Hoje uma leitora querida me perguntou se eu já tinha lido o livro da Jojo Moyes, Como eu Era antes de Você. Pediu que eu fizesse uma divagação... 
Daí fui me recordar do book e da época em que li este referido livro... objeto de amores e ódios por toda a legião de leitoras. 
Há quem ame livros chorosos, daqueles cheios de dramas e momentos tensos onde ... pêi! um personagem morre no final... ops.... contei... Calma... não é spoiler.... ainda.
Eu sou da leva de leitoras que gosto de livros lights no sentido de entretenimento e tchururu. Aqueles livros que você termina de ler e sente que o dever foi cumprido, ou sente uma saudade da gota serena... ou simplesmente guarda no coração e quem sabe, releia o danado anos à frente.
Eu odeeeeeeeeeio livros com finais infelizes. Tristes, sem açúcar a dar de pau, sem o clichesismo ( adoro clichês...), sem mocinho feliz para sempre com a mocinha. Sério... sou tendenciosa. 
Eu gosto de filmes com finais felizes, logo não poderia ser diferente em relação aos livros. 
Então... sim... eu li o Como eu Era... e não... eu não curti. Hahahah... espera... deixa eu me explicar... 
Casalzinho fantástico... diálogos fabulosos, estrutura narrativa show... mas o final? Matou minha emoção. 
Por quê? porque eu odeeeeeeio finais infelizes. E eu acho que o autor, sendo "onisciente", "onipotente" e dono do babado, pode mudar as cordas da história da maneira que ele quiser. 
Então ... sim... eu esperei que a Jojo fosse "mudar" a cabeça do Will. Que ele fosse perceber que o amor valia à pena e que se contentaria em aceitar o amor da mocinha. 
Ledo engano. O plano que estava definido na cabeça do tapado, continuou definido até o fim. E putz... eu não sei se consigo me fazer entender para vocês, mas mesmo sendo um livro, totalmente ficcional, o peso de uma eutanásia acarreta muito nas minhas emoções. Vejam bem... Will não estava em estado vegetativo, com morte cerebral, doença mega terminal, que justificasse o ato ao qual ele se propôs. 
Ele infelizmente havia perdido uma parcela de uma vida cuja qual ele estava habituado, de mobilidade e radicalismo em todas as coisas. 
Daí achei egoísta da parte dele, simplesmente falar: "okay... já que não posso mais dançar, escalar, flutuar, boiar, nadar, surfar e o escambáu a quatro, então não quero mais viver."
Achei dramático demais. Pesado. 
E some a isto o fato da mocinha ter totalmente se apaixonado por ele daquele jeito ali! Ou seja... ela trouxe momentos de brilho à vida apagada dele desde o acidente. Ela mostrou que o amor pode suplantar todas as adversidades... ela se entregou totalmente ao sentimento... e quando pensamos que ele vai se redimir de deixar o egoísmo de sua decisão de lado, em prol desse amor febril ou de uma segunda chance em ser feliz, não... ele não se decide pela garota. 
Pô! Meu!... porque a Jojo não fez uma lobotomia na cabeça desse macho pra fazer esse mané esquecer essa parada de "morro por amor a mim" ??? Por quê? 
Então... minha opinião é revoltada desse jeito. É claro que os autores, quando criam suas histórias, têm todo o direito de delinear as trajetórias dos personagens do jeito que ele bem entender... tipo: "dane-se leitores 'modafocas' ... eu escrevo do jeito que eu quiser!" Eu penso que muitos autores pensam assim... tipo... Nicholas Sparks, John Green... são autores masoquistas que têm por objetivo vital fazer seus leitores sofrerem... matando um ou dois personagens centrais. E fazendo com que o casal fofo não fique junto no final... Poooooorraaaaaaa.... eu odeio isso...
Até hoje me revolto com a Trilogia Divergente, Convergente, Insurgente, Detergente, Absorvente do caráaaaleo... Por Quê a autora fez aquilo? por quê??? why??? 
Então caros leitores divagantes... minha divagada divaga para o valor da vida e de um belo final feliz, com direito a flores e corações flutuando, suspiros e palpitações... 
Eu era uma leitora muito mais calma antes desse livro. Agora sou neurótica com finais improváveis.
E digo mais... galera fica reclamando que livro meu é clichê e tem final previsível, neh? Vou matar um personagem sexy só pra ver se o povo gosta... hahahahahahahahaha...

Querem uma dica de outro livro que odiei e amei ao mesmo tempo? A Thousand Boy Kisses, da Tillie Cole. Diferente um pouco da temática da Jojo, a Tillie ainda assim conseguiu desgastar minhas emoções e me colocar no limbo...

Mas é isso... quem amou o Como eu Era... continuará amando... ainda mais com o filezudo que interpreta o bofe no cinema... tipo... eu tô mais pau da vida ainda pq colocaram o "Finnick" pra morrer de novo!!! Mas será o benedito que esse ator super mega sexy não poderá terminar uma película sequer ainda entre o mundo dos vivos e continuar dando uns pegas na mocinha? 

Hahahahahahh...

Divaguei...

Minha reação sempre que chego ao final e tomo na cara:


Bjuuu

P.S. 


Pelos dentes afiados de Drácula!!!


Okay... cá estou eu depois de um tempo longe. Muitas vezes sinto tantas saudades de divagar loucamente com meus dedos super ágeis... 

Saindo de uma temporada de livros históricos, acabei me rendendo a um momento dejávu com o Wrath ( de novo... valei-me...) , seguido de uma relida básica no Z, depois no B, depois no V... well... até chegar no Wrath...again... É um lance meio louco, mas o que posso fazer? 

Daí naquela vybe sanguinolenta de sugadores sexies, acabei me atrevendo a ler uma série que nunca antes na história desse país eu tinha ouvido falar... Vampires in America, da escritora D. B. Reynolds. E aí começam as inúmeras comparações ou relembranças com outras hordas de vampiros literários.  Tipo, Midnight Breed, Darkhunters, Cárpatos e tchururu... Well...

O que temos aqui nesta série é algo um tanto quanto mais... como poderei dizer??? intenso... sanguinário... hooooooot... Eu não sou muito fã de hot intenso mega blaster fogaréu que te deixa com o rosto afogueado enquanto lê o maldito livro... mas de vez em quando rola... e aí... rolou.

