50 Tons de Sacanagem

Vou dar meu veredito final. Fechar um ciclo. Dar um tchau na história. Fechar a gaveta e dizer um au revoir, mon amour para a Saga Grey. E quando digo isso, estou falando no sentido da febre virulenta da espera épica e quase doentia ao longo desses anos. Já pararam pra pensar em como somos guerreiras e pacientes? Mais guerreira ainda é a esposa do Jamie Dornan... tenho que tirar o chapéu e a roupa ( no bom sentido) para essa moça... Eu não poderia estar no lugar dela. Mesmo que muitas de nós desejasse isso, duvido e aposto 20 dólares como a maioria daqui sairia correndo para o consultório do terapeuta no momento em que visse seu marido gostosão dando um pega "técnico" na Dakota "sem-sal" Johnson. Desculpa aí... mas ela pra mim, precisa de uma pitada de Sal do Himalaya e algumas gotas de tempero extra-forte, ginseng, raiz braba, pimenta do reino, vermelha, cascuda, whateeeeever... pra dar gosto. 

Okay... lá fui eu. Alone. Sozinha. Sem o balde de pipocas. Enquanto eu aguardava um resultado de exame, fui para o shopping, como quem não quer nada... passei na frente da sessão do cinema.... também como quem não quer nada... e lalalallala... olhei a sessão... Dava tempo. Comprei. Olhando por cima do ombro. A moça do lado estava comprando também. Sorrimos delicadamente uma pra outra, quase fizemos um High Five, tipo: "Grey, né?" Hahahahh... Foi difícil escolher o assento, não porque estava cheio, e sim porque todas tiveram a mesma ideia que eu: pegaram a parte de trás, e as pontas. Merda. Enfim... segui meu rumo e e fui para  meu lugarzinho. Desliguei o celulóide... taquei meus óculos na cara, me perguntei "por que sapoha não foi 3D?" Hahahha... seria engraçado... pensa... o chicote do Grey vindo na sua direção e vc dando um salto olímpico na cadeira, pensando que era contigo... Uuuuuiiiiii...

Começou. Agoooora começa, realmente, o meu momento divagante. E por favor, não levem para o lado pessoal. Quando eu divago, eu observo elementos que me chamam a atenção e ficam registrados no meu cérebro hiperativo, logo, viram motivo de risadas entre meu grupo de neurônios loucos. Daí eles confabulam e só sai zoeira. Então, gente... não é que eu vá falar mal... eu apenas vou... hum..hum... zoar.

Já começo como Dilma, a ex-presidenta do país e suas frases óbvias: "Vamos começar do começo, porque é começando que a gente começa."
O filme já parte do casamento. Nota dez para a estilista porque ficou um garbo sensacional. Senti uma inveja fresca e sutil do modelito, pensei: Pooooxa... bem que o meu podia ter ficado moldado assim...
Eu tive que dar uma risada porque os peitos da Dakota são caídos... desculpa, gente. Mas são. Nada contra os peitos pequenos, poxa... os meus são. Inclusive, minha heroína de romance favorita de todos os tempos se chama Eve Dallas e o mais legal nela é sua descrição física e o fato de ter pouco peito e mesmo assim ter faturado o gostosão do Roarke. Então... peitões não garantem, necessariamente, os ricaços literários. Anotem isso, por favor. 
Okay...

Daí vamos à cerimônia... e mano. O que era aquilo? Por que raios Anachata estava envolta em uma tela-mosquiteiro? Tá, eu sei. Era o véu. Mas, honestamente, pra mim parecia mais um mosquiteiro desses que a gente usa quando está no Nordeste e as muriçocas avançam loucamente, daí a gente tem que dormir quase como uma rainha, ou quase como um bebê... protegido do ataque mortal dos pernilongos famintos. O único que pensei foi que Anastácia estava protegida por um mosquiteiro contra o "pênislongo" mais temível de todos: Christian Grey. Hahahahahhaha... caracas... eu ri sozinha do meu pensamento louco no cinema. Daí guardei pra compartilhar com vocês, porque compartilhar é preciso. Anote: Divagar é preciso.




Okay. Casaram. Foi aquele mimo. Sorriso daqui, pá de lá. Ana deu aquele sorriso tosco diante do luxo do avião de Christian... praticamente vi os cifrões espocando ali. Daí foram para a França. Fizeram passeios turísticos. Foi fofo. Nice. E tô falando o nome da cidade, não a palavra em inglês nice, que se lê "naice"... 
Se teve uma coisa que me irritou magistralmente no terceiro livro Cinza foi esse período encubado da lua de mel. Porque uma cena em específico nunca me saiu da cabeça. O momento em que Christian dá uma pulseira ( acho) caríiiiiiissima pra Ana e ela meio que surta, porque é muito cara e tchururu. Aí a viadinha vai numa viela e compra a poha de uma tornozeleira fubanga, pra garantir as origens humildes e tals. Wadarréu??? Mano, não quer H. Stern, Vivara e nem Pandora, vai na Morana mesmo então. Oxi. Ou na Feira da Torre aqui de Brasília. Pede pro Grey te dar algo da banquinha que fica de frente a uma que vende rede. É preço baixo garantido.

Enfim. Ana faz a cena topless. Tosco. Christian dá o troco. Nada de chupões. No livro tem. Hahahahah... Dakota tava realmente à vontade mostrando os boobs pra todo mundo, né? Valei-me. Eu estava muito grata que fui sozinha e sem meu marido. Credo. Ia fazer o mano comprar pipoca quase que o filme todo pra tirá-lo da sala. Ou refrigerante. Balinha. Até dar a ideia pra ele ir fazer xixi, eu ia. Enfim...

Voltam a Seattle. Tudo começa. Chatice da viadinha de manter o nome de solteira, ao invés de Grey. What a fuck? Casou, vai com tudo, fia. Não tem essa de "quero manter minha individualidade"... Repararam que o autor que ela ia lançar é o lobinho do Teen Wolf? Eu reparei... hihihih...

Todo mundo de olho no guarda-costas da mina. Sexy. Algumas cenas tórridas daqui. Outras dacolá. 
Lembram que falei da irritação que tive com a cena da pulseira no livro? Porque no livro ela nunca foi compatível com a cena do carro, o R8, o mesmo carro que ela pede pra dirigir. Anachata se irrita porque ganhou uma pulseirinha de nada, mas "pede" um carro pro Grey ( no livro tem). E ele dá! Ueeeeeun... E ela reclama do preço? hein? hein? hein? Nope, ladies and gentlemen. Ela não reclama. Ela fica exultante. 

Enfim... cena da perseguição. A mina devia ter recebido umas 390 multas ali, por direção perigosa. Dirigia um carrinho tosco o livro 1 inteiro, mas daí entra num carrão e pá. Já pisa o pé. Tá bom, Cláudia. Sentá lá...
Cena do sbrubles dentro do carro apertado. Maaaano... cês repararam como o carro é rebaixado e compacto? Como esses dois conseguiram fazer aquilo? Eu tive câimbra só em imaginar a cena. Digo, tentar ME imaginar na cena. Sério. Gemeção daqui, dacolá. Pá.

Vamos lá... momento onde quero dar um consolo pra esposa do Jamie. NÃO EXISTE SAPOHA DE BEIJO E PEGADA TÉCNICA CARALHO NENHUM!!!!  Pronto. Desabafei. Maaaaano... o Jamie, digo, Grey. digo, Jamie, deu uma mordida nos mamilos enrugados da Dakota, digo, Anastácia, digo, Dakota. Fuuuuuck! Literalmente, quase. O quê? Sério. Só com doses de tequila, vodca, caipirinha e Valium misturado com Dormonid pra poder esquecer da mente a imagem do MEU marido carcando os boobs de outra indivídua. 
Ainda bem que não sou casada com um ator de cinema, requisitado, venerado, desejado, cobiçado... whatever... por quase meio milhão de mulheres. É muito tenso isso, minha gente. Sério.

Daí temos a cena onde Anachata dá uma pirraçada épica e vai pro boteco, mesmo o marido pedindo pra não ir. Faltou um diálogo intenso ali. Jack filho da puta está na espreita, achei a cena corridaça, Grey chega puto e Anachata acorda no dia seguinte com um pijama que mais se parece com a roupa de uma arrumadeira de hotel. Juro. Cês repararam? Nada de camisola sexy, babydoll estiloso. Não. Era um pijama azul escuro com lapela que juro pra ti... parecia uniforme de algum serviçal. Meus neurônios começaram a rir e um falou pro outro: "Ué, a arrumadeira estava arrumando o quarto e resolveu tirar um cochilinho rápido na cama do patrão?" Rolou uma gaitada épica no meu cérebro povoado e eu anotei isso, mentalmente, pra divagar pra vocês. Aposto que ninguém reparou. Tentei caçar uma foto na internet, mas não achei.

Daí, Grey fica putinho e rejeita a mocreia no chuveiro. Esse foi o momento em que todas as safadas do mundo esperavam que a câmera baixasse um pouco mais, para que desse um zoom abaixo do V do rapaz, mas... heheheh... só bunda, pessoas. Jamie estava bem comedido. Hahahah... Nada de arbusto épico dessa vez. 

