com um cruzeiro nas Bahamas, porque veja lá... o pau tá quebrando ( quantas vezes eu falei isso? Perdi as contas)... e eles estão passeando em outra dimensão... tomando margaritas ( mentira...)... e tals... porque não pisaram no acelerador? 

E onde estão os deuses do Asgard? Estão lá... com o portão trancado, porque o Heimdal é um medroso de merda e fechou a Bifrost... e perdeu a chave ou a senha. E esqueceu o email pra onde mandam a nova senha ( isso é muito eu, cara...) ... Enfim... só depois que morrem mais alguns manos bacanas e arrancam algumas lágrimas nossas é que a poha da porta abre e o Odin desce no cavalo dele de oito patas e a Freya desce nos gatos loucos dela. E uma pancada de Einherjars ( que estavam fazendo o quê lá em cima enquanto a treta tava rolando no MIDGARD? Hein??? Recebendo massagem das suas valks! ) e Valquírias, e anões e elfos, e o Légolas, Aragorn, até o Frodo deve ter descido, na boa. 

Enfim... eles estão caçando o Loki... Pá! Tadaaaaaaaaaaam... quando a Barda consegue terminar de ler! ALELUIA, irmã! O que tava lendo? O livro da Diana Gabaldon com 800 páginas, porra? Enfim,... quando ela termina... é que os camaradas do Asgard descem e ... tadaaaaaaaaaaaam... TODO MUNDO REVIVE.
É um milaaaaaaaaaaaaagre! 

Mano.... é lindo. Épico. Surreal. Emocionante. E espera... o navio ainda não chegou. Deve ter se perdido no triângulo das Bermudas... só pode. 
Aqui nós teremos o lindo desenlace de Odin e Freya. Lembra que falei lá no início? Que os dois tinham um fling? Viviam em pé de guerra, tal. Mas era um amor roxo? Mano... a Freya sofria por um amor e por ter sido abandonada por um namoradieeenho... OD... Mas ela é burra demais... OD.... ODIN.. OD.... ODIN... e ela não sacou que era o mesmo cara. Daaaaahhhh... Enfim. 

Enfim, people... Vá preparado pra ler e passar umas raivas. Vá com um dicionário ou google tradutor na mão, daqueles que vocês possa ouvir o som da pronúncia de determinados nomes. São muitos. Cada um mais difícil de estranho que outro. 
Vá preparado pra esquecer a maioria dos nomes quando você terminar o livro e na hora que começar o segundo, ter que relembrar tudo de novo.
Vá preparado pra pesquisar músicas na internet, porque a Lena adora fazer associação.
Vá preparado pra ficar assim, tipo: Oi? What? Wadarreú?  Porque vai rolar. Certeza. 
Mas garanto que é uma leitura perturbadoramente inesquecível. 

Tirando os pontos negativos referentes ao que citei no relacionamento macho/fêmea, há de se fazer uma análise para descobrirmos porque gostamos tanto de homens alfa. Que quebram a cara. Que se arrependem. Que veem que fizeram merda, e que depois se redimem e lambem o chão que as mocinhas passam. O grande problema é... até onde ela passa a mensagem de que isso é normal?
Eu acho que ficção tem que ser encarado como ficção a partir do momento que te traz divertimento e um bom passeio na terra da imaginação. Então está aí a razão de eu relevar o tópico irritante. Tem muita gente que alega que existe aí uma romantização do estupro, mas não sei... é como eu disse... deve haver uma explicação para que em todos os livros a Lena tenha explorado essa mesma faceta. Vá entender a cabeça de escritor, certo?

Enfim... O importante é que cada um sintetize e tire apenas aquilo que é bom e agradável. 

Agora... depois que leio tudo isso... surge o momento das divagações na minha cabeça. Como e por que raios os vanírios, bersekers, seres sobrenaturais gostosos e sarados, param num determinado tempo de suas vidas e já não envelhecem mais? Hummm? Tipo... se era vamp criança... cresceu... e aí? Ele é imortal.... Mas escolhe uma idade xis pra estagnar? Tipo. Ah, tô muito delícia agora com uns 32 anos. Vou me conservar assim, nem mais nem menos. 
E as mulheres: Uau... tô com tudo em cima. Não preciso de botox. Vou parar aqui no auge dos meus 20 e poucos.

Falo isso porque... a Jade, mãe da Aileen foi encontrada 20 anos depois... Ou seja... ela não envelheceu e continuou a maior cocota? Muito capcioso isso. Há de se pensar. 
Quando são livro onde o personagem é "transformado" naquela determinada idade, existe a explicação... mas e quando não? 


Cara. Eu acho que essa foi a maior divagação da minha carreira. Tudo culpa da maratona Vanírica. 
Resolvi fazer numa tacada só, porque os pensamentos atropelaram minha cabeça e eu precisava vomitá-los pra vcs ( eu sei... foi nojento...). 

Já sei que só vai ler até o final aquele que tiver coragem. Hahahahah...

Mas enfim... pelo menos valeu a pena tacar pra fora essa enxurrada de sentimentos emocionantes. 

E diz a profecia de Martinha... escrito no livro em Masgard...

Aquele que tiver lido até o fim... sobreviverá ao Ragnarok... e deve se olhar no espelho todo dia, vendo que é a pessoa mais linda do Midgard.

Ainnn... me empolguei... 

Bjuuuuuuuu


Bom, aqui abaixo segue o link de um desses clipes que os fãs loucos fazem no Youtube. Com todos os personagens. Pra vocês sentirem o nível da minha preguiça... hahahahah... Não tava a fim de copiar e colar foto.

Alguns eu suuuuuuuuuper concordo com a escolha do videomaker, outros eu cuspo na cara depois de dar uma escarrada monstro. Por favor, parem de escolher a Megan Fox como avatar, gente. Já deu. Credo. Ela não é a minha Danna Mckenna. Never.

Video Clipe Saga Vanir Personagens