Catei o Raphael... calma... esse é o nome do vampiro, mas também do livro 1. Uau. Como diria um gato esganiçado : Uéeeeunnn...

Fruta que caiu podre no chão! O que é aquilo? homem pra mais de metro... ops... homem não... vampiro. Frio, maldoso, imponente, mó gato da paróquia, fodástico... e um Lorde entre os lordes. Deixa eu explicar: Cada vamp merecedor de um título de livro é um lorde vampiro de algum território americano. Vamos deixar claro que América do Norte... okay?

Entonces... o Lorde mega blaster Raphael é Lorde de todo o centro-oeste dos States, mas é o mais temido entre os outros lordes, então a aura de poder dele é ultra megatron... tipo... o cara nem precisa chegar junto e tal... um simples piscar de olhos do cara e a galera cai esfacelada no chão. Mortinhos da silva. Torçamos para que ele nunca tenha um blefaroespasmo, vulgo aquele tique nervoso nos zóin, saqualé?

Okay... daí o seguinte... tem vampiro mega macho, tem que ter heróina fantástica pra fazer jogo. E aí que a criatura, a tal Cynthia Leighton, que todos chama de Cyn,  é tipo uma Eve Dallas às avessas. Tem todo aquele extremismo, humor ácido e atrevido e sem freios. 

A única coisa que freia a mulher é o tal Raphael. Ou a montanha de músculos que o elemento ostenta naquele corpo imortal...

Certo... a série se inicia como um bom suspense investigativo com pitadas de doação de sangue voluntária e fervor sexual. Só lendo, crianças... só lendo. Tudo o que eu falar aqui é pouco perto das intensidades do babado. 

Mas obviamente que eu não poderia deixar de divagar sobre aspectos relevantes ou irrelevantes que muitas vezes passam despercebidos pela maioria de nós, mortais. 

Vamos lá. A senhora D. B. Reynolds é uma coisinha muito sanguinária... vamos combinar. As cenas descritas são altamente gráficas e uou... Pulp Fiction perde.  Ou então ela é uma fiel seguidora de Quentin Tarantino. 

Coloquemos em tópicos alguns fatores:

1 ) A dita autora deve ter algo super contra os norte americanos, porque os lordes vampiros são todos de outras nacionalidades. Raphael/Russo, Jabril/Árabe ( e esse cara é um filho da puta... até agora tô revoltada que ele teve um livro com o nome dele...), Rajmund/Polonês, Sophia/ Espanhola ( ueeeepa.... temos uma Lorde Vampiro fêmea? ), Lucas/ Irlandês, Aden/ Marroquino. Sacaram a parada? domínio total da galera do outro lado do oceano, véi.

2) A dita autora curte muito SUV's. Tipo... ela gosta mesmo de carros grandes e super potentes e altamente resistentes... talvez para ilustrar automobilisticamente o poder de músculos de seus vampiros. Sedan é para os fracos. Chupem isso.

3) A dita autora tem um apreço sentimental intenso por armas de fogo. Ela com certeza deve ser dessas colecionadoras ultra psicas que sabem tudo da parada. Cara... ela cita e descreve lindamente cada arma como se estivesse narrando as características físicas de um macho... Várias vezes tive que ir dar uma olhada no google pra averiguar que modelo era o que ela estava falando. Esqueça a parada de uma simples menção a uma arma de fogo, baby. Um revólver... bleeee... coisa para autoras fracotes que temem poder de fogo... amigos... aqui é de Glock blablabla pra Uzi caralhá... sinistro. 

4) A dita autora conhece realmente bastante de anatomia e funcionamento de veias e artérias do corpo humano. Tipo... uou... e ela curte umas lesões fantásticas também. Além disto ela conhece com muita magnitude várias cidades norte americanas, tendo a acuidade de citar pontos super específicos, como nomes de ruas ou marcos que apenas os locais reconheceriam. Viajada a criatura...

5) A dita autora com toda a certeza desse mundo deve ter peitos enormes, ou pequenos demais, porque toooooodas as mocinhas tinham os "seios cheios e pesados". Juro pra vocês que cheguei a sentir alívio por elas quando os vamps as livravam do fardo do sutiã. 

6) A dita autora conhece bem a regra de uma narração de um orgasmo ultra cósmico, porque sassinhora dos mocinhos pelados... uouuuu... Fora que todas as mocinhas eram altamente e sexualmente livres para explorar a intensidade destes mesmos orgasmos. Nada de mocinha tímida aqui...

7) A dita autora curte bastante citar as densidades de tecidos. Tipo... o veludo de seu sangue.... o cetim de sua veia... e sempre relacionado ao sangue fluindo...

8) A dita autora realmente conhece o contexto de riqueza esfregada na cara dos reles mortais. Esqueçam caixões... please... aqui é luxo extremo... heheheheh...

Cara... a dita autora deve tomar algum tipo de afrodisíaco do caralho, ou pílulas viagretes, porque quequeilson! Eita povo pra se envolver no vuco-vuco sem fim... valei-me! As mocinha todas mereciam levar o prêmios de periquitas de ouro ou de periquitas ardentes, porque os machos vamps chegavam, créu e uou.... MINHA. Fora que o contexto do MINHA era mais para "fodamos de quinze em quinze minutos, por favor, até que o sol nasça". Então... as bichas podiam estar estrupiadas pra cacete, mas não negavam fogo de jeito nenhum para os garanhões da vez. Até eu tive que revirar meus olhos diante de tantas ninfomaníacas em uma série só. Repetindo... nada de mocinhas tímidas por aqui.

Outra coisa. Uma salva de palmas para o sangue super quente dessas heroínas humanóides, porque os vamps tipo... a cada "umazinha" davam uma mordida quente em suas jugulares... e digo... hein? uma atrás da outra.... querido... se for assim... fique logo com essas presas grudadas aí, para evitar a dor escaldante da mordida vindoura... mas nãaaaao... a cada mordida era um orgasmo cósmico múltiplo de 20. E haja saliva poderosa que não deixava nem a marca do chupão ou das presas milimetricamente cravadas.  Really? cara... sangue é... nojeeeento... cheira ferrugem ( Bella Swann encantou Edward Cullen quando soltou esta "pérola" que todo mundo que já chupou o sangue do seu próprio dedo sabe... daaaa...).... A lambreca que deve ficar depois do ato... pelamor... 