Cena de Aspen. Momento do sorvete. Minha nossa senhora das calcinhas fervidas em ácido. O que foi aquilo? E não... não tô falando que foi sexy. Meu lado divagante ficou rindo porque fiquei pensando no sabor do sorvete... com pelos pubianos. Vamos lá. Passar sorvete no tórax do boy magya tem que funcionar somente quando o cara tem mania de depilar tudo. Senão, você leva pra dentro da goela uma parcela irrisória de pelos, né não? A mina passou no mamilos do Grey e nhac... tinha pelo ali, que eu vi. Daí foi descendo. E UOU... tinha pelo ali na linha do caminho do pecado... E UOU... cadê a esposa desse cidadão? Pra dar uns gritos??? TEM UMA MOÇA AFUNDADA NO COLO DO TEU MARIDO!!! Pode não estar fazendo nádegaaaas, mas tá lá. Meeeeu... se chegar perto do ombro do meu, eu já parto pra cima... imagina no território do quadrilátero do sul?  
Aí, Grey retribui o favor e passa o sorvete na mina... sabor... baunilha com limão. Porque imagino o azedume que a mistura deve dar. E manda ver. UOU! MIGAAAA...TEU MARIDO, AQUELE ATOR FILHODAPUTA TÁ COM A CARA ENFIADA NAS PARTES PUDENDAS DA DAKOTA FUCKING JOHNSON!!!  Terapia. Eu precisaria de terapia. Já tô precisando só por me condoer pela mulher do Jamie. 

Okay. Cena da gravidez. Acho Jamie Dornan andando uma graça. Mas é motivo de graça mesmo. Ele tem um gingado engraçado. Daí eu morro de rir. E chegando bêbado... pode ser que o filme dublado tenha sido uma bosta e a dublagem não colaborou, mas achei uma... bosta. Hahahah... Mas enfim... Pra não dizer que não gostei de tudo, gostei da parte em que ele enfia a cabeça dentro da blusa da Anastácia. Só. 
Eu sou muito analítica. Assisto e fico imaginando as filmagens da poha toda. Sacam? O filme deixou de ter o encanto ou a magia do cinema pra mim. Eu fico projetando e pensando em quantas pessoas estão no estúdio de gravação, as luzes, se o ar-condicionado tá ligado, daí tá frio, daí por isso os bicos dos peitos da Dakota estão entumescidos. Hahaha... se bem que não deve ser muito difícil ficar "rígido" com o companheiro de cena, certo? Ui... hahahahah... Mas aí penso... será que o "companheiro", vulgo, amigo de baixo, do Jamie se levanta para dar um oi? Será? E, se ele se levantar, será que a mulher dele bate nele em casa? 

Eu acho que por isso muitos casamentos entre artistas são malfadados. Pensem... tentem se colocar no lugar deles. E deixem de ser safadas, porque estou imaginando vocês se colocando no lugar da Dakota tomando uma carcada "técnica" do Jamie. Tô falando pra vocês se colocarem no lugar da esposa dele. cacete... esqueci o nome dela e tô com preguiça de procurar na internet... Sorry. Ah, lembrei... Amélie? Amelia? Putz... Amélia é que era mulher de verdade... heheheh...
Podem falar que é técnico à vontade. Pra mim é o escambáu. Tá encostando pele com pele, mano. Sai pra lá. Tá roçando... tá friccionando. Pelamor...

Ah, outra coisa que reparei... Gia, Mia, Sia... valei-me... o que há com nomes com apenas três letras? Gia, a arquiteta maníaca e sem noção que merecia levar um esquadro no meio da bunda. Mia, a irmã que ficou parecendo um guaxinim drogado enquanto estava amarrada pelo Jack, o cara de drogado possuído. E Sia, a cantora, porque teve música dela nos 3 filmes, acho. ADOOOOOORO! Hehheheheh... Por isso meu cérebro registrou.

Enfim... cenas finais. Corrido. Achei tosco. Mas o mais tosco de tudo. Como uma criatura consegue entrar na poha de um banco com uma arma no cós da calça? COMO? COMOOOOOOO? Que merda de banco é esse? Não piso nunca mais lá! Vou cancelar minha conta corrente, porque sério... que perigo. A mulher entrou na maior, com a arma ali... como quem não quer nada... na cintura da calça. Aham... como se uma arma não fizesse volume... Aham.... Mano... nem sendo a Sra. Fucking Grey... não justificaria a segurança do banco ter permitido... cadê os sensores e alarmes dessa merda de banco? Hahaahahha... Cadê a porta giratóriaaaaaaaa com detector de metal??? Pra mim essa merda apita se eu tiver com dez centavos no bolso, mas pra Sra. Grey não apitou com uma arma???
E pelamor... que facilidade pra conseguir 5 milhões de dólares. O dia que precisei pegar 1 milhão foi uma luta. Juro. Tive que assinar um monte de papel, esperar mais de uma hora, deu tempo de fazer as unhas e tal. No final, saí de lá com o money, mas enfim... vem cá... 5 milhões cabem em uma sacola daquele tamanho só? Não teve um lutador que precisou de uma van pra levar uma grana pra casa? Deve ter sido mais, né? Tá bom. 5 milhões é pouco mesmo. 

Okay. Ela vai pra área do perigo. Assim. Na maior. Kinen filme de terror quando a mocinha sabe que naquele quarto tem um puta monstro, mas mesmo assim a kenga entra. ( Nesse momento meus olhos estão revirando igualzinho ao da Anastácia... ). E toma duas bolachas na cara. DUAS BOLACHAS. Vulgo, dois tabefes. Dois tapas bem dados. Tá... a mão do cara é pesada e tals. Mas, maaaaaano... não é pra tanto aquele ferimento do lado direito do rosto, com direito a olho roxo e tudo. Eu pensei... oxi! Onde ela levou um bumbão que eu não vi??? Caraaaalho... foi um baita roxo medonho. Achei que a mina ia sair em coma da cena do crime. Credo. Tudo bem que adoro uma cena tensa e cheia de emoção, com direito a hospitais... mas... uou... dois tapas, pra quem leva surra de cinto, e ficar com aquele olho roxo ali? Uma lascada sinistra na face? Aí vão dizer que foi na hora da queda no chão. E ela caiu com o olho em cima de uma pedra, foi? E que tabefe foi aquele pra abrir um rombo medonho na boca assim??? No máximo daria uma afta bem glamorosa no dia seguinte.

Mas enfim... essa sou eu... divagando. Hahahhahaahah...

É isso. Teve direito até a cena epílogo. Awww...

Mas achei corrido. Como muitas de vocês. Mas fechou o ciclo. Pronto.
Fizeram até flashback com Ana se lembrando de todos os momentos anteriores dos filmes... aquilo ali foi uma puta jogada de marketing pra fazer a gente ir catar os dois filmes pra assistir de novo e nunca deixar morrer na memória. Mas... pelamor... Cês reparam que Jamie Dornan estava bem franguinho no início e já terminou como um Galo, digo, galã? Isso se chama EVOLUÇÃO do dinheiro bem investido. 

É isso. Prometi que ia divagar. Não me taquem pedra, please. Não tenho culpa se minha mente opera em outra frequência. Uma mais desregulada que a da maioria... mas juro que não faço por mal...

Desculpa aí os spoilers, se não tiverem ido assistir... Heheheh...
Não se sinta mal se você tiver amado. Eu não detestei. Só acho que não merece um Oscar, nem Grammy, nem nada. Capaz que leve algum Framboesa de Ouro porque o povo nos States é sacana pacas... mas... paciência... os atores estão aí pra se jogar mesmo.

Gosto do Jamie como Grey... mas ainda acho que o bichinho fica constrangido na interpretação do DOM Pica das Galáxias mor. Em momento algum consigo vê-lo como um puta dominador, como alguns outros personagens de livros que já li. Mas, enfim... essa é minha opinião. Acho o Grey... fofo. Hhahahahha...

Não gosto da Dakota. Não consigo gostar. Pra mim ela nunca vai ter cara de uma garota de 22 anos, pelamor. Só os dentes dela já denunciam a prática da cigarrilha diária... fora as ruguinhas, que nem eu, na minha idade, tenho. Nem aquela franja conseguiu dar o ar de jovenzinha pueril. E ninguém nunca vai demover essa ideia da minha mente. Eu tenho uma Anastácia mental. CABÔ.

Não gosto da EL James. Acho que em todas as minhas divagações sobre 50 Tons eu falei isso. Não me perguntem o porquê, mas não gosto. Sorry. 

No mais... estou na dúvida de qual filme gostei mais. Talvez tenha sido do segundo. Enfim.

É isso aí.


Bjuuuuuuuuu... e uma cintada na bunda de vocês. Do Christian Grey. Hahahhaha... 



Os Vampiros, digo, Vanírios

Xô falar... nem sei porque cargas d'água eu tenho umas manias meio lokas. Entre tantas que cultivo ( manias loucas, digo eu) está o fato de que adoro reler algumas séries marcantes e empolgantes. Mesmo que eu tenha 9.786 livros na fila pra ler. Mesmo que eu fale que vou conseguir ler aquele livro que está encalhado e que falo que vou ler desde o início do Século XXI. Enfim... Algumas séries entranham dentro da gente e pah... quando tu vê... está com a bicha de novo na mão. No iPad.

Uma das séries que todo ano passa pelo controle de leitura anual é a série Vanir, da Lena Valenti. Eu nem sou lá dessas leitoras mega ultra power aficionadas em livros sobrenaturebas e de vampiros chupa-sangue, hein? Eu tenho algumas que leio, mas de boa. Tá lá... tchururu. Pronto.
Agora, Vanir exerce um fascínio muito tosco e incompreensível que até hoje não compreendi, mesmo tendo lido a série umas três, quatro vezes.
É claro que tenho meus preferidos, então releio somente aqueles que realmente aquecem meu corpo sexy. Heheheh... se é que me entendem.