Diferente de algumas séries, esta aqui mostra os vampiros muito necessitados de sono merecedor, assim que o sol nasce, até a hora que o sol se põe. Ou seja... os filhos da puta ficavam tipo num coma zen, totalmente reparador, e partiam pra ativa de noite, certo? O que nos leva a um horário de funcionamento contrário das humanas safadas... essas tinham que trabalhar pela manhã, certo? ou serem ativas durante o dia. Cada uma tinha um emprego e tchururu. O que acontecia quando o sol se punha? Hein? Hein? as bichas eram atraídas como moscas ao mel, para seus lordes vampiros respectivos e faziam toda uma série de safadezas envolvendo todo tipo de líquidos viscosos saídos do corpo humano... horas e horas desse martírio sem fim... Tipo... quem precisa dormir? Quem precisa das oito horas de sono saudável? O que nos leva ao fato de que todas tinham péssimos hábitos notívagos e passaram a dormir muito pouco, o que representa uma boa dose de olheiras medonhas abaixo dos olhos... e um cansaço extremo. Mas elas sentiam estes efeitos? Claro que não... porque o sangue de seus machos dava uma revigorada sinistra. 

Então... o sangue desses chupadores de sangue além de dar um up no físico ainda as manteria jovens pelo resto de suas vidas longas enquanto estivessem acopladas com seus machos. E falo um lance. Ali é o seguinte: Vampiro acasala com humano. E pronto. Nada de transformações vampirescas por aqui... Era o seguinte. Para o vampiro "comer" ele praticamente precisava foder... vampiro não chupa sangue de vampiro. Então... as mocinhas permaneciam humanas pra evitar que eles tivessem que comer em outro pasto... heheheh

Bem... divaguei. Meus dedos chegaram a doer. Falei, falei, falei... Mas digo... é um tanto quanto viciante ir lendo livro a livro e tentar saber como será a queda de cada vampiro macho fodedor daqueles... Hahahahah...

Curiosas? 


Aqui abaixo tem um mapa dos territórios pra vcs sacarem...



Deem uma olhada no site da autora e averiguem os bebês... É claro que como a maioria dos livros, as capas podem divergir, então vc pode acabar fascinada por uma capa xis e tal...

Cliquem no link abaixo e caiam matando lá...

Vampires in America


Tag : Históricos e Eu

Então... o blog Atitude Literária criou essa tag pra que pudéssemos classificar alguns romances históricos...
Atendendo ao desafio, cá estou eu para postar minhas respostas...



Rumbora...

1) Qual a capa mais bonita na sua estante?

Cruel esta pergunta... muito cruel... primeiro pq minha memória falha sempre que preciso fazer um quiz e segundo pq tenho muitos livros com capas lindas. Eu ia roubar na cara dura a opção que as lindas do Every Little Book postaram, mas aí resolvi inovar...

Vou escolher esta capa da Sarah McLean pq simplesmente amei. Mas estão em pé de guerra capas da Tessa e da Patrícia Cabot.


Na verdade, a Editora Gutenberg tem arrasado nas capas... os da Tessa Dare são show!


2) Se pudesse trazer um personagem para a realidade, quem vc traria? 

Eu traria com certeza o Clayton Westmoreland, o poderoso Duque de Claymore. Porque eu daria uns sopapos nele por ter ficado caidaço pela Whitney, sendo que ela estava ignorando o bofe. Daí ele cometeu umas atrocidades, tudo em nome do amor... mas eu confesso que acho um dos personagens mais charmosos dentre os históricos. 




Inclusive sou louca por este livro... digo esta versão das antigas... se alguém algum dia se compadecer, fale comigo... te dou até um fio do meu cabelo na troca. Hehehe


3) Se pudesse entrevistar um autor, qual seria?

Minha nossa... Judith McNaught... Pra mim ela é diva absoluta dos romances históricos. Ela compõe personagens inesquecíveis e que sempre deixam saudade. Sou louca pela forma como ela cria os seus universos literários.



4) Um livro que não lerás de novo. Porquê?

Outlander ou A viajante do Tempo. Vejam bem... não é que eu não tenha gostado do livro, mas não leria de novo neeeeeeem. Foram muitas emoções conflitantes durante minha leitura e nem meu amor descabido por Jamie Fraser me faria passar por elas novamente.



5) Uma história tensa.

Desejo Concedido, da Megan Maxwell. A mocinha é forte, destemida, mas sofre o pão que o coisa ruim amassou. Embora eu adore ler essas desgraças nos livros... adoooooro uma mocinha à beira da morte e tchururu... 
A vontade de estapear o mocinho foi imensa em vários momentos...


Teve um outro histórico de banca também, mas não vou me lembrar o nome nunca. A cena apenas nunca me saiu da cabeça. A mocinha é violentada e o mocinho assiste tudo por trás da cortina. Tipo... wadarréu? pq não foi lá e deu uma espadada ( no bom sentido ) no vilão? 

 6) Um casal que te conquistou? 

Minha nossa... que pergunta capciosa... é difícil isso... Acho que me apaixonei pelo casal mais recente que li. Uma Semana para Amar, da Tessa Dare. O casal é simplesmente apaixonante. Você morre de rir o tempo inteiro e torce para que se engalfinhem logo entre os lençóis. O visconde Colin, ou Lord Payne, soube chegar direitinho ao coração da empedernida Minerva Highwood. Na verdade... verdade seja dita... essa série, Spindle Cove é sensacional.




7) Dois Vilões. ( Podendo ser dois vilões que eu ame ou odeie.).

Caracas... não consigo me lembrar de jeito nenhum... puxa vida... pera... cacilda... tá... odeio com força o vilão do livro A Viajante do Tempo. O tal Capitão Randall. Aff... que homem odioso. Fico nervosa só de lembrar desse vagabundo.

Estou lendo um outro livro da Tessa Dare, onde o mocinho tem mais atitude de vilão do que tudo, mas ele é um lindo... chega a dar vontade de pegar no colo.



8) Um livro que gostaria de ler, mas ainda não teve a oportunidade? 

Vou na cola das meninas e dizer que sempre paquerei o livro A Promessa da Rosam da Babi A. Sette. Acho linda a capa e sempre ouço falarem muito bem dele, Estará na minha estante em 2016. 




9) Se pudesse viver num livro, qual seria?

Cara... eu amo a família Bridgerton. As confusões em que se metem, os diálogos e tudo... a série da Lisa Kleypas também é absurdamente sensacional... mas se eu pudesse? Iria querer dar uma passeada lá no rol de convívio da família Westmoreland e conhecer o Stephen... heheheh
Então... eu queria muito ter sido a mocinha que bateu com a cabeça no chão por conta de uma carruagem desgovernada e ser salva por esse lindo... ai... chega deu saudades dele...

Até Você Chegar. da Judith McNaught


Apresento-vos Stephen Westmoreland. O irmão do Clayton Westmoreland, o Duque de Claymore. Tirem o olho que esse lindo aí é meu. 



Capa Nacional. Acho chique, mas não é minha favorita. 

  
Capa nacional das antigas, tem um toque maneiro de antiguidade. Quem tem deve se sentir privilegiado. Não é uma capa das mais lindas, mas ainda assim carrega toda a essência do livro. A segunda capa seria da Indonésia, acreditam? linda pacaráaaai! e a terceira capa, da mocinha caída ao chão, foi a que mais gostei... adoro capas assim... deveriam ter só dado uma tintura ruiva no cabelo da mina... ficaria perfeita... Essa capa é turca.


10) Qual o teu maior livro e o menor, em número de páginas?

Maior: A Viajante do Tempo. Cassetada de páginas. Levei quase vinte anos pra ler... exagero... eu sei, eu sei... são mais de 700 páginas de tensão escaldante e muita história...


O menor acredito que posso dizer que qualquer um da Tia Babi. A Bárbara Cartland mesmo. Hahahaha... como não tenho nenhum na estante, vou dizer que o menor que tenho, histórico, é o meu. O Retrato da Condessa, com meras 178 páginas. Exatamente pra que o leitor tenha uma leitura rápida e divertida. 



E foi isso. Adooooooro desafios desafiadores...