Então vamos lá... eu já divaguei sobre os Vanir. Uma puta sacada da Lena. Um bagulho tão inteligente que você lê e fica... caracaaaaaaa, mano. O que será que essa mulher fumou, cheirou, injetou ou whatever pra conseguir fazer essa viagem astral muuuuito looooka aqui?

Veja lá... Lena criou um universo interessantíssimo que muito nos interessa. Eu sei que fui repetitiva no verbo interessar, mas os caras realmente são bem interessantes. Hhahahah...

Ela escolheu o panteão nórdico pra embasar uma história muuuuuuito loka, onde você lê e fica... mas maaaaano... será? Odin, Freya, que loucura é essa, meu? Será? Será que tem essa cidade na Inglaterra? Esse trem na Escócia? Será que existe sapoha de Valhala? Asgard? Será?

Esqueça toda a concepção de Odin que você tenha na mente. Ainda mais depois do gostoso do Thor, o filme. Desde onde sabemos, Odin compõe uma figura meio tosca e caquética, tipo a cara do Anthony Hopkins, apesar que o ator deu uma vida bem garbosa ao cara, mas enfim... o Odin aqui da Saga é um pouco mais ajambrado...

Esquece esse Odin. Vamos rejuvenescer com Jeunesse.



Vou pensar nele como um Ragnar um tikin mais velho... okay?

Pronto... Mitologia Nórdica: Vikings, Odin.


Porque veja lá...  é uma zorra aqui, minha gente. Pra quem ama mitologia nórdica é um prato cheio, mas vá com a mente aberta e sem ficar preso às concepções do que você já conhece, porque tudo é licença poética, criado e recriado para dar um mundo de fantasia aos leitores. E a Lena conseguiu.
Figura de Freya que achei na internet.

Daí a treta toda começa pelo seguinte.

Odin sempre foi a fim da Freya. Ela sendo a deusa da sensualidade, a Resplandecente, resplandecia geral e meio que queimava a retina dos machos todos. Daí até o Loki era meio doidão por ela. Esqueçam que Odin não é o papa do Loki, tá? Mas rola um conflito muito doido, Loki continua sendo um sem-vergonha trapaceiro que sempre quer passar a perna em todo mundo e quer dominar o MUNDO. Poha... Super clichê. Mas é massa.
Consigo visualizar Freya como Charlize, e Lena meio que se baseou nela.


Enfim... onde eu tava? Ah, tá... Odin.. a fim da Freya. Mas o Odin é um tapado, casou com a Frigg... que faz jus ao nome e é meio frígida... então Odin meio que se fodeu. Bom, ele meio que fodeu o panteão todo também.

Odin é o deus dos Aesir. Freya a deusa dos Vanir. Tá sacando de onde veio o nome da saga? SAGA VANIR. Ou seja, quem manda na poha toda é a Freya. hahahah... Go, girl!

Odin criou os cabra machos muito doidos na Terra Média ( nada a ver com o Senhor dos Anéis), o Midgard, chamado Bersekers... suuuuuper gostosos. Porque mano... é livro de mulherzinha... se não for pra ter homem sobrenatural gostoso, nem leio. Além disso, ele ainda tem uma equipe suuuuper bacana que fica de guarda em Asgard, chamados de Einherjars... difícil pra carái falar o nome desses felas, mas eu falo. Hehhehe... só não sei se tá certo... Enfim... esses colegas aí com o nome difícil pacas são os guerreiros que morrem em batalhas honrosas na Terra, daí quando morrem, olham para o céu e encomendam a alma para uma Valquíria... Eeeeeitaaaaaa.... olha a treta começando.

Freya criou as Valquírias... as bichas são aquilo tudo que a gente sempre imagina mesmo. Descem o cacete, não têm medo de nada, têm o corpo malhadão, são piteuzudas, e pegam os caras gatos. Oooopa... mas a Freya disse que no Asgard pode tudo... menos perder a virgindade. Olha que sacanagem! Por isso elas sempre chamam a Freya de deusa puta.

Certo... a Freya criou uma raça que mora de bobs na Terra... os Vanírios... eles são meio que... vampiros... mas num lance meio Cullen, porque eles não chupam sangue humano, saca? Eles só se alimentam com a chupação de transfusão sanguínea com seus companheiros de vida... Ooooohhhh... E são chamados Cáraids... E não tô falando Caráaaaai... É Cáaaaaraid. Parece... mas não é a mesma palavra. Hahhahaha...

Enfim. Rola um esquema muito doido. Quando um é cáraid do outro, acabou. Nem ligação telefônica tu tem direito mais a fazer, mano. Os caras leem a mente um do outro, sabem até quando um tá com gases, com enxaqueca. Um não pode ficar longe do outro, sob o risco de ficarem debilitados e morrerem de inanição e falta de Sbrubles ( vulgo, seeeexo). Enfim.. é uma droga... imagina? Tu não pode nem ir ao spa, de boa... ficar lá à toa, arrumando a unha? Olhando uma revista, instagram... passa a foto de um macho e você olha, pensa em algo, o Cáraid na hora manda a mensagem mental:

"Que porra é essa que você tá pensando aí? Quem é esse Christian Grey que eu vou descer o cacete agora e arrancar as bolas e fazer descer pela goela?"

É bem nesse nível, okay? os caras são machos alfas muuuuito enciumados e doidos. Doidos meeeermo.
Então... A Lena tem algum problema que precisa ser terapeutizado ou que foi mandado terapeutizar e soltar através de seus livros. Algo muito a ver com início de relacionamento sexual abusivo.

Deixa eu explicar pra vocês. A Lena é uma escritora fantástica. Eu costumo dizer isso quando um escritor escreve bem pra caralho, escreve algo que te irrita pra cacete, mas você não consegue largar e quando vê, tu continua lendo. Com um balde enorme de pipoca do lado. Porque você quer acompanhar a treta épica que vai rolar.

O que incomoda muita gente e faz com que muitas leitoras desistam já no início, porque irrita mesmo as feminazis, é porque TODOS os livros, absolutamente TODOS, sem escapar um, começaram com o relacionamento do casal principal à base de sexo à força, vulgo, estupro de alguma forma. TODOS. Sem tirar nem por.

Enumerando por livro:

* O livro de Jade

Caleb, o Vanírio gostoso acha a humana Eilleen ( que na verdade é Aileen ) e pra dar um castigo fodido nela, resolve tirar a virgindade dela na marra. Ele não esperava era que a mina fosse uma híbrida de Vanírio com berseker, que fosse filha do melhor amigo dele que ele estava vingando e que fosse virar sua cáraid. SE FODEU. Por quê? Porque uma vez que rola a vinculação carnal, com troca de sangue e tchururu, o outro fica dependente, como um viciado, saca? Se ele não consome, ele fica loucão. Daí, capaz até de se lançar no sol pra tostar e morrer chamuscado, ao invés de pegar um bronze, ou se vender pro Loki.
Obviamente que o cara, digo, Vanírio, depois faz tudo para conseguir o perdão da mina.

* O Livro da Sacerdotisa

A Ailleen, agora toda feliz com o Vanírio Caleb, morava na Espanha, daí ela vai pra Inglaterra, e leva uma amiguinha humana, a Ruth. Na treta que começa, um berseker gostosão acaba ficando puto com a Ruth, por alguma razão que não venho a me recordar agora e resolve sequestrá-la e mantê-la presa na cabana de caça dele. Ele meio que sonha que vai ter uma profecia muito doida onde a mina vai dar cabo da vida dele, algo assim. Pois bem... certo dia... para castigá-la... o que Adam, o berseker gostosão faz? Toma a mina a pulso. Na marra. Pra dar uma lição. Se fodeu... porque calhou que a Ruth é a Kone dele. Lembra que os Vanírios têm Cáraids? Suas cara metades? Os bersekers têm Kones... que fofo. Parece a comida japonesa, né? Mas não é...
Bem... rola a maior mágoa épica e tals. Ruth é na verdade uma puta sacerdotisa ( eu disse puta sacerdotisa, não sacerdotisa puta, hein?) e exerce uma função muito importante para deter o Ragnarok... Por acaso eu falei que todos eles estão tentando deter o Ragnarok? Que é tipo o fim do mundo, onde o pau vai quebrar e tals?
Rola o maior perdão e os dois ficam juntos, depois que Ruth quase bate as bolas.

* O livro da Escolhida

Esse é o livro que eu mais gosto. Já perdi as contas de quantas vezes eu li. Eu tipo amo mesmo esse casal. Aqui temos a Danna, que é uma espécie de escolhida, irmã do Caleb, Vanírio do primeiro livro. Então... ela é Vaníria. Moh gata e tal. Ela sempre foi a Cáraid do Menw, Vanírio gostoso, celta, Curador, mas que por causa de uma trama do destino, acabou causando uma mágoa no coração dela, quebrando assim os laços de companheiros. Danna renegou Menw por mais de 2000 mil anos. Eiiita mágoa forte da pega! Pois bem... Menw chega em um ponto em que começa a ficar louco mesmo por estar sem a companheira dele e resolve que vai virar vampiro do mal. Daí todo mundo fala p Danna ir lá resgatar o boy e tal. Liberar o perdão... fazer as pazes e tchururu. Ela vai. O Menw, pra castigar a mocinha, que fez uma merdinha recente, resolve que vai fazer o quê? Tomar a mina à força. Como forma de castigo.
Eita, ferro.
Captaram?
Sexo e sangue. Sangue e sexo. É basicamente o que move esses dentuços.
Preciso falar que depois que o pau quebra rola o perdão e os dois pombinhos ficam felizes?