Respire, Respire
Minhas divagações serão divididas em etapas para que eu possa canalizar todo o ódio mortal que estou sentindo em meu coração puro…
Primeiramente vamos lá… se a referida autora, da série cuja qual esculhambarei, não fosse tão fofa, linda e uma gracinha de pessoa ao vivo, eu juro pra vcs que eu pegaria um rolo de macarrão e daria uma surra bem dada nela.
Então… a série é a Trilogia Breathing, da Rebeca Donovan. Rebeca esta que é uma linda e um ser super simpático e meigo. Eu tive o prazer de tê-la conhecido ano passado em NY e até então, eu tinha apenas elogios tecidos a respeito do primeiro livro da série, já que era o único que eu havia lido. E eu tinha gostado. Juro…
O primeiro livro, Uma Razão para Respirar, vai se transformar em Uma Razão para Divagar… porque divagarei? pq é um livro intenso, dramático, cheio de emoções corrosivas que podem arrancar sua alma literária. O título do livro é bem aplicado, porque em alguns momentos vc realmente acha que vai parar de respirar.
Temos a apresentação da mocinha sofrida e abusada, uma adolescente traumatizada, que sofre nas mãos da tia sádica e de um tio passivo e omisso. Emma muitas vezes age como uma ema… o animal mesmo, sabe? Tapada total. Mas vc se encanta por ela e quer ajudá-la de toda maneira. E assim pensam os mesmos personagens da história, o fofo e apaixonante Evan Matthews e a amiga louca Sara.
Tipicamente uma escola de ensino médio americano, a história se desenvolve em torno das tentativas dela em esconder os abusos que sofre. Os amigos querem ajudar o mais que podem, claro. Mas a bicha é altamente fechada para o mundo, se isola e não se permite ser ajudada, tudo isso em prol de “proteger” os primos, filhos de sua algoz.
O livro termina de maneira tensa e selvagem. A tia louca faz o inimaginável e quase acaba com a vida da mocinha. Mas isso por conta da teimosia dela. Todos à sua volta querem ajudar, denunciar a bruxa, protegê-la das mãos da mocreia selvagem, mas o que? Emma é muito altruísta… aceita ser estapeada porque não suporta ficar longe dos primos pequenos. Eu falei que o pai dela morreu quando ela era criança e que a mãe simplesmente assim… do nada… a abandonou? Não? Então se prepare para a parte dois da divagação.
O livro 2, Quase Sem Respirar, vira aqui meu tema lindo: Quase pra Te Matar. Sim, pessoas… porque nesse livro consegui que vários sentimentos meus fossem extraídos a fórceps deste meu corpo.
O final do livro 1 foi tenso. A família abusiva foi desfacelada porque graças a Deus a louca da tia foi para a prisão e o tio e os primos pequenos, aqueles que ela tanto queria proteger, foram embora para a Flórida e ela acabou ficando morando na casa da amiga, cujos pais assumiram e passaram a ser tutores legais dela, já que a guria ainda era menor de idade.
Okaaay… ela estava de boa… na lagoa… mas aí o que acontece? a mãe bruaca, que a abandonou à própria sorte, surge das cinzas e tenta resgatar o relacionamento com a mina. O que ela faz? Aceita. Hein? Tudo bem… vamos dar o benefício da dúvida pra criatura e pensar que ela queria resolver seus dramas emocionais.
Só que ao longo da história você vai tomando conhecimento de que essa mãe dela é louca, alcoólatra do caralho, que acha que ainda tem vinte anos e quer viver a vida à adoidado. E ainda exige que a menina não a chame de mãe. Ao longo do livro você vai sacando que essa mãe odeia a garota, que a culpa pela morte do pai, e que não faz questão de esconder isso dela quando está chapada. Mas depois pede desculpas e chora arrependida. E o que a Emma faz? vai ficando.
Nesse meio tempo, não nos esqueçamos do Evan, o namorado super fofo que está ali pra ela sempre que ela precisar. Cara… ele é muito fofo. Vocês se apaixonam por ela sobremaneira.
O ódio vai me corroendo à medida que Emma começa a “desenvolver” um relacionamento paralelo com o namorado mais jovem da mãe louca. O tal Jonathan tem um passado obscuros e os dois acabam se identificando com traumas internos e sempre na alegação de que querem ajudar a Rachel, a mãe vaca.
Tipo… ela passa a confiar mais nesse peste, do que no próprio Evan, que obviamente fica alheio a toda essa merda. Se a guria tem um problema de madrugada pra quem ela liga? para o namorado da mãe. Se ela tem pesadelos, com quem ela conversa? com o namorado da mãe. E a mãe louca começa a ficar psicótica, sentindo que o namorado dela está numa vybe mais pra filha dela do que pra ela. E a crise existencial bate forte. A mãe bebe, acusa, xinga, fala atrocidades e o que a Emma faz? Nada. Continua ali… pra ajudar a mãe em seu problema com álcool… tipo.. não pode deixar ela sozinha… oi? garotaaaaaaaaaaaa…. tua mãe te largou quando era criança e agora você se sente responsável por ela? Looooouca!
A coisa toda culmina num acontecimento dramático que faz com que ela ganhe meu ódio mais do que mortal. E aí passamos para a parte 3.
Eu Decidi Respirar, vira Eu Decidi te Matar. Sim. Eu queria matar a Emma. Ela conquistou meu ódio de maneira absurda. Acredito que só tenha odiado tanto uma personagem assim quando falamos de Kiera, da série Complicado Demais.
Preciso dizer que a louca abandona o Evan? achando que está protegendo ele? depois de um acontecimento super traumático? Emma é louca. De pedra. Merece apanhar. De chicote. Juro… vcs já pegaram algum livro e sentiram tantos sentimentos conflituosos por ele que mesmo odiando você não conseguia largar porque você precisava saber a merda do final?
Mas daí o desenrolar da história vai descambando pra uma merda catastrófica e você fica desesperado, sem saber o que fazer? Você já avançou páginas porque se recusava a ler aquela bosta que estava escrito ali, mas ainda assim você quer saber que final vai rolar?
Confesso que sou culpada. Eu fiz isso. Da página 123 até duzentas e tanta eu simplesmente me recusei a ler porque sabia que meu ódio seria surreal. Eu só continuei quando encontrei o Evan de novo na história. E lá estava ele… fofo… tentando entender a merda de dois anos atrás… eu falei que se passaram dois anos? estou contando agora então…
O Evan sente que precisa dar um desfecho à história deles e decide que precisa reconquistar a confiança dela para que a bicha conte tudo para ele. Coisa que ela não fez quando o namorava, mas ele vai em busca da verdade. Ele quer entender o porquê. E assim poder seguir sua vida. Mesmo que ainda ardesse de amor puro por ela.
Eu digo o porquê pra vc, Evan. Porque Emma é louca. De pedra. Eu já disse isso? tenho certeza que sim. Enquanto escrevo esta divagação, revivo todos os sentimentos que Emma trouxe pra mim.
Meu Deus… que vontade matar a garota. Ela te coloca num conflito interno porque ao mesmo tempo que você tem dó dela e dos traumas do seu passado, ao mesmo tempo que você sente que nenhum ser humano deveria viver o que ela viveu, ainda assim você quer descer a mão na cara dela com um livro de capa dura. Tipo um livro com 700 páginas. Igual à edição que a Pandorga fez.
Poooooooorraaaaaaa…. eu revirava os olhos porque eu estava quase gritando: vai pra terapia, caralho! Vai tomar remédio! vai para o raio que te parta! Vai se tratar!
A mina começa a beber, porque precisa anestesiar as dores na alma. Precisa afastar a escuridão que a atormenta. Daí começa a sair com um bofe porque precisa voltar a sentir de novo. E PUTA que PARIUUUUU… quando o Evan volta, tentando entender, a filha da puta ainda assim continua com o Cole, nada contra… ele é gatinho, mas sabendo que ele é amigo do Evan e que o bichinho está sofrendo. E isso porque ela afirma não estar namorando com o cara. Mas me senti na pele do Evan, chifrada quando ela vai parar entre os lençóis com o Cole. Que merdaaaaa!
E depois fica puta porque descobre que o Evan ficou com outras garotas, na tentativa de esquecê-la durante aqueles dois anos. Oi?
Conseguem perceber a gama de emoções que me assolam? Cara… eu nunca fiquei tão puta com um livro quanto fiquei com este. NUNCA.
Porra… são inúmeras páginas mergulhadas em um distúrbio psicológico que a guria precisa tratar, véi. Vai cuidar dessa deprê, amiga. Sério. Eu estava tensa por ela, porque tão inteligente, ainda assim era uma tapada do caralho que ao invés de ir se tratar, ficava com medinho da escuridão da vida dela afastar os outros. Sendo que quem afastava todos era ela mesma! Filha da Puta!!!
A guria tinha sorte de ter amigos que a queriam proteger, um namorado ex super fofo que queria perdoar… mas dava valor a isso? Não. Ficava amargando o passado. Impedindo o futuro de chegar chegando. Vivendo um presente atolado em merdas e medos. POOOOORRAAAAAA….Eu por acaso falei que ainda assim, a palhaça de merda ainda entra em contato com o Jonathan? o mesmo que culminou em toda a desgraça? Sabe a merda das pessoas que não conseguem se desgarrar de um e nem do outro? Tipo… ela não ama o Jonathan, mas ainda assim, por conta dele, ela perdeu o Evan. Mas ainda assim ela não consegue se desligar do Jonathan… que porra é essa?
Preciso me acalmar.
Quer ficar tensa? Leia. Quer passar raiva? Leia. Quer vivenciar algo intenso? Leia. Mas depois não me esculhambe.
Desse livro vale à pena a história de superação, o amor que o Evan sente por ela acima de tudo, o valor da amizade das amigas que ela encontra e isso.
Acredito piamente que Rebeca Donovan realmente tem alguma história sobre abuso doméstico, se não com ela mesma, com alguém próximo. Vc entende isso pelos agradecimentos e pela intensidade com que ela escreve.
Juro pra vcs que em vários momentos eu queria entrar nas páginas e enfiar um antidepressivo goela abaixo da guria… ou pelo menos tomar um Rivotril eu mesma pra apagar as memórias pesadas que esse livro traz e os sentimentos perturbadores que a gente sente…
Pronto.
Chega.
Falei demais.
Tô com ódio curtido ainda.
Me desculpem os palavrões e a emoção intensa de puro rancor.

Preciso assistir algum filme de comédia pra aliviar essa onda.   

 

O Lado feio das Divagações de Martinha

 

Cara…primeiro eu preciso me estapear geral. clap, clap, clap…pronto…já dei na minha cara… eu ando altamente relapsa com meu pobre bloguinho, largado às traças e à mingua…deixado à deriva em alto mar… Tô dramática hoje…

Nas milhares de atividades diárias que tenho que desempenhar, muitas vezes penso: tenho que divagar para a gal ( galera). O momento passa tão rápido quanto uma folha ao vento. No caso de Brasília, estamos meio que sem vento…estou achando que a presidenta estocou a poha do vento e escondeu… Shit.

Okay. Finalizei umas leituras e confesso estar em atraso com minhas divagations. Hoje vou fazer a que prometi por último no blog… do Ugly Love, da Collen Hoover.

Vejam bem… há controvérsias sobre meu apego momentâneo ao livro. Achei o mocinho cretino e lindo ao mesmo tempo. Lindo pela descrição física da pessoa, alto, moreno, garboso, piloto de avião ( cataploft…), cheio de dramas, um passado nebuloso…

A mocinha achei bacana e tapada ao mesmo tempo. Fruta que caiu…não me desce a goela uma mocinha que se sujeita a ser objeto sexual do bofe só porque ele é gato e sexy.Tá…isso enche um pacote maneiro, mas oi?? aceitar ser tratada com descaso pelo simples fato do mala sem alça ter medo de compromisso e não querer se arriscar? Tipo… “’ gata…você pra mim nada mais é do uma boa foda.” Meeeeeuuuu…se um homem falasse isso pra mim eu dava um chute nos bagos dele e o faria ver estrelas cadentes tamanha a dor.

Primeiramente. A mocinha já entra no babado sabendo. Oi? Só que ao mesmo tempo que ela entra sabendo, ela também curte uma esperança de que haverá algo mais. Dualidade do carái, véi. Se aceitou ser a “pepeka”  de ouro temporária do cara, então se joga e fica lá de boa… só que a mocinha faz isso? Não. Ela diz que quer ser só isso, mas age completamente o oposto. Daí fica uma perguntação da gota serena sobre a vida dele, sendo que ele foi curto e grosso, com uma voz ao estilo Exterminador do Futuro “Don’t ask me nothing, bitch”.

Ele fala: Nunca pense num futuro comigo e nunca me pergunte do passado. Beesha…isso aí não é material pra tu cair de amores não, chérie. Isso é um palhaço com medo de enfrentar seus próprios medinhos e viver de novo. ( Isso sou eu falando para os personagens ao longo da leitura…) .

Por vezes me vi como Anastácia Steele, revirando meus zoinhos quando vinha a boooosnia do discurso toda hora.

Não me pergunte nada. Okay.

Quero dar uma catracada em você. Okay.

Vaza daqui que já te comi. Okay.

Não quero que você sinta nada por mim. Okay.

Na verdade, o okay é da tapada que aceita essa situação. Na primeira pergunta a resposta deveria ser: Então vá à merda e não me pergunte nada também.

A segunda deveria ser: Eu tb te acho um gostoso, mas eu não sou uma boneca inflável.

A Terceira: Wadarréu? Vá sifú, “mãedafoca”!!! Me trate direito que não sou lixo, valeu?

A quarta: Jura? você sabia que o simples fato de eu sentir atração por você já é a realização do verbo sentir?

Poxa, amiga… eu odeeeeeeio mocinha tapada. Odeeeeeio. O cara é um grosso, fechado, recluso, calado e que curte dar um gelo.

A mina quer se fazer de descolada, mas é uma manteiga derretida tapada que está com a pirikita em chamas só porque a descrição do moço é essa aqui, oh:

 

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Oi? tá …glupt…hein? perdi a fala…

Onde eu estava? Ah, sim…

Tá…o bofe tem um trauma ali. Mas não sei se justificava o babado todo. Ele precisava era de terapia pesada. Lidar com as merdas dele e tchururu. Achei ele com um lance meio obsessivo compulsivo…cruzes…quase um troço stalker quando rola flashback do passado dele…só lendo pra vcs entenderem.

Sei que posso ser odiada pelas fãs de Ugly Love…mas lembrem-se…esta é apenas a opinião de uma divagante errante… você precisaria conferir o livro pra dizer se tem outras impressões ou não.

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Obviamente o desfecho nos torna pessoas mais alegres, porque a Collen não queria ser assassinada virtualmente por alguma fã, no caso de criar um fim horrível ou ainda nos deixar na incógnita de um cliffhanger…

Vai sair filme desse book. Ano que vem. Veremos se estará seguindo fielmente ao livro ou mudanças drásticas serão necessárias.

Clique aí no link e curta o teaser…morraaaaa…. E não pire…porque até a música de abertura do teaser parece muuuuito com uma de um filme que saiu esse ano e que tem cinza no nome…hummmm…

https://www.youtube.com/watch?v=OfTFg5w84qk

 

Bjuuu

 

 

Roteiro Intrigante e Misterioso

 

Passei a semana toda relutando em comentar o assunto mais comentado de todos os tempos ou não. Estou falando do roteiro adaptado que daria um ótimo livro: a história da babá fominha.

Vejamos bem… muita gente classificou a moçoila como uma vagaba dos infernos que veio para destruir famílias e tchururu. Concordo com o ponto de vista de que xingar a moça é algo meio machista, já que o Ben…bem….o Ben não foi um camarada nesta história.