* O Livro de Gabriel

Aqui entramos em outra dimensão... começa a treta com os Einherjars e Valquírias descompensadas. Temos aqui o Gabriel, que era humano, amigo da Aileen e da Ruth. Ele morre numa batalha campal, no livro da Ruth, creio eu. Aí a alma dele é encomendada pra Valquíria mais fofínea do Asgard, a Gúnnr. Que calhou ser filha meio bastarda do Thor, o deus do Trovão. Ou seja... a mina é fofinha... mas é poderosa pacas.
Okay... o Gabriel era doido pela Danna... a Vaníria do Menw... mó rolo.
Bem, eles recebem uma missão que têm que fazer e tals. E saem as Valquírias e Gabriel, o einherjar, que virou Engel, líder dos fodões de Asgard, pra fazer o babado.
No meio do treco, pinta o maior clima entre ele e a Gúnnr, a Gunny, mas ele é reticente. A primeira cena deles não é com "estupro", mas depois dos dois estarem juntos, tem um momento onde o Gaby fica puto e mesmo a Valk dizendo que não, ele abusa da bichinha. E o que acontece? Xô contar, porque eu conto mesmo. Quando as Valkírias fazem aquilo com seus einherjars elas desenvolvem asas tatuadas que no ato sexual se projetam. É moh lindo... imagina... os dois atracados... na cópula.. e voando... pra mim parece uma vez que vi um casal de muriçocas se pegando e nunca mais esqueci a imagem, mas tudo bem. Voltemos. Só queeee... o seguinte... quando quebram o coração do companheiro, as asas congelam. E mano... nessa cena, as asas da Gunny congelam. O Gaby quase fica louco... porque ele não entende o que tá rolando... tenta pedir perdão... é uma treta. Até conseguir ele rala, viu?


* O livro de Myia

Aqui temos um Vanírio japonês, gostosão, samurai, com uma Valquíra loooouka e boca suja. A Róta. Que nome, gente. QUE NOME Ë ESSE? Róta? Enfim... paciência. Bem, aqui tem uma mágoa louca no passado, porque o Myia morreu, MORREU, era pra ter subido pra poha do Asgard, porque se encomendou pra Róta, ela ficou toda arrumada de camisola valquiriana lá, esperando pelo macho e ele subiu? Subiu? Não. Sei lá que treta que rolou que ele não subiu. E ela fica puta. Ela perde a Rota. Hahahhahaha... eita... olha aí o nome... será? Hahahahahh...
Enfim... durante a missão deles rolam altas discussões entre os dois, crises de ciúmes épicas, um marcando o outro sem saber, ele chupando o sangue e ficando viciado ( lembra que ele é Vanírio?) Róta fazendo merdinha, sendo sequestrada. Nesse lembro que a cena dos dois é violenta e cheia de raios voando.
Todo mundo achando que a Róta vai trair o mundo todo e se aliar com Loki, aí ela vai fazer um lance escondido, Myia fica puto, dá uma sapecada ninja nela e quase faz um harakiri com o membro em riste... é um trem doido.
Preciso dizer que rola um perdão épico?

*O livro do Alquimista

Esse é o livro que eu menos gosto. Só li uma vez e nunca mais. Não criei empatia com a mocinha. O mocinho até que desce, mas enfim. Não bateu. Nos primeiros livros, o vanírio Cahal, que é irmão do Menw, é sequestrado. Ele é torturado, maltratado, quase cozido, fritado, estripado, whatever. E uma das cientistas filhas da puta acaba sendo, por um infortúnio do destino ( mentira, foi a autora que quis assim mesmo) sendo a cáraid dele. QUE SACANAGEM. A mulher detonando o bichinho e ela é a companheira dele. O que ele faz quando conseguem livrá-lo do cativeiro? Leva a mulher e dá um pau nela. Literalmente. Dá um castigo épico e além de carcomer a muleh de todo jeito, ainda transforma ela em Vaníria na marra... na frente de todo mundo, Ui.
Enfim... acaba que rola o maior amor e tals.

* O livro de Ardan

Genteeeeeeee... esse livro foi um dos mais esperados... Porque o Ardan é tipo um Escocês gostosão, meio que inspirado no Kal Drogo, o Aquaman, saca? Jason Momoa Ardan gostoso... então, vc lê e imagina o cara... hihihi... é doido isso. A mocinha é a general das Valquírias, e ela tinha um relacionamento íntimo e amoroso com o Ardan, no Asgard. Ele era o Einherjar dela. Até que a Freya manda a Valquíria desterrar o bichinho. Tipo, ele ser obrigado a descer p o Midgard e ficar vagando. E ela é obrigada a renegar o amor deles. Planos da Freya. Ela faz isso. E as asas dos dois congelam. Lembra que falei das asas? Os einherjars também têm asas, ta? Don't forget that.
Enfim... Ardan virou um fechadão e sem amor... dono de um clube de Dominação e BDSM. Uiiii... ele é um Dom daqueles que deixa o Christian Grey no chinelo. Que faz todas as submissas gritarem "me pega, me pega", tals... Aí na tal missão as Valquírias na Terra acabam levando o grupo para as terras escocesas, domínio do... ARDAN. E mano... ele quer vingança contra a Bryn. Ele quer que ela ARDAN no inferno, saca? E ele exige que ela se torne a escrava pessoal dele. E humilha a general na frente de todo mundo! E ele tem o domínio de duas palavras que podem tirar todo o poder da Valquíria, por isso ela se submete, mas sem querer se submeter. Ou seja, ela é submissa, sem ser submissa, e ele nem submetendo está, muito menos metendo. Se é que me entendem. E esse homem judia dela. Sacaneia. PUTAQUEPARIU.
E tem as cenas mais detonantes do mundo. Porque ele venda a guria e fala que quem vai arrebatar a virgindade dela é um dos einherjar que luta com ele. E que odeia ela com força. Porque foi desterrado junto com o Ardan e também ficou sem a Valquíria dele, logo, teve as asas congeladas.
Enfim... O Ardan arma uma cena onde fica apalpando uma humana na frente da Bryn, e coloca o outro einherjar pra dar uns sapecas na Bryn. Mas na hora H, ele não consegue. Porque, a Bryn, mesmo tendo magoado o coração dele, ainda é a companheira dele. E é ele quem tira o selo da valquíria. Mas a bichinha grita a palavra segura pra ele parar e a palavra segura que ele deu pra ela era "foda-me". Quando ela grita, ele fica louco. Ao invés de parar, ele faz é finalizar o ato. Ou seja... estupro. Certo? E ainda pior... ela fica pensando que foi outro. Isso quebra o coração da Bryn. No dia seguinte, numa batalha campal muito louca, pra defender a gal ( galera) ela faz um sacrifício dela mesma... uma farvel furie. E pah. Morre. Vira purpurina. Estátua de cristal. Anna da Elsa em Frozen... whatever.
Maaaaaanooooo... cena mais top de todas na face da TERRA! Eu leio e releio milhões de vezes e sempre é a mesma emoção. Ardan quase pira! Adooooooro! A gente quase taca a pipoca no iPad! Tipo: Tooooooma, seu filho da puta! quero ver chorar agora! Nisso a gente limpa a meleca e lágrimas que estão escorrendo loucas e avança na leitura... e é lindo. Óbvio que tudo dá certo no final, a Freya dá um jeito e tadaaaaaaaaaaam... Bryn volta. E faz o Ardan comer pó pra conquistar o perdão dela.

Preciso dizer que... não, né? É o segundo livro que mais gosto.

* O livro de Noah ( Foi escolhido meu marido literário da Saga)

Aqui temos um berseker gostosão, superfofo e gente boa. Ele bate um fling em um dos livros acima, com a Nanna, uma Valquíria que é responsável por recolher os guerreiros que morrem nas batalhas. Ela é intocável. Se algum homem tocar nela, ela sofre o castigo de Freya, então, o Noah fica doido pra dar uma pegada de leve, mas ela é arisca e escapa. Quando ela recolhe o corpo do Noah, ela fica toda feliz, pensando: Yaaaaay... ele morreu! Agora é meu! Vai virar meu einherjar! Uhuuuuuu...
Só que o Noah milagrosamente acorda. Pah. Em pleno voo. Do nada. E toca nela. E pahhhh... a mina é eletrocutada... toma um 320 Volts muito doido e fica zureta. É desterrada e obrigada a ficar na Terra. Tem que cumprir uma missão. O Noah é um mistério, foi escondido na Terra por ser alguém especial. Na verdade, quando chega ao final, descobrimos que ele é... uau... se eu contar, perde a graça. Hahahhah...

Enfim... uma das formas de ativar a profecia que vai começar a se cumprir é liberando energia sexual quando arrebatam a virgindade de uma inocente. A Nerthus, mãe da Freya, manda que Noah arrebate o lacre. Arranque o selo. E pah. Ele faz. Com dor no coração. Ele reconhece na Nanna a companheira de vida dele, a Kone, mas ela não. Enfim... rolam mágoas e tretas. Porque... vamos combinar... ele fez na marra, mas fez. Porque foi mandado, mas não deixa de ser uma cena onde o sexo foi usado pra sobrepujar a mulher, saca? 

Enfim... os dois morrem. É lindo. Hahahah... oxi. Cês vão ter que ler pra saber como termina. Só digo que o cara é o cara.

* O livro dos Bardos

Aqui temos o livro da Daimhim, uma Vaníria barda que estava no mesmo lugar onde o Cahal foi abusado, torturado, massacrado, esmilinguido. Ela e o gêmeo, Carrick, sofreram o pão que o Loki amassou, entre outros guerreiros crianças que foram sequestrados. Ela acaba se tornando uma guerreira corajosa e tem uma função importantíssima pra tentar deter o Ragnarok. Ela e o irmão bardo. O mocinho dela é o Steven, um berseker amigo do Ardan, da Escócia. Ele conversava com a Daimhim pela internet e pintou mó clima, mas não deu pra marcar um Tinder, porque... alooooou... o pau tá quebrando e o mundo tá acabando, né? Eu só tô falando dos mocinhos gostosos. Não falei nada das criaturas horrendas que aparecem pra lutar contra eles. 
Enfim... o dom dela e do irmão gêmeo, que calhou de descobrir uma companheira em uma Vaníria japonesa, só vai ser ativado, se eles tiverem o selo da Freya, o Comharradb ( é uma poha assim... cacete... esqueci como escreve) ...E a Nerthus, mãe da Freya, que já tinha feito o Noah dar um cata na Nanna na marra, fala pro Steven, o berseker com moicano, e a Aiko, a japinha, de que eles precisam "seduzir" e fazer os migos supergêmeos ATIVAR, terem 3 trocas sanguíneas, com chupação de sangue e... dar. Hehehhe...
Só que lembra que falei que os dois foram abusados e torturados? Isso inclui sexualmente. Então... eles nem podem imaginar ninguém chegando perto das partes pudendas deles. A Nerthus dá uma pílula pra que eles usem com os irmãos, pra "facilitar" a aceitação do ato. O que isso é diferente da droga do estupro, eu não sei. Mas tudo bem... acaba que a treta rola, o mundo tá acabando. O pau tá quebrando. Precisa que esse povo dê. Até que Aaaaaahhhhh! Enfim... eles liberam o bagulho e tadaaaaaaaaam. O dom salta à vida. 

*O Livro do Ragnarok Parte 1 e 2

Chegou o Rag. O pau tá quebrando. Loki tá dando uma suuuuuurra no guerreiros. Cada um está tentando chegar ao ponto onde a Daimhim está, porque ela precisa ler um maldito livro. Mano... por favor... o PAU TÄ QUEBRANDO... aí a Freya pega e só falta mandar a guria colocar um fone de ouvido, acionar uma musikete e ler. Poooo... eu sou viciada em ler, mano... mas com a treta épica acontecendo, no mínimo eu estaria me escondendo, cara. Não lendo. Ou, no mínimo,. se essa fosse a minha missão, eu acionaria a versão leitura turbo, ultra dinâmica... pra terminar logo sapoha. Mas a guria para... olha... dá uma chorada... e eu do lado de cá! LEIA, MINHA FILHA, PELAMOR DE DEUS, LEIA!

Aqui nesse livro vai rolar um mix porque um Vanírio que deu início a toda a treta na verdade foi encontrado vivo. E vai em busca da Cáraid dele. Tipo... o mundo tá caindo, mas ele quer o pacote de sangue dele. Ele vai atrás da Jade. Se ligou no nome da moça? Hein? JADE. Título do primeiro livro, mesmo que nem seja ela a mocinha do referido. Só que ela é a mãe da Aileen, e o Thor ( que não é o deus do Trovão) é o pai. 
Por conta de uma treta louca a mulher era dada como morta, e apagaram toda a memória dela. Nem lembra que tinha filha. nem que tinha um companheiro. Aí o Thor fica louco. Na hora que consegue levar a mina pra caverna, ele além de chupar o sangue na marra ainda faz o quê? Dá um cata na mocinha, pra ver se aciona as memórias dela e ela volta a lembrar dele. Vamos nos atentar que no primeiro encontro dos dois, ele também a estuprou. Esqueci de falar, a Jade é berseker, ou seja, de outra raça, nada a ver com os vanírios... eles foram os primeiros a gerar o ziriguidum e pah... saiu a híbrida. Aileen... que catou o Caleb... e deu-se início a toda a Saga Vanir.
Enfim... treta vai, treta vem. Os dois começam a recordar coisas. E mandam que eles vão até onde o pau tá quebrando pra ajudar na missão da barda. O Thor tem que levar um capacete pra mina, pra isolar os ruídos pra ela poder ler em paz... ( zoei.) ...

Vou falar num misto do Ragnarok 1 e 2, porque ele foi dividido em dois tomos porque a Lena é sacana. Ela queria fazer todo mundo roer as unhas à espera do desfecho. Como eu sou legal, já conto tudo numa tacada só.
Olha que massa?
Enfim... mano. Aqui todo mundo morre. Geral. Serião. O pau come. Literalmente. Porque, vou dizer uma coisa pra vocês... essa série é muito doida porque o mundo pode estar desabando, o fogo destruindo, a greta rachando a Terra, os bichos ruins comendo os humanos... mas o casal in love do livro sempre vai fazer uma pausa e escutar uma música romântica, tipo Barry White, Antena 1, daí eles falam: Perae, produção! Xô tomar um sanguinho aqui e trocar um CHI, um CHÁ, um CHO, com a minha companheira, porque nem sei se será a última vez, então... temos que aproveitar...
E lá vaaaaai energia sexual no planeta. Orgasmos múltiplos. A coisa loooouca. Uuuuuuuuuuh. Juro que tenho medo de uivar ou morder meu marido depois que releio esses livros.

Enfim. TODO mundo MORRE. Sorry. É guerreiro atravessado por espada daqui. É guerreiro tostado de lá. É guerreiro despencando dacolá. É guerreiro explodido...
Vamos dar uma salva de vaias paras as valquírias e seus einherjars que resolveram fazer uma "saída pela direita" e tacaram um foda-se fazendo um farvel furie comunitário. Paaaaaaaaaaaaah! Explodiram uns cadikinhos de inimigos daqui, outros de lá, mas se explodiram junto. E o que aconteceu? Deixaram os outros ALONE... na batalha sanguinolenta. 

Enquanto isso... você fica assim... onde estão os outros? Mano... tem uma trupe... dentro de um navio chiquetoso, mó lindão, tipo Viking, que eu associei com um cruzeiro nas Bahamas, porque veja lá... o pau tá quebrando ( quantas vezes eu falei isso? Perdi as contas)... e eles estão passeando em outra dimensão... tomando margaritas ( mentira...)... e tals... porque não pisaram no acelerador? 

E onde estão os deuses do Asgard? Estão lá... com o portão trancado, porque o Heimdal é um medroso de merda e fechou a Bifrost... e perdeu a chave ou a senha. E esqueceu o email pra onde mandam a nova senha ( isso é muito eu, cara...) ... Enfim... só depois que morrem mais alguns manos bacanas e arrancam algumas lágrimas nossas é que a poha da porta abre e o Odin desce no cavalo dele de oito patas e a Freya desce nos gatos loucos dela. E uma pancada de Einherjars ( que estavam fazendo o quê lá em cima enquanto a treta tava rolando no MIDGARD? Hein??? Recebendo massagem das suas valks! ) e Valquírias, e anões e elfos, e o Légolas, Aragorn, até o Frodo deve ter descido, na boa. 

Enfim... eles estão caçando o Loki... Pá! Tadaaaaaaaaaaam... quando a Barda consegue terminar de ler! ALELUIA, irmã! O que tava lendo? O livro da Diana Gabaldon com 800 páginas, porra? Enfim,... quando ela termina... é que os camaradas do Asgard descem e ... tadaaaaaaaaaaaam... TODO MUNDO REVIVE.
É um milaaaaaaaaaaaaagre! 

Mano.... é lindo. Épico. Surreal. Emocionante. E espera... o navio ainda não chegou. Deve ter se perdido no triângulo das Bermudas... só pode. 
Aqui nós teremos o lindo desenlace de Odin e Freya. Lembra que falei lá no início? Que os dois tinham um fling? Viviam em pé de guerra, tal. Mas era um amor roxo? Mano... a Freya sofria por um amor e por ter sido abandonada por um namoradieeenho... OD... Mas ela é burra demais... OD.... ODIN.. OD.... ODIN... e ela não sacou que era o mesmo cara. Daaaaahhhh... Enfim. 

Enfim, people... Vá preparado pra ler e passar umas raivas. Vá com um dicionário ou google tradutor na mão, daqueles que vocês possa ouvir o som da pronúncia de determinados nomes. São muitos. Cada um mais difícil de estranho que outro. 
Vá preparado pra esquecer a maioria dos nomes quando você terminar o livro e na hora que começar o segundo, ter que relembrar tudo de novo.
Vá preparado pra pesquisar músicas na internet, porque a Lena adora fazer associação.
Vá preparado pra ficar assim, tipo: Oi? What? Wadarreú?  Porque vai rolar. Certeza. 
Mas garanto que é uma leitura perturbadoramente inesquecível. 

Tirando os pontos negativos referentes ao que citei no relacionamento macho/fêmea, há de se fazer uma análise para descobrirmos porque gostamos tanto de homens alfa. Que quebram a cara. Que se arrependem. Que veem que fizeram merda, e que depois se redimem e lambem o chão que as mocinhas passam. O grande problema é... até onde ela passa a mensagem de que isso é normal?
Eu acho que ficção tem que ser encarado como ficção a partir do momento que te traz divertimento e um bom passeio na terra da imaginação. Então está aí a razão de eu relevar o tópico irritante. Tem muita gente que alega que existe aí uma romantização do estupro, mas não sei... é como eu disse... deve haver uma explicação para que em todos os livros a Lena tenha explorado essa mesma faceta. Vá entender a cabeça de escritor, certo?

Enfim... O importante é que cada um sintetize e tire apenas aquilo que é bom e agradável. 

Agora... depois que leio tudo isso... surge o momento das divagações na minha cabeça. Como e por que raios os vanírios, bersekers, seres sobrenaturais gostosos e sarados, param num determinado tempo de suas vidas e já não envelhecem mais? Hummm? Tipo... se era vamp criança... cresceu... e aí? Ele é imortal.... Mas escolhe uma idade xis pra estagnar? Tipo. Ah, tô muito delícia agora com uns 32 anos. Vou me conservar assim, nem mais nem menos. 
E as mulheres: Uau... tô com tudo em cima. Não preciso de botox. Vou parar aqui no auge dos meus 20 e poucos.

Falo isso porque... a Jade, mãe da Aileen foi encontrada 20 anos depois... Ou seja... ela não envelheceu e continuou a maior cocota? Muito capcioso isso. Há de se pensar. 
Quando são livro onde o personagem é "transformado" naquela determinada idade, existe a explicação... mas e quando não? 


Cara. Eu acho que essa foi a maior divagação da minha carreira. Tudo culpa da maratona Vanírica. 
Resolvi fazer numa tacada só, porque os pensamentos atropelaram minha cabeça e eu precisava vomitá-los pra vcs ( eu sei... foi nojento...). 

Já sei que só vai ler até o final aquele que tiver coragem. Hahahahah...

Mas enfim... pelo menos valeu a pena tacar pra fora essa enxurrada de sentimentos emocionantes. 

E diz a profecia de Martinha... escrito no livro em Masgard...

Aquele que tiver lido até o fim... sobreviverá ao Ragnarok... e deve se olhar no espelho todo dia, vendo que é a pessoa mais linda do Midgard.

Ainnn... me empolguei... 

Bjuuuuuuuu


Bom, aqui abaixo segue o link de um desses clipes que os fãs loucos fazem no Youtube. Com todos os personagens. Pra vocês sentirem o nível da minha preguiça... hahahahah... Não tava a fim de copiar e colar foto.

Alguns eu suuuuuuuuuper concordo com a escolha do videomaker, outros eu cuspo na cara depois de dar uma escarrada monstro. Por favor, parem de escolher a Megan Fox como avatar, gente. Já deu. Credo. Ela não é a minha Danna Mckenna. Never.

Video Clipe Saga Vanir Personagens

The Last Readers

Go, readers... go!

Se vocês ainda não pegaram a série Last Riders para ler, então não vão entender absolutamente nada do que vou escrever ou divagar aqui... Porque vou divagar só zoeira mesmo, mas tem que estar inserido dentro do universo do Last Rider MC, dentro do Moto Clube, da putaria toda, pra poder sacar a vibe do que vou falar...

Autor é foda... faz a gente esperar vinte anos por uma sequência, e quando chega, a gente lê em um dia, daí o que acontece? Fica na maior deprê porque o raio do livro acabou, porra. Isso é um saco. Pior é que não consigo ler devagar para ir degustando, como um bom vinho... não... eu tenho que ler rápido... chegar ao final logo... marcar o touchdown. Gritar: Uhuuuuuuuuu! Termineiiiiii! Daí eu olho pra trás e vejo que estou sozinha, olho para o kindle e vejo apenas a tela branca, ou preta, dependendo do caso... e a solidão bate forte...

Jamie Begley conseguiu me deixar no chão nesse mês de janeiro. Por vários motivos. O que eu fiz... uma maratona. Como no dia 26 de janeiro estava previsto o lançamento de Rider's Revenge, o décimo livro da série dos Last Riders, eu resolvi trazer à memória os bons momentos dos livros e personagens que mais gostei. Então, é óbvio, que peguei o livro do melhor de todos, o livro do Shade, pra ler. Já perdi as contas de quantas vezes reli o livro. E cada vez é uma emoção. 

Vou dizer a vocês... não gosto de livro de putaria. Não gosto de livro de menáge, não gosto de livro com sexo explícito, com sexo desmedido, cenas muito gráficas e blablabla... é meu gosto. Digo, é meu desgosto.  Prefiro um bom livro com história, pode ter uma cena de "ferver calcinha", mas que tenha um fundo de trama por trás, que cative realmente... que não seja tchaca tchaca na butchaca os 90% do livro. Porque isso dá assadura mental literária. Sério. É perigoso. 

Já fiz uma divagação uma vez, falando exatamente dos Last Riders, dizendo que o clube de MC deles mais se parece a um clube de Suingue, do que um MC como os que estamos acostumados a ler por aí. Nada daquela possessividade latente, machos alfas enciumados, que se outro boy encostar nas minas, já pegam o facão e cortam o bilau do infrator... nada disso. No Last Riders, eles deixam a porta aberta, convidam pra um chá e ainda oferecem uma colherada na malagueta alheia. Até que pinte o momento em que eles falam: Chega, gente. Já deu... agora só quem brinca aqui nesse playground sou eu.

Pela santa mãe do guarda, onde tem um MC desses? 


Mas enfim... os caras curtem esses jogos sexuais, tomam duchas em grupo, é uma orgia louca. Eu acho estranho pacas... Macho alfa com macho alfa, no mesmo setor, pelados, tem que dar alta tensão, curto-circuito, saca? Pau com pau não combina. Como diria meu marido ( e toda pessoa com mentalidade machista vai pensar assim) macho que é macho não aceita outro macho pelado nas proximidades... 
Mas ali no clube, eles estão de boa, compartilham as bistecas, fazem gangorra e coreografia nas entradas USB e CU-SB, um lambe daqui, enquanto outro estaca de lá, é uma pu-ta-ria...

Essa é a parte que me incomoda nos Last Riders. Pra muitas leitoras deve ser o máximo. Pra mim eu pulo tudo. Não curto. Nanannn... Eu gosto de mocinho possessivo. Daqueles que não deixam nenhum outro encostar a mão. Daí minha total devoção ao Shade. Respirou perto da Lilly, ele já partia pra cima. Uhuuuuuuuuu!

Shade, ladies and gentlemen... Um minuto de silêncio.


Bom... todos os 8 membros originais do MC votam através de sexo para que novos membros femininos sejam integrados. Quer dizer, seis votos são necessários. As putas do clube se amarravam, até que as mocinhas dos livros começaram a surgir... Primeiro veio Beth... toda sorridente e virginal... Uma flor de candura... penso nela como a Chapéuzinho Vermelho pela floresta, e o lobo mau à espreita... sendo ele o Razer. Doooooido pra depilar as partes da muleh...

Eliminado um membro para votação futura.

Depois veio a Winter... a diretora da escola... conservadora... séria... também toda pacata e tchururu...catou logo o presidente da porra toda, o Viper. Rolou toda a treta épica lá, foi muito doido, adorei porque tem mocinha quase estropiada, coisa que me deixa vibrando em livro... uhuuuuuuu! 

Eliminado o segundo membro que votaria... eita, porra... Sobraram seis, vadias!

Aí veio a Diamond, uma advogada empedernida, que chegou para defender o Knox, o gostoso do piercing de língua... E aqui a Jamie começa a bagunçar a nossa alma, porque o livro vai se mesclar com outra série, pois a Diamond é irmã da Sex Piston, uma Biker Bitch, muuuuuito loka, que aparece já no livro da Beth e a gente já fica na torcida por ela e as amigas loucas. Enfim... Diamond e Knox meio que se odeiam no início, naquele clichê mara e espetacular que todo mundo gosta...

Mais um membro dos oito eliminado no esquema de foder uma mulher, se ela quiser entrar no clube. Iiiiihhh... as cadelas do clube começaram a ficar cabreiras... Já estavam sem Razer, Viper e agora, Knox.

Daí temos o Shade... Ah, Shade... seu lindo... Shade é um dos personagens mais complexos do universo literário, ficando pau a pau com Flame, da Tillie Cole, em quesito loucura surtada. Shade é tenso, aterrador, tem um Asperger fodido e a única pessoa para quem ele despertou sentimentos de pura e total idolatria foi a Lilly, irmã mais nova da Beth, do primeiro livro. Até então, ele acha que ela é menor de idade, e mantém-se afastado, a muito custo, mas surta todas as vezes em que alguém se aproxima dela, e veja... ele está rondando, preparando para dar o bote. É claro que Shade só perdeu pontos comigo porque o tempo em que ele "esperou" pela Lilly, ele não esperou quieto, compreendem? Ele continuou fodendo todas as cadelas no cio do Clube... podia ter ficado de boa, na mão, mantendo um equilíbrio zen... mas não... foi liberar o lado Dom dele para as viadas do clube. Claro que ia dar treta depois. Vejam bem... Lilly é a alma judiada do grupo. Ela tem uma infância sofrida, cheia de abusos, mas é a alma mais pura das mulheres. Embora muita gente não goste dela, eu a acho uma fofa. Shade soube moldá-la na mulher em que ela se tornou, porém ela não perdeu a essência da candura e do amor que conquistou o coração do mais durão dos Last Riders. O Shade é tão fodão que mereceu um livro depois, de novo, com o POV dele, de mais de 900 páginas... em uma trajetória de todos os livros anteriores... e aí vc entende que ele é um estrategista do caralho, que ele é um sniper filho da puta e o mais fodão de todos. UM HOMÃO DA PORRA.

Voto de Shade? Acabou, senhoras. Ele pertence somente à Lilly agora.

Depois teremos a mocinha Rachel, irmã dos caras mais arruaceiros da cidade, tipo os caipiras do babado, cultivadores de maconha, são as toupeiras encrenqueiras de Treepoint. Rachel tem uns poderes meio doidos, assim, de descendência indígena, e o livro dela tb é cheio de reviravoltas e emoções. Ela enlaça o Cash, amor de adolescência, direitinho... 

Mais um membro que para de foder pra votar. Estão contando?

Depois teremos a Willa, nossa doceira cheinha do grupo, curte um fling pelo Lucky, que era o pastor da igreja, mas é o vice-presidente do MC agora. Enrolado, né? Como assim? Pastor, em um clube de putaria? É isso aí. A Jamie tem umas ideias meio loucas, que nunca consegui compreender, mas o Lucky tem a alma de um pregador. Ele é totalmente cristão... ficou alguns anos camuflado como o pastor da igreja, em uma operação secreta... Até que pôde sair. E voltar à vida de putaria no clube...
Mas o coração dele ainda estava ali... no púltpito... Oi? Meio doido... mas o livro é ótimo... dá pra arrancar ótimas risadas. 

Acabou o voto do Lucky. Tchau.

Daí, teremos um dos melhores livros, na minha concepção, porque tem a mocinha mais fodona de todas: Killyiama. Ela é uma das Biker Bitches, amiga da Sex Piston, lembra que falei que a Jamie cruza as séries de livros dela? Então... Killy é uma das bikers femininas... é marrenta, fodona mesmo, caçadora de recompensa... joga um caô pra cima do Rider e do Train... Rider amarela, o Train morde a isca. E fica fisgadinho da silva. Mas ele passa o livro quase todo tentando reconquistar a moça, porque faz merdinha, e tem que correr atrás do prejuízo. 

Acabou o voto do Train. As cadelas do clube estão magoadas... feridas... judiadas... sobraram apenas os membros "orêia" da filial de Ohio e o único original: RIDER.

E ele é o dono dessa divagação... Rider, em todos os outros livros, foi um personagem zoeiro e bom de cama. Literalmente. Ele participou de praticamente todos os momentos e interações sexuais com as mulheres. Os irmãos do clube têm ciúmes dele, porque ele é o queridinho das esposas... ele é fofo, doce, gentil... engraçado... brincalhão, meigo, educado, um gentleman... mas pode ser o seu pirata mandão, se vc quiser... pode ser o dominador que vc precisa... A única pessoa que consegue ver através da fachada real do Rider, é a Killyiama... e ela faz questão de falar pra ele... Ali, no livro do Train, nós já temos uma noção de que há uma faceta secreta na personalidade que ele quer aparentar para todos.

Então, caras leitoras, eu esperei. Esperei mesmo pelo livro do Rider, porque eu queria saber se a minha impressão estaria correta ou não. E acredito que muitas de vocês, que acompanham a série, e curtem a parcela hot/putaria/pegação geral vão acabar se decepcionando ou ficando meio bleeeee... porém eu... EU, Martinha, delirei. Rider conseguiu fazer o que eu desejei que todos os mocinhos fizessem. Ele simplesmente bateu o pé e pegou a mocinha pra ele e falou: Aqui ninguém encosta. É minha, ninguém tasca. Sai pra lá, jacaré. 
Rider sempre se mostrou possessivo com suas coisas, ao longo de todos os livros. Ele coleciona motos e carros. Para emprestar uma das motos para os irmãos, era um custo. Então, pensei... mano... não é possível que com a mulher do seu interesse ele simplesmente vai aceitar de bobs que outro cara passe a mão.
E foi dito e feito. O lado possessivo de Rider despertou... 
A mocinha dele, Jo, aparece nos livros anteriores, se não me engano ela dá as caras no livro da Rachel, e é a filha do bêbado da cidade e o guincheiro. Quando o pai morre, ela assume o trabalho, e passa a trabalhar com isso. Ela tem tudo pra ser uma Maria-Machadão, logo, Rider nem sequer dá uma olhada mais atenta a ela. A não ser no início, quando ele paquera por paquerar, porque Rider paquera tudo o que tem pernas, e ela lhe dá um fora. Ele chega a perguntar se a mina é lésbica. A presunção dele é absurda. 
Somente quando a Jo mostra que tem um lado totalmente feminino dentro de si, é que Rider realmente resolve investir no assunto. 
O livro tem uma trama meio doida, achei estranha em algumas partes, sem nexo ( quase sem sexo, também... hahahahah), dá umas enroladas, mas você consegue se conectar com os personagens, porque tudo o que você vai querer, ao longo da leitura, é pegar a Jo e colocar dentro de um potinho ( como disse minha amiga Sammy), pegar no colo ( como disse minha bitch Jojo), dar um carinho e consolar... Além do Rider. Tudo o que você vai querer é avançar na leitura, pra saber se os dois vão, finalmente, dar uma chance ao amor... porque eles merecem. Porque queremos isso. Porque amamos clichê. Porque isso é vida. 
E porque as putas do clube são putas mesmo e merecem receber uma carteirinha de "adios, queridas..."
Tá, a gente pode até sentir certa simpatia pelas moças em alguns livros, mas queremos as viadas longe...

Eu amei o livro. Mas sou suspeita, porque sempre amei o Rider, e ele ganhou meu coração no momento em que virou e se recusou a partilhar a Jo em qualquer menáge de orgia bacanal que fosse. 
Eu acho que seria incongruente, se a autora fizesse isso, porque a Jo veio de um trauma de estupro coletivo, mas eu temia que o Rider quisesse "curar" o trauma fazendo com que ela aceitasse outro boy ( o Moon, por exemplo) dentro de um momento a sós no quarto... 
Mas não... ele simplesmente se recusou... Rider foi Rider... enquanto em todos os livros ele tirou uma lasquinha das mulheres, quando chegou a vez dele, ele simplesmente colocou debaixo do braço e partiu! Se enfiou embaixo das cobertas e quase deu um grito de vampiro: "MIIIIIINHAAAA!" 

E aí, eu vibrei... Amei. Delirei. Favoritei. 


E agora vou esperar pelo Gavin. A alma penada e mais sofrida de todos, que foi resgatado de um inferno e acho que será o livro mais dark da Jamie. 

Não se esqueçam... embarcar no universo de Jamie Begley pede tempo e paciência. São quatro séries entrelaçadas. Mas, honestamente, apenas Last Riders mantém esse padrão de orgia. Muita gente abandona nos dois primeiros livros, porque o Razer faz uma merda épica já do início, Viper também, mas quando você avança, você vai sendo conquistado por cada personagem. 

Eu preciso dizer que eles são totalmente fictícios? Todos os membros dos Last Riders foram das forças armadas, ou especiais... Navy Seals, whatever... Os caras são fodões, saca? Daí quando saíram do serviço, resolveram montar um MC. 

Devia ser chamar, hipoteticamente, Clube das Calcinhas Esturricadas MC. Ou... Last Rider MC, mas o MC sendo a sigla para Molha Calcinhas... qualquer coisa nesse sentido.

Eles não são reais. Os MCs como os deles, com gatos sarados e gostosos, não existem... acredito até que a putaria, sim, mas os elementos mega gostosos? Huuuummm... nope. Hum-hum... 

Mas enfim... livros são fantasias em forma de letras e parágrafos... são viagens em forma de páginas e capítulos... então... viajemos todas, irmãs. Vamos buscar nossos patches, tentar o título de Old Ladies ( não tô a fim de ser bitch de clube., não)... Leiamos, pois. 

As séries são: 

The Last Riders  - Que agora tem 10 livros, sendo o últimos do Rider.
Biker Bitches - Que tem 4 livros até agora, sendo o último da Crazy Bicth
The VIP Room - Que tem 3 livros e traz a história de duas amigas da Lilly e do pai da Lilly, o King. Predators MC - Esse moto clube aparece em alguns livros e alguns personagens se entrelaçam com outros de outros livros.
Porter Brothers Trilogy - Trilogia dos irmãos da Rachel, lembram os zoeiros que cultivam maconha? São eles. 

Imperfeitos perfeitos, perfeitos imperfeitos?

Okay... okay... não ia suscitar nenhum assunto que desse asa a discórdias, mas não posso deixar de relatar algo aqui que foi escancaradamente... doido. Culpa dos livros. Ou das capas dos livros. Essas pequenas filhas das putas que gostam de nos fazer babar quando aparecem em nossas timelines, kindles, livrarias e afins. 

Vamos lá... todos nós temos crushs literários. Isso é um fato consumado. E digo no plural mesmo. Praticamente um harém, porque eu não consigo ter só um. Tenho vários. Tenho um monte de maridos literários, que antes estavam fadados apenas à minha reles imaginação, minha mente criativa e descrição muito boa da autora ( obrigada, autoras queridas... adoro quando vcs dão aquela destrinchada no grau pra gente entender como o boy realmente é... Até agora a mestra no quesito é Nora Diva Roberts, também vulgo JD Robb, que conseguiu a proeza de descrever Roarke com tanta perfeição que basta eu ler seu nome no papel e é como se eu pudesse ouvir o som de sua voz com aquele sotaque sexy da irlanda, ver aqueles olhos irlandeses fantásticos, sentir a textura fabulosa daqueles bastos cabelos negros... enfim. Mano... sou capaz até mesmo de sentir o perfume do Roarke. Uuuuh... ).

Outra alternativa muito interessante que temos encontrado nesse mundo literário é quanto à mania que os blogs têm de criar avatares magnéticos para os mocinhos dos livros. Daí, rola aquela viagem doooooida. Porque muitas vezes o cara que tu imaginou não é bem o que está lá na foto, que foi o que a guria idealizou, ou o que a própria autora se baseou para criar o personagem. Aí fode com tuas ideias pq atrapalha tudo. 

Mas... nesse mercado editorial liiiiindo, uma das coisas que acabou virando febre e realmente gera um frisson absurdamente fabuloso diz respeito à moda de colocar modelos gatos e apetitosos nas capas de livros. Cada uma mais fantástica que a outra. Daquelas que tu vê e Uoooooooooooooooou... wadarréu? Lerei... lereeeeei, com certeza lerei este livro, porque quero conhecer este personagem maravilhoooooooso.
Eu tenho que confessar que me apaixonei pelas costas do modelo que está na capa do Archer's Voice, o próprio Archer. ( Aqui no Brasil saiu com a tradução magnânima de "A voz do Arqueiro"... vá entender...).


   
Tenho um crush louco por essas costas... sério mesmo.


Enfim... já tive sonhos com mocinhos de capa. Juro. Tipo... uau... se eu encontrar com esse cara, tenho medo de chamar ele pelo nome do personagem xis.
Um exemplo... tenho certeza que se muitas meninas encontrarem o Josh John ( aquele modelo loiro todo tatuado), vai rolar um conflito interno na hora de se referirem ao rapaz, sem saber se o chamam de Flame ou Bear... já que ele dá vida ao avatar da série da Tillie Cole e deu vida à capa de uma série de livros da TM Frazier.





São muitos exemplos... muitos mesmo. 
Mas o mais recente que temos para contar está no ineditismo que acabou de rolar aqui no Brasil. Nos Estados Unidos, Europa e tal, é muito comum que aconteçam booksignings e alguns modelos de capa acabem sendo convidados a estarem ao lado das autoras, criadoras dos personagens cativantes que ostentam na capa. Jennifer L. Armentrout sempre fez isso com a série Obsidian, do alien gostoso Damien Black, colocando Pepe Toth ao lado dela para autografar os livros. Em algumas edições recentes ela já lacra logo a porra toda colocando vários modelos de várias capas. Justin Scott Edwards, Drew Leighty e por aí vai.





Bom, nesse dia foi engraçado porque ele queria aprender português...

Vcs não têm noção de como esse Pepe é fofo.





Justin é um amooooor de pessoa. 

Um outro booksigning longínquo que fui, conheci o cara da capa de Taint. Michael Thornston. Um amoooor de pessoa também. Tímido ao extremo, mas superbacana e simpático. Mas vejam... nunca no nível de simpatia de Franggy e Stuart. Franggy ainda se sobressai porque é latino. Tem toda essa calorosidade ardendo nos poros. 


Vamos ignorar a minha cara, porque eu estava cheia de Greygoose.


 Kresley Kole lacrou o lançamento de Lothaire, da série Immortals After Dark, quando levou o Paul Marron para autografar junto. Todo trabalhado no couro. Kinen um vampiro. Alguém poderia dar essa ideia fenomenal pra JR Ward... que tal? Eu não me importaria de apreciar um Irmandade dos Adagas Negras de perto. 



Pois bem. Temos o cara master gato da capa de O ar que ele respira, da Brittainy C. Cherry. O que todas chamam de Pluto, falam o nome errado ( okay, nessa eu tenho que rir, pq quando falam o nome dele errado parece que estão falando "Frangui"... daí eu sempre mordo a língua p não rir pq parece muito com frango. Enfim.)... Franggy Yanez é um amor de pessoa. Eu já tinha tido o prazer de conhecê-lo em um evento nos Estados Unidos, em março, e simplesmente atestei que ele mortal, como todo mundo, simpático, o que é até raro, porque alguns são insuportáveis. Nessa leva veio junto o Stuart Reardon, que também é uma criatura sensacional, e não, não estou falando de físico. Estou falando de humanidade. O cara é engajado em uma série de programas de esportes para crianças, é todo naturalista, ama esporte, a vida, a espoooosa. Olha que lindo? Quer coisa mais legal do que isso?








Pois... daí a The Gift Box traz esse dois seres fantásticos e absurdamente lindos, junto com Brittainy C. Cherry, para um puta evento maraaaaaa... o The Gift Day. 
Há uma razão para que este evento tenha esse nome. É para ser um gift, um presente pra vcs. Para todo mundo que estiver ali. 
Nos Estados Unidos é muito comum eventos literários onde se reúnem autores, sentados lado a lado, em suas mesinhas, recepcionando suas leitoras e fazendo a vida delas muito mais legal, deixando com que todas tenham a oportunidade de conhecer, ao vivo, autoras que criam personagens fantásticos que praticamente ganham vida em nossos corações.
Daí... a The Gift traz essa proposta arrasadora pra cá.
Vou dizer. Os três já ficaram abismados porque em booksignings lá fora eles são vistos como pessoas normais. Okay... não tão normais, mas não no padrão celebridade boooom como foram vistos aqui.
É por isso que o Brasil é simplesmente inesquecível para alguns. Porque deixa a experiência surreal demais pra eles, entendem?
Pois bem...

Mas caraaaaaca, Martinha. Todo mundo falou isso... bla bla bla. 
Masssss... me surpreendeu demais foram alguns comentários maldosos espalhados ao redor, gente. Mano... vamos lá... Nós criamos em nossa mente um ideal perfeito de mocinho literário. Culpa das autoras que os fazem assim. Os caras têm tanques de lavar roupa no abdome, músculos saltados, nenhuma gordura saliente, cabelos sedosos e brilhantes, dentes mais do que perfeitos e por aí afora a lista de perfeição dos machos alfas. 
Então que Franggy não tem tanquinho? E daí? Cara... eu acho que a beleza interior dele, como ser humano sensacional, carinhoso, atencioso, sempre com um sorriso e um abraço a todas as pessoas que o cercaram, formam um pacote mais do que suficiente para sobressair qualquer pequena imperfeição que queira dar um oi, mano. 
Meu marido não tem tanquinho de guerra. E daí? 
Okay... Stuart Reardon tem. Saraaaaado, e ainda faz questão de tirar fotos e mais fotos mostrando a grandiosidade que tem. Hum-hum... Pois bem... ele vive da imagem. Foi atleta de rugby. Tem um lance de culto ao corpo. É quase uma religião malhar. Mas teve gente falando do cabelo do cara. Da barba... de ser grisalho.
Maaaaaaano... wadarréu? Hahahahhahah...
Gente... não vai existir um ser perfeito, cara. Isso é fato. Sabe por quê? Porque mesmo o ser mais perfeito que vc imagine ou veja pessoalmente, que tenha a mais fina estampa do caralho, esse ser também peida, também vai ao banheiro e deve dar uma desossa louca quando come algo sórdido, esse ser também deve ter um chulé monstro de vez em quando, muito provavelmente também tem bafo matinal, ou, dependendo dos hábitos de vida da criatura, se for um beberão ou fumar, tem o bafo de cigarro. Esse ser, dependendo da nacionalidade, ou dos hábitos que gosta de praticar na sua vida, pode muito bem não curtir lavar o cabelo toda hora, tomar banho todo dia, usar desodorante com medo de dar câncer ou para preservar o meio-ambiente. Sacaram? 
São seres perfeitos, imperfeitos. 
E outros são imperfeitos, com sua barriguinha saliente ( porque disseram que o Franggy era gordo), perfeitos. 
O que importa é a forma como os caras trataram a cada uma das pessoas que chegaram ao lado deles tanto em SP, quanto no Rio. Duvido que haja uma viva alma que vá relatar que foi destratada, que acharam os caras metidos e insuportáveis, arrogantes e tal. 
Mesmo constrangidos em alguns momentos, com as brincadeiras das garotas mais ousadas, eles foram extremamente profissionais e acessíveis. 

Olha, que fofo.. até a capinha da Rainbow tá na foto.


Pessoa mais tosca pra fazer selfie... com dois elementos do lado...

Cheers, ladies!


Então, gente. Desculpa. Tive que fazer essa divagação para mostrar que... vamos nos ater ao que de fato importa nos relatos. Todas as pessoas que foram aos dois eventos se sentiram acalentadas e felizes. ( Sei de algumas exceções, mas putz... há de existir sempre alguém para ser o do Contra... culpa do Maurício de Souza que criou esse personagem... hahahah). 

Eita... que foi chuva de foto nesse post!
Mas vou ser legal e postar um monte de capas picaslicious que acho que tb povoam o imaginário da "mulegada"... Dentre as rainhas das capas pecaminosas, temos Vi Keeland e Penelope Ward liderando no ranking... nem deu pra colocar todas porque... bem... era meio óbvio. Eu tipo perdi o foco totalmente. Eu tenho as minhas preferidas da dupla... 













Ahhh... e por que não o Dr. Gabe Szaloki, o húngaro gostoso???

Ou talvez o astro de Hollywood, James Bradley? Essa capa é fodástica. Tenho arrepios.


Sentiram o drama? Mas agora vamos a uma coisa muito importante... fotografias são imagens que podem ser trabalhadas e adulteradas ao seu bel-prazer para deixar a capa no grau. Muitas fotos têm efeitos magnânimos que deixam tudo muito mais glamoroso e tal.  Já vi capas que as fotos eram lindas, os modelos eram fabulosos, mas chega lá no insta e veja ao vivo. São seres humanos normais e tal. 
Pra mim, na boa, o que importa é quando, na prática, um desse caras lindos pra caráaaaaai, mostra que ao vivo ele é simplesmente adorável e educado e não um poço de idiotice. Tem um modelo que a maioria das meninas é simplesmente apaixonada e fascinada e muitas autoras e outros modelos que conhecem dizem que ele é um "asshole". Então daí eu te pergunto: 

Há realmente a necessidade de uma beleza perfeita? 


Bjuuuuuu