Daí…vem a pergunta que não cala nunca em minha mente pensante: “que porra estava fazendo o Tommy ( Tom Brady ) naquele jato do caráio? “

Olha…eu sei que não temos absolutamente “nádegas” a ver com a vida dos outros, especialmente dos famosos, que trocam de pares como se trocassem de calcinhas….ou cuecas. Saiu o babado e o facebook chocou. O mundo chorou….milhares de mulheres se descabelaram por conta do fato aviltante de uma possível traição à deusa mor da beleza icônica, Gisele Bündchen. Tipo…se a Gisele…A GISELE, foi traída…haverá salvação para as mulheres normais?

Sim, povo meu. Sim. Primeiramente vamos às minhas elucubrações. A babá, bonita pra carái, por sinal, jovial, atlética, trabalhando para os filhos de Ben Affleck. Do lado de lá temos Jennifer Gardner, a esposa, que muitos dizem à bocas miúdas, que é absurdamente implicante e chata. Hey! não fui eu…culpem o E ! Enterteinement Television…

Okay…babá bonita. Certo dia a esposa vai ao mercado comprar sabão. O Ben chega mais cedo do trabalho. A babá está dando banho nas crianças. Sua roupa está molhada e grudada ao corpo sexy. Ben chega e vê aquilo.

- Oh, Sr. Affleck…não sabia que chegaria agora…

- Oh…uau…parece que cheguei…tal qual Batman, na surdina.

E aí…ao que parece…o Ben pegou a mina porque…ele é O BATMAN. ( Somente os geeks entenderão).

Okay. Culpemos as situações. Eu, em sã consciência, nunca empregaria uma babá bonita. Se fosse mais bonita que eu então…no way. Este é um pensamento machista? Claro. Porque nele está implícito que todo homem trai. Embora eu não acredite nesta máxima, prefiro pecar pelo zelo e prevenção do que dar sopa…amigas…os homens estão em rara escala de número. Digo os que querem compartilhar do corpo sexy de uma mulher e não de um corpo sexy de um igual.

Okay. Sabemos se Jenny é irritante e uma esposa pentelha? Sabemos de Ben tem bafo de leão e hábitos pouco saudáveis em sua higiene? Sabemos se ambos tem algum transtorno bipolar? Sabemos se tem problemas com bebidas, drogas e outros vícios? Não. Porque não estamos lá dentro da casa deles. Porém…a babá estava.

Aqui está meu veredito. Se a babá fosse agir como esperaríamos de uma heroína, ela teria se pirulitado dali ao primeiro sinal de que poderia estar ficando caída pelo marido alheio. Sabemos se a babá é uma interesseira que conseguiu o cargo exatamente para estes fins? Sabemos se ela queria sucesso e para ela não importava se o cara era casado ? Não. Não sabemos. Mas Deus sabe.

Acredito que o Ben deveria levar a culpa em maior parte nesta zorra toda, já que ele era o homem casado perante os homens e perante Deus. Ele devia compromisso à sua esposa. Ou não…sabemos se o casamento deles era aberto? Nay…

Agooooora….o que não sabemos neste enredo intrigante é o que TOM BRADY estava fazendo pegando carona no jatinho ? Será que o jatinho era dele? Será que ele havia emprestado ao Ben e pediu uma caronex depois? Será que…. fruta que caiu…são muitas variáveis. O que ele, O Quarterback, estava fazendo dentro da porra daquela avião, a caminho de Las Vegas, com seus quatro anéis valiosíssimos à tiracolo? Esta é uma pergunta que não quer calar. Eu poderia supor que talvez ele estivesse indo a Las Vegas para algum evento milionário da liga da NFL e precisava levar as bostas dos anéis.

Mas o que os ditos cujos estavam fazendo nos dedos maliciosos da babá infernal? Sabe-se lá. Só o que vejo é uma moça muito à vontade e sem chulé algum ( já que estava de meia ) super à vontade na presença de dois bonitões.

- Oh…Sr. Brady! Meu pai é muito fã do senhor…será que eu poderia tirar foto com seus anéis para me gabar?

- Ah…claro.

Okay. Este é o enredo de minha cabeça. Agora divaguemos, irmãs….se esta história fosse escrita por determinadas escritoras, qual seria o roteiro?

* Se Maya Banks ou Lora Leigh estivessem no esquema, aqueles 3 estavam se encaminhando para a Cidade do Pecado, a fim de um menáge à Trois, pra ticado muito esporadicamente pelos dois amigos quando eram jovens.

* Se o roteiro fosse escrito por Nora Roberts, Sandra Brown ou JD Robb, aqueles 3 estariam ali dentro pela força do acaso, num plano mirabolante e misterioso que só chegaria ao fim nas últimas páginas do livro.

* Se fosse escrito por qualquer escritora NA , seria: Brady ficou hashtagchateado com Gigi por conta de uma campanha publicitária onde ela está nos braços de algum modelo gato, pede uma carona para Ben, resolve ir para Las Vegas descontar as mágoas. Percebe que estava fazendo merda e volta chorando implorando perdão, que chegaria somente ao final do terceiro livro. Clássico.

* Se alguma autora sobrenatural tocou a mão ali, Brady pode ter se materializado repentinamente na aeronave, pressentindo que um desastre aéreo poderia ocorrer e decidindo assim, salvar a vida de seus amigos. Daí, no final, a babá atrevida, para homenagear o herói, pediria que tirasse uma foto com seus anéis. Na verdade, ela estaria colocando um feitiço do caralho ali para acabar com o casamento de Gisele, sua desafeta de sempre, no reino das mulheres gatas.

 

Ufa….viajei. Eu sei. Mas só de ter colocado isso no papel ( hummm? na tela, porra…na tela!) já me sinto mais leve.

Espero que os personagens desta trama se resolvam e encham nossas cabecinhas com imagens sórdidas de desilusão, casamentos fracassados, fofocas maldosas, reconciliações e…. oi? Cara… o que ganho acompanhando esta fábula? Nádegas. Então…a mídia nos dá o que chamamos de Pão e Circo. E somos os consumidores das desgraças alheias…

Nossa….encerrei a divagação de maneira profunda…hahahahaha…

 

Bjuuu


Tá…voltei…por hoje…na verdade eu fico à espera de um surto absurdo de criatividade…daí quando ele vem…tenho que aproveitar…
Hoje minha divagação vai pra Cida. Tenho quase certeza absoluta que foi ela que me pediu para divagar sobre a série Psy-Changelling da Nalini Singh.
Eu relutei, relutei, relutei. De vez em quando entramos em determinadas febres literárias e passamos a ler somente um estilo. Daí, quando estilo enjoa vc avança para outro e por aí vai.
Na época dos Psys eu estava esgotada de Dark Hunters, IAN, Cárpatos e um monte de literatura sobrenatural. Mas sempre tive as meninas me pedindo pra ler e falar sobre os babados.
Então…eis que criei coragem e ataquei de cara o primeiro livro. Claaaaaro que o líder da matilha. Esperem…antes de você parar de ler. Deixe-me explicar um lance.
Eu odeeeeeio de paixão livros que fazem um mix de licantropos e tchururu. Quem venceu essa resistência mental minha foram os Novas Espécies, que acabaram não deixando a coisa estranha demais.
Aquela série da Lora Leigh, por exemplo…esqueci o nome…droga…mas a que tem o Mercury…era um lance assim. Cada livro era um bicho diferente e tal…Homem onça, homem leão, homem tigre, homem pinguim…hahahahah….
Então. Por isso relutei demais em pegar os Psys. Mas caraaaaaa….quando eu por fim peguei…posso dizer que os danados me pegaram de jeito.
Vejam bem…pra ler a série você tem que estar com a cabeça desanuviada, porque é uma história muito doida e complexa. Várias partes eu tinha que ler e ler pra conseguir visualizar aquilo que a Nalini queria mostrar.
Psy são uma raça. Changellings são outra raça.
Psy são seres muito doidos que não tem sentimento algum, e tudo se resolve através de um mapa mental e tal. São frios, calculistas, insensíveis. Quando você lê, você sente nitidamente o ar gélido. Parece aqueles personagens de filmes futuristas, como os do filme Minority Report, por exemplo. Lá tinha umas personagens que ficavam isoladas apenas na previsão do futuro, se lembram? Eu vejo os psys dessa maneira.
Os Changellins…welll…eles tem esse nome porque tem a habilidade de mudar da forma humana para a forma animal respectiva a cada matilha. Uau…se de um lado vc sente o frio, aqui você sente calor. Os Changellings precisam do toque para estarem bem. Então é um se agarrando carinhosamente com o outro e tal.
Eles acabam se tornando muito parecidos aos livros sobrenaturais que lemos, onde o macho alpha quando identifica sua fêmea, fica nervoso e manda todo mundo pastar à sua volta. Aquele lance do MINHA , sabem como é?
Okay…daí aqui temos o lider dos Changellings, o Lucas Hunter…um gato…literalmente…do tamanho maior, claro…acredito que ele seja uma pantera…Uarrrrggggg…
Okay…ele acaba ficando atado a quem? quem? quem? um ser completamente inverso a ele. A fria Sascha, uma psy que acaba meio que mostrando que há uma rachadura na estrutura da rede psy, ou seja, estimulados, eles são capazes de sentir…Uooooouuuu…e que estímulo essa mulher recebe da pantera…valei-me…
Daí o segundo temos um outro Changelling, o Vaughn. Um jaguar….ai, ai. ai…só os rugidos…hehehehe…ele acaba ficando louco de amor e ódio por uma psy, que prevê o futuro. Logo, esta psy é altamente valiosa para a sociedade PSY. Preciso dizer algo mais? Hein? Hein? Os dois se pegam. Um acaba ensinando o outro. Um precisa ceder um pouco, mas é óbvio que o Jaguar se dá bem nessa…
O Livro 3 temos uma inversão…EEeeeee…pegamos um Arrow…ui…um soldado de elite, tipo assim, da sociedade PSY. Daí…ele meio que deserda, junto com a família, para fora da rede Psy. Só lendo pra vcs entenderem. É muito doido e inspirativo. Daí, é óbvio que ele precisa de alguém para quebrar todo aquele gelo em volta daquele coração. O Judd reluta, mas acaba ficando caidaço pela Brenna, uma loba sexy que precisa se recuperar dos traumas de um sequestro…calma que ele te ajuda, querida…vai na fé…
O livro 4 Temos um lobo de novo, um DarkRiver e sua paixão do passado, a Talin. Eu acho que ela é humana…sei lá…tô na dúvida agora…eu tava doida pra chegar logo no livro do lider dos SnowDancerss, o Lobo alpha poderoso!
O livro 5 temos mais um Changelling leopardo se atracando com uma Psy poderosa…
Até chegar no livro do Hawke, o lobo filezudo, e da Sienna, uma psy rebelde, temos muitos livros. É uma série grande, intercalada por contos que trazem pequenos flashes de alguns personagens ou cenas específicas.
Eu parei no livro depois do Hawke…hahahah…mas preciso retomar, porque tem um fantasma Arrow, soldado tipo SEAL, muito poderoso dos Psys…e eu preciso ler a história desse lindo.
É maravilhoso quando eles quebram os protocolos aos quais foram acostumados, os códigos rígidos que os regem, em prol do amor…nossa…tô tão romântica…
Os livros da Nalini tem uma pegada muito bacana, porque eles são hot, sem serem escancaradamente hots, entendem? Ela narra as cenas de “acasalamento” de maneira mais pura…hahahahahah…
Enfim…vale à pena ler. Mas aviso de antemão, se vc vencer a resistência do livro 1, que tem muitas explicações sobre as duas sociedades, você acaba viciando e querendo ler a série toda de uma vez. Uns livros serão melhores que outros, com certeza, mas a Nalini conseguiu armar de cupido em todos os personagens que amamos ao longo da série…hehehehe…
Fica aí a dica. Quer ler um sobrenatural? Vá em busca dos Psy-Changellings, da Nalini Singh e espere a vontade louca que você vai ter de pedir para o seu marido rosnar pra você…hahahahhahaha…

Bjuuuu
Uma coisa eu digo a vocês…só pelas capas vocês já devem ter sacado que vale à pena…hehehehe…
A ordem das capas não é esta, okay? Mas enfim…não altera em nada o meu globo ocular ao admirar um por um…hehehehe…